Published On:quarta-feira, 15 de maio de 2013
Posted by salatiel assis

Sindicato Rural de Sete Quedas


SINDICATO RURAL DE SETE QUEDAS               Av. D. Pedro II, 1.679 ( (067) 3479-1171- (067)9646-7878

      E-mail-sindicatorural7quedas@gmail.com
               CEP 79.935-000 - Sete Quedas – MS
MATÉRIA DE INTERESSE DA CATEGORIA 

Imagine se tudo o que você tem hoje fosse tirado!
Imagine se amanha você não tivesse o direito de entrar na SUA casa!


Imagine se amanhã você não tivesse o que comer! Imagine!


Nós estamos só imaginando, no Mato Grosso isso ACONTECEU!
Isso mesmo, 7 mil pessoas estão morando na beira da BR158, debaixo de lonas!


Sem ter o que comer, sem ter do que viver! (Veja o vídeo)

É isso que você quer pra sua família¿ Vamos dar um BASTA nisso!
Ajude-nos nessa luta, venha fazer parte do nosso time!


Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Quedas





MATÉRIA DE INTERESSE DA CATEGORIA
Sindicato Rutal Promove Curso:

Casqueamento e Manutenção de Cascos de Equídeos nos 

dias 02 e 03 de abril, interessados entrar em contato com o 

Sindicato dos Produtores Rurais de Sete Quedas

9946 7878 ou 3479 1171

MATÉRIA DE INTERESSE DA CATEGORIA

Revista de Grande Circulação Nacional Prepara Matéria Sobre Demarcações no Conesul e Paraná





Presidentes dos sindicatos de Iguatemi, Hilário,
 Maria de Tacuru, Orlando de Sete Quedas 
e o jornalista da DBO.

Após repercussão da manifestação realizada pelo Sindicato Rural de Sete Quedas, sobre as demarcações indígenas, houve uma movimentação em vários municípios a fim de se mobilizarem para que isso mude. Esta semana o Presidente do Sindicato Rural de Sete Quedas, Orlando Vendramini Neto, esteve acompanhando o jornalista Fernando Yassu, por diversas cidades do conesul. A Revista DBO, é uma revista com mais de 30 anos de circulação,  é Liderança no mercado pecuário, e é referência para quem acompanha negócios e tendências do setor do setor produtor. O intuito da peregrinação é a formulação de uma matéria que ira mostras a verdadeira face das demarcações no estado e em todo o pais.
Segundo Vendramini, a revista tem uma circulação muito abrangente, e ira ajudar os produtores e todos os moradores destas regiões, que querem que os governantes deem uma maior atenção às pessoas que faze este país crescer. “Temos que mostras que nós precisamos de um olhar com mais carinho e atenção. Trabalhamos a anos para produzir alimentos para a mesa deste país, e os governantes estão esquecendo disso. Temos que mostrar para eles, o que eles estão fazendo conosco e um erro muito grande, e isso poderá prejudicar muito o desenvolvimento desta nação”, finalizou Orlando.
A viagem começou em Guaíra no Paraná, onde também a situação dos produtores esta preocupante como em várias cidades do país, onde participaram de um bate papo com os produtores da região no Sindicato local. Também foram visitadas algumas propriedades locais e a sede da Funai.
No dia 13 foram visitadas as cidades de Iguatemi e Tacuru, e nesta quinta feira a cidade de Amambai. Sempre acompanhados dos presidentes de Sindicatos Rurais destas localidades.

Fonte : salatiel assis/ educadora91.com

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População de Sete Quedas Para e Vai as Ruas Contra Demarcações




