Homem ordenado por facção a matar policiais está foragido em Mato Grosso do Sul

Posted by JORNAL EDUCADORA | sexta-feira, 16 de novembro de 2012 | Posted in , ,




(Foto: Sidlândia News)
Emerson Bitencourt Chaves (25), vulgo “Marrom”, era fugitivo do Presídio da cidade de Valparaiso (SP), onde cumpria pena por roubos praticados em diversas localidades no estado de São Paulo.
Emerson fugiu da unidade prisional de Val Paraiso (SP), vindo diretamente a Campo Grande, onde ficou escondido na casa de um comparsa por 10 dias até ser capturado no dia 19 de marco de 2009 por policiais civis do Garras no jardim Tijuca Um fato preocupante para os Policiais do Mato Grosso do Sul, segundo informações no dia 08 de novembro, o marginal se evadiu da Colônia Penal de Campo Grande, e esta foragido.
Conforme informações recebidas da Polícia Paulista,  Emerson pertence a uma facção criminosa que age nos presídios de São Paulo e Mato Grosso do Sul e o marginal tem uma dívida com a facção criminosa, que não o contratou, mas sim ordenou pagar a dívida executando policiais.
Sidlândia News

Demarcações : Mara alerta para prejuízos no Cone Sul

Posted by salatiel | | Posted in , , ,


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deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) alertou para os prejuízos que a insegurança jurídica pode trazer ao Estado a partir da guerra por terras entre índios e fazendeiros.

Durante as intervenções feitas esta semana, na tribuna da Assembleia Legislativa, ela afirmou que a briga por áreas demarcadas traz insegurança tanto para os próprios produtores e empresários de Mato Grosso do Sul quanto para possíveis investidores, que enxergam uma situação política e econômica instável. “Temos de voltar a ser um Estado de desenvolvimento e progresso, porque no Sul do Estado essa insegurança jurídica é um grande problema, a pessoa não sabe se planta, se não planta, se investe, se não investe. Dessa maneira, como Mato Grosso do Sul vai continuar a se desenvolver?”, questionou.

Para a deputada, uma das principais questões a serem resolvidas, e com urgência, é a reserva de recursos no Orçamento Geral da União para ressarcir produtores rurais que têm suas terras desapropriadas devido à demarcação de áreas consideradas indígenas. O assunto foi tratado esta semana, durante reunião entre deputados federais, estaduais, senadores, órgãos competentes e governo do Estado.

A bancada federal já está se articulando em Brasília para garantir esses recursos, que podem colaborar de maneira decisiva para a paz no campo. Mara Caseiro também destacou a importância de se enxergar os indígenas como seres normais, que buscam desenvolvimento e melhores condições para seu povo, “e não bichinhos da Funai”.

Para a parlamentar, a guerra entre indígenas e fazendeiros é resultado da incitação feita por organismos internacionais, além de pessoas e instituições que querem se beneficiar de toda essa situação. “Eu acredito que é esse desenvolvimento que nossos indígenas devem almejar, e não serem incitados para uma guerra com os produtores. Índio nunca brigou com produtor, e produtor nunca brigou com índio, eles estão sendo é incitados a invadir propriedades tituladas”, observou.

ENTENDA O CONFLITO
Durante esta semana, além da reunião na presidência da Assembleia Legislativa, deputados de vários partidos se revezaram na tribuna para abordar a questão.

Os debates foram motivados pelo episódio da Fazenda Cambará, em Iguatemi, no Conesul do Estado. Após a decisão do Judiciário de Naviraí de retirar as famílias indígenas da área e dar reintegração de posse ao fazendeiro, uma carta do grupo kaiowá-guarani chamou a atenção da sociedade.

Nela, os índios disseram que seria melhor que a Justiça decretasse a morte de todos ao invés de tirá-los de seu “tekohá” – terra tradicional sagrada. "Nós vamos ficar, se os atiradores quiserem nos atacar, morreremos em suas mãos por nossa terra", declarou Lide Solano Lopes, representante da comunidade Pyelito Kue, que reivindica suas terras ancestrais em Mato Grosso do Sul. 

