Published On:quarta-feira, 7 de março de 2012
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Policial feminina se destaca e comanda Base Comunitária com 36 policiais no Jockey Clube


Foto: Kayke Niz

Campo Grande (MS) – O ingresso na corporação teve início em 2003 quando a Aspirante a Oficial Elka Ferraz Blanco precisou procurar uma nova oportunidade no mercado de trabalho. O concurso da Polícia Militar levou Elka a atuar como soldado da PM. Logo depois veio o concurso para Oficial. Com apenas 30 anos, ela já viveu diversas experiências e a mais recente traz orgulho à policial.

À frente da Base Comunitária do bairro Jockey Clube, subordinada ao 10º Batalhão da PM, Elka divide suas tarefas no trabalho administrativo da unidade e no comando dos 36 policiais que compõem o efetivo da base. “Passei por diversas etapas, já fui soldado e agora aspirante. Já são oito anos dedicados à Polícia Militar. O que não acontece nos dias de hoje é considerar a policial feminina capaz somente para exercer cargos administrativos”, conta Aspirante a Oficial Elka Ferraz Blanco.
“Preconceito contra mulher é coisa do passado, hoje apesar de representar apenas 10% do efetivo da Polícia Militar no Estado, com cerca de 450 mulheres, somos respeitadas e trabalhamos equilibrando forças com os homens dentro das unidades. Conquistas fundamentais adquiridas ao longo de 30 anos, desde a inserção feminina, superando dificuldades e distinção na PM”, diz Elka.
Durante cinco anos atuando como soldado, Elka enfatiza que a experiência amparou seus passos na profissão. “Toda essa vivência trouxe maturidade e me ajudou na profissão. Hoje a relação com os policiais, comandados por mim, é pautada em respeito e cumplicidade, mostrando um cuidado maior no trato com a tropa. Na gestão do trabalho administrativo que exerço a experiência também é fundamental”, descreve a policial.
Durante três anos a aspirante fez ronda nas viaturas com o policiamento móvel e pode conviver com diferentes situações. “A população respeita a figura da policial feminina. Já enfrentei situações em que os meus colegas homens não obtiveram sucesso nas abordagens e a sensibilidade que nós mulheres temos foi essencial no decorrer e desfecho das ocorrências”, conta.
Na Base Comunitária, que abrange a segunda maior região da Capital atendendo cerca de 30 bairros, Elka comanda as guarnições (equipes que estão na viatura policial) na maioria das vezes composta por três policiais, sendo dois homens e uma mulher. “A presença feminina nas diligências traz uma maior estabilidade às nossas ações. A mulher tem mais desenvoltura e, às vezes, nos saímos melhor no momento de sanar possíveis deficiências”, explica.
Atendendo em média 60 mil cidadãos, dos bairros Jockey Clube, Nhá-Nhá, Taquarussu, Jacy, Pioneiros, Parati dentre outros, o policiamento preventivo em parceria com a comunidade, através de ações, juntamente com os Conselhos Comunitários de Segurança, também está presente nesta base. “Desenvolver ações com a comunidade é fundamental para diminuir e coibir a criminalidade”, acrescenta Elka Blanco.

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