A população de Sete Quedas foi as ruas nesta sexta-feira, 08, para protestar contra as demarcações de terras que afetam o país e a região.Existe na região uma insegurança jurídica em que os estudos demarcatórios da Fundação Nacional do Índio (Funai) pretende transformar maior parte do território de vários municípios do Estado em reservas indígenas, no total 26 municípios do estado estão em estudo, num total de 12 milhões de hequitares, e o município de Sete Quedas que tem uma área total 83.374 hequitares pode perder 12.608, o que equivale a quase 15% da área do município.
No inicio da semana uma reunião foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município, com a participação de todos os seguimentos da sociedade. Estiveram presentes, ruralista, presidentes de entidades e associações, comerciante, classe política, e a comunidade m geral, onde foi montada a estratégia de mostrar ao estado e até ao pais a indignação da sociedade quanto a situação. Uma grande manifestação foi programa com a participação de toda a comunidade. “Vamos mostrar ao país que esta manifestação não e somente do produtor, mas sim de toda a comunidade” disse Orlando Vendramini, presidente do Sindicato Rural.
A cidade parou para a manifestação que contou com centenas de veículos dentre maquinários agrícola, veículos, motos, caminhões e animais, totalizando aproximadamente 400 veículos, com a apresentação de faixas com vários dizeres de indignação. A manifestação, foi bem aceita por todas as ruas onde passou. Estiveram participando representantes de vários municípios da região, como tacuru, Paranhos, Iguatemi, e também do município de Guaíra no Paraná. Dentre representantes de Sindicatos e classe política destas regiões.
O prefeito e o vice-prefeito de Sete Quedas, parabenizaram os organizadores do evento pela manifestação ordeira e pacifica que aconteceu na cidade, com a organização do Sindicato Rural. Estiveram presentes também vereadores de Sete Quedas e Tacuru, e presidentes de Sindicados e entidades de vários municípios da região.
“Nós vamos dar nosso grito de indignação quanto as demarcações, pelo código florestal nos levamos 25 mil pessoas a Brasília, e se for preciso, vamos levar mais 25 mil pela Demarcações indígenas também, para mostrar que estamos unidos pelos produtores que levam alimento a mesa do todos neste país” disse o presidente do Sindicato de Amambai, Diogo Peixoto.
Dentro os visitantes que estiveram presentes, a comitiva do Paraná ficou muito entusiasmada com a participação da comunida.“Em primeiro lugar gostaríamos de agradecer a toda população de Sete Quedas pela manifestação nas ruas, foi lindo. O comercio fechou suas portas e colocaram faixas, em apoio e esse movimento. O que mostra o interesse de toda a cidade contra as demarcações. Se os indígenas tem seus direitos, onde estão os direitos do trabalhadores e produtores deste país”, comentou Silvanir presidente do Sindicato de Guaira.
“Graças a Deus fizemos uma manifestação pacifica, ordeira, e tenho certeza que ela vai mostrar ao estado e até ao país, que estamos dando nosso grito de indignação da cidade de Sete Quedas e toda a região quanto a demarcação. Ninguém e contra ao indígena, somos contra a forma que as demarcações estão acontecendo. Esse foi só nosso primeiro grito de indignação, vamos gritar ainda mais, até sermos ouvidos e atendidos” finalizou o presidente do Sindicato Rural de Sete Quedas.
Estava prevista uma manifestação indígena no município nesta data, mas segundo informações essa manifestação ficou adiada para o mês de abril.

fonte : salatiel assis

















         


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m Reunião, População Setequedense Diz “Não A Demarcação Indígena”




Aconteceu nesta segunda (04) uma reunião promovida pela diretoria do Sindicato Rural de Sete Quedas, onde foram convidados membros de toda comunidade para debater a demarcação indígena. Participaram representantes de toda comunidade como comerciantes, pecuaristas, agricultores, educadores, profissionais liberais, imprensa local e também membros da classe política, dentre outros.
Segundo os organizadores essa reunião servirá de inicio para uma campanha de manifestos demonstrando o interesse da comunidade em não desvalorizar a suas propriedades. A manifestação acontecerá no dia  08, para mostrar que a comunidade está unida para defender os produtores rurais, pois entendem que os benefícios promovidos pela classe produtora, geram progresso, não só ao município como à toda região. “Devemos mostrar que estamos unidos também pelos nossos direitos, e que temos interesse no desenvolvimento do nosso município” disse o presidente do sindicato rural Orlando Vendramini. Ainda, segundo ele, algumas indústrias e empresas tem interesse em se instalarem no município, e sabemos que ao se tornar área indígena isso não ocorrerá, trazendo prejuízos a todos os moradores da comunidade. A geração de emprego é um problema grande na região e com essas demarcações esse problema aumentará ainda mais.
Durante os debates todos demonstraram a mesma linha de pensamento, de não ser contra os indígenas, mas sim contra a forma que as demarcações estão acontecendo. “Ninguém é contra os índios, somos contra a forma como as entidades organizadas estão fazendo para conseguir isso. Os produtores é que fazem esse país funcionar e caminhar, e isso tudo está em risco. Nosso intuito é mostrar que também temos que se organizar para defender nossos direitos, pois os governantes esquecem de dar voz aos produtores mediante os indígenas que tem apoio de ONGs e instituições que muitas vezes tem interesse próprio e usam os índios para tal”, disse um dos convidados. Ainda em voz aos participantes foi citado que não se pode fazer justiça cometendo injustiça, ou seja, como ajudar aqueles que tomam posse do que não lhes pertencem.
Então é preciso encontrar uma solução para agregar os povos indígenas sem que prejudiquem os moradores, sejam eles de quaisquer atividades produtivas da sociedade. Num grito de desespero um produtor desabafa: “Está havendo um esquecimento dos nossos governantes quanto aos nossos direitos, compramos e pagamos nossos impostos. Não podemos permitir que sejamos despejados de dentro de nossas casas. Que país é este que quem trabalha não tem valor? Temos que cuidar para que isso não se torne uma guerra”, disse Paulo Tuneiras, um dos produtores participantes da reunião.
Ao finalizar o evento foi decidido que todos trabalharão em prol da manifestação de apoio aos produtores rurais.“Temos que dar nosso grito de indignação quanto a essa situação, pois o que está acontecendo é uma injustiça”, disse Daniel de Souza.
Perante a sociedade fica se a discussão: Dos produtores rurais recebemos vários benefícios e dos indígenas o que podemos receber?
 