Fonte: Sulnews 

Conta de luz cai 20% em 2013, diz Governo Federal

Posted by salatiel | | Posted in , , ,

O governo garantirá a planejada redução média de 20 por cento na conta de luz no ano que vem mesmo que algumas empresas elétricas não façam a renovação antecipada de concessões do setor, assegurou nesta quarta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Mantega disse que o governo tem "urgência" em promover a redução das tarifas para dar competitividade à economia brasileira, em um momento em que outros países estão reduzindo seus custos.
"Tenho certeza que a maioria esmagadora (das empresas elétricas) vai optar por ter a oportunidade de renovar as concessões. A minoria quer tarifa alta e renovar a concessão, mas vão chegar à conclusão que é melhor ter agora mais 30 anos de rentabilidade e lucratividade", afirmou o ministro em entrevista coletiva para tratar especificamente do assunto.
O plano para a redução das tarifas de energia elétrica, anunciado em setembro pela presidente Dilma Rousseff, prevê a renovação antecipada e condicionada da concessões que vencem entre 2015 e 2017.
O governo impôs uma redução de cerca de 70 por cento das receitas das concessionárias na proposta de renovação, ao retirar da conta os investimentos já amortizados e alterar o cálculo do custo de manutenção e operação de ativos. E se comprometeu a indenizar as empresas elétricas em 20 bilhões de reais pelos ativos não depreciados.
Algumas empresas, como Cemig, Cteep e Cesp, estão resistindo em aceitar as condições do governo, por considerarem baixo o valor das indenizações e das receitas.
Mantega, no entanto, buscou minimizar as ameaças dizendo que o objetivo do plano será cumprido.
"Mesmo se uma ou outra não entrar, não vai alterar significativamente os 20 por cento de redução. O importante é garantir os 20 por cento", sustentou o ministro.
O titular da Fazenda disse que a resistência deve-se ao desejo das empresas do setor de garantir a renovação mantendo o atual valor de remuneração.
"As empresas gostariam de ter as duas coisas: o ovo hoje e a galinha amanhã, ter a renovação e manter a remuneração elevada", disse. "Não dá para ter as duas coisas, é privilégio que a minoria quer impor e que vai gerar perda à grande maioria da população brasileira", emendou.
O ministro afirmou ainda acreditar que as empresas do setor elétrico estão olhando apenas para o momento imediato, sem vislumbrar a vantagem de se ter a concessão renovada por mais 30 anos.
O governo tem defendido que a renovação antecipada é um bom negócio para as concessionárias e calcula que a rentabilidade das empresas do setor que aceitarem os termos do acordo será de cerca de 10 por cento. Além disso, acredita que as indenizações darão liquidez necessária para novos investimentos.
Apesar disso, o ministro indicou que o governo está aberto para discutir, junto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os cálculos das indenizações.
"É claro que nós poderemos fazer os cálculos com as empresas. Elas podem questionar e discutir se fizemos o cálculo adequado. Elas vão discutir com a Aneel (...) podem ir discutir, mostrar e ver se é aquilo mesmo", afirmou Mantega.
O ministro ressaltou, no entanto, que a discussão tem que levar em conta os termos estabelecidos pelo governo e que não há quebra de contrato na renovação antecipada e condicionada das concessões.
PERDA DE ARRECADAÇÃO
O governo já indicou que poderá usar 3,3 bilhões de reais de receitas da hidrelétrica binacional Itaipu para compensar as perdas esperadas na arrecadação de impostos federais que incidem sobre a conta de luz e foram extintos ou reduzidos.
Os Estados também estão reivindicando compensação pela queda da arrecadação do ICMS, que poderia chegar a 5,5 bilhões de reais por ano.
Para Mantega, a perda de arrecadação dos impostos incidentes sobre a conta de luz será pontual e compensada pela crescimento econômico.
Ele afirmou também que não serão necessários esforços adicionais do Tesouro Nacional para garantir a queda das tarifas de energia.
ELETROBRAS
A Eletrobras está entre as empresas mais afetadas pela proposta do governo, pois será ressarcida em 14 bilhões de reais, menos da metade dos 30 bilhões de reais do valor contábil não amortizado no balanço da holding e que era pleiteado pela companhia.
Mesmo assim, a diretoria da empresa, que tem o governo federal como acionista majoritário, recomendou que os acionistas aprovem a renovação das concessões. O representante dos acionistas minoritários no Conselho de Administração e ex-presidente da empresa, José Luiz Alquerés, renunciou do cargo e disse em sua carta renúncia que medidas do governo têm destruído "brutalmente" o valor da Eletrobras.
O ministro da Fazenda disse que poderá capitalizar a Eletrobras para viabilizar novos investimentos, numa ação que, segundo ele, não tem relação com a renovação da concessão.
"Se formos capitalizar, não será por esse motivo, será para viabilizar expansão da empresa. Não muda nada a filosofia sobre a Eletrobras", disse.
As ações da Eletrobras acumulam queda de 30 por cento desde 12 de setembro, quando Dilma anunciou detalhes do plano para reduzir a conta de luz. Já o índice de ações de empresas elétricas na Bovespa tem queda de 13 por cento no período.
 Fonte: Caaraponews 

