Published On:segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Posted by Ana Paula

Com seis anos de existência, Cordão da Valu atrai foliões para um carnaval à moda antiga

Walter Queiroz e Mariana Lopes







Fundado em 2006, o bloco de carnaval Cordão da Valu a cada ano desfila com mais e mais foliões, se estabelecendo no carnaval Campo-Grandense como ode à nostalgia dos carnavais de antigamente. O bloco fundado por Silvana Valu e Jefferson Contar começou em um bar montado pelos dois e a idéia desde sempre foi juntar amigos e pessoas para criar um bloco de carnaval embalado por marchinhas onde o espírito é o semelhante aos de blocos que já não existem mais. Para Jefferson, aqui em Campo Grande não tinha nada do tipo, e pra ele é a realização de um sonho. "Não tem regras pra participar do bloco, o tema das fantasias é livre. O importante é brincar" destaca ele. Com a saída do bloco sempre as 16h do domingo de carnaval, os foliões brincam por cerca de uma hora nos arredores da esplanada dos ferroviários. Muitos artistas, crianças, pessoas de todos os lugares quase todos ao seu modo, fantasiados para brincar o carnaval. Pela primeira vez no cordão, Mauro Guimarães ficou sabendo do bloco pelas mídias sociais. No Facebook sua atenção foi despertada. Segundo ele, a diferença dos desfiles, fez com que participasse. "É mais humano, é mais divertido e saudável do que se vê hoje em dia nas ruas" justificou o artista. Embalados por marchinhas tocadas pela banda montada só pra atender o bloco, o desfile alegra os moradores que acompanham a passagem dos foliões de suas casas históricas, num clima que parece ter sido tirado de outros tempos. A moradora Mariluce Vieira Marques de 35 anos dos quais, 20 morando na esplanada acompanhou todos os seis anos do bloco. "É muito divertido lembrar os carnavais antigos, sem bagunça e sem violência" ressalta. Os foliões se empolgam com o bloco, que com simplicidade renova o espírito de carnaval. Daniela Ávila, advogada, mais uma foliã de primeira viagem no cordão da Valu afirma: "Isso sim é um carnaval de rua". Ela vem acompanhada de seus amigos argentinos. Morando há apenas três meses no Brasil, Raul Alvarez de 48 anos diz nunca ter imaginado que o carnaval brasileiro seria tão bom. Foi seu primeiro carnaval aqui na terrinha. O desfile termina com os foliões de volta às ruas de paralelepípedos da esplanada dos ferroviários. Já é tradição dos moradores de uma casa banhar os foliões com água de mangueira ao final das voltas do bloco.



Com tantas características peculiares, o bloco da Valu é uma ‘viagem’ a um carnaval alternativo com uma grande pitada de nostalgia. O bloco da Valu volta desfila novamente na segunda-feira (20) saindo da frente do bar Carioca na esplanada dos ferroviários. 
Fonte: http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=786894

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