Sindicato Rural e SENAR capacitaram mais de 700 em Amambai

Posted by salatiel | | Posted in , ,


Em 6 anos a parceria SR e SENAR promoveu 275 cursos, capacitando mais de 3.200 pessoas no município

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Uma parceria entre o Sindicato Rural de Amambai e o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) capacitou, no decorrer desse ano de 2012, cerca de 715 pessoas.
No total foram realizados 66 cursos em várias áreas, entre eles, doma, vacinação, inseminação artificial, fabricação de sabão, fabricação de doces, salgados e derivados do leite e até de corte e costura, abrangendo trabalhadores rurais, sitiantes e inclusive donas de casa residentes na cidade, através de uma parceria com o Programa Vale Renda, do Governo do Estado.
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Amambai, Christiano da Silva Bortolotto, os cursos, todos aplicados por capacitadores do SENAR, com respaldo do Sindicato Rural, foram realizados na sede do Sindicato e no Parque de Exposição, em Amambai, em fazendas e chácaras, no caso da doma, vacinação e da inseminação, na Escola Agrotécnica Lino do Amaral Cardinal, a “Escola Agrícola”, associações de moradores e também em dois assentamentos rurais do município, o Assentamento Guanabara e o Assentamento Sebastião Rosa da Paes, ambos situados a mais de 80 quilômetros da cidade, em Amambai.
Entrega de certificados
Em um cerimonial realizado na noite dessa quarta-feira, 14 de novembro, que também marcou a inauguração do novo salão de eventos do Sindicato Rural, foram entregues certificados para mais de 100 alunos que concluíram seus cursos no decorrer deste ano através da parceria Sindicato Rural e SENAR, em Amambai.
Estiveram presentes, acompanhando o evento, além do presidente do Sindicato Rural, Christiano Bortolotto, que deixa o cargo na próxima sexta-feira, dia 23, após seis anos de mandato frente a presidência da entidade ruralista, o superintendente do SENAR em Mato Grosso do Sul, Clodoaldo Martins de Oliveira Júnior, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA), Wesley Nogueira, diretores do Sindicato Rural e o presidente eleito da entidade, que assume o cargo dia 23 de novembro, Diogo Peixoto.
Em seis anos SR e SENAR realizaram 275 cursos
De acordo com o presidente, Christiano Bortolotto, entre os anos de 2006 e 2012, o Sindicato Rural, em parceria com o SENAR, realizou 275 cursos, capacitando 3.279 pessoas em 7.536 horas/aula.
“São cursos que além de capacitar os participantes para atuar no dia a dia no campo, também geram rendas às famílias, com a venda dos produtos produzidos através da aprendizagem que tiveram”, disse o presidente.
De acordo com o superintendente do SENAR em MS, Clodoaldo Martins, no ano de 2012 o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural capacitou, em todo o Estado, 31 mil pessoas, grande parte delas através de parcerias com os 68 sindicatos rurais espalhados pelos municípios de Mato Grosso do Sul.

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