Fonte: www.educadora91.com fotos: Salatiel Assis






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Áreas de Sete Quedas Poderão Ser Desapropriada e Virar Indígena




Acontecera no dia 04 de Fevereiro de 2013 no Show Rural da cidade de Cascavel, ás 9 horas da manhã, uma reunião com produtores rurais do PR e do MS, na Barraca FAEP, onde serão entregues panfletos indicativos e explicativos sobre as verdades não divulgadas sobre as demarcações de terras, e desapropriação para serem cedidas aos índios.
O caso realmente é grave e almeja cuidados e preocupação a todos do estado do MS, pois, pretendem desapropriar todas as terras que circulam o aquífero Guarani para reserva indígena, assim o estado do MS quase em sua totalidade passará a reserva indígena, acabando por extinguir dezenas de municípios.

De fato é preocupante não só para o MS mas para todo o pais, atualmente no estado do Paraná 18 propriedades rurais foram determinadas como área indígena, sendo que entre Guaíra e Terra Roxa existem 2.000 índios aguardando mais terra para ocupação.

“E dever de todos os produtores rurais se mobilizarem urgente, pois, estamos prestes a perder nossas terra, pois elas podem ser transferidas para os índios  e se não começarmos a nos mobilizar, isso irá acontecer em breve” diz o comunicado dos agricultores.

Alguns produtores da região de Tacuru e Sete Quedas já estão se mobilizando pra participar desta reunião, pois, em Tacuru e Sete Quedas existem aldeias indígenas   a preocupação já se tornou maior, pois há a possibilidade de essas áreas serem desapropriadas em breve. Os sindicatos da região estão se mobilizando para buscar o entendimento do assunto e estar preparados para se organizarem.

“Devemos nos organizar, entre em contato com o sindicato rural de sua cidade e procure esta sabendo do que esta acontecendo, pois isso e muito grave, e pode acabar com varias cidades, e até estados” dizem os presidentes de sindicatos.                           



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Coronel Sapucaia Terá 53,1% do Seu Território Transformado em Reserva Indígena


Famasul entrega documento sobre demarcações à presidenta Dilma

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Eduardo Riedel, entregou para a presidenta Dilma um documento demonstrando os efeitos da demarcação de novas áreas indígenas em Mato Grosso do Sul. A entrega ocorreu nesta segunda-feira (04), durante abertura do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), e foi intermediada pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, que integrava a comitiva da presidenta.

Riedel apresentou dados da área pretendida, já em estudos demarcatórios pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Se atendida a pretensão da Funai para a demarcação das Terras Indígenas I, II e III, o município de Coronel Sapucaia, por exemplo, terá 53,1% do seu território transformado em reserva indígena. O presidente da Comissão de Política Fundiária da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (Faep), Tarcísio Barbosa de Souza, também apresentou dados referentes ao estado vizinho.

No documento, a Famasul demonstrou que a contínua formação de Grupos de Trabalho nos processos administrativos de identificação e demarcação de terras indígenas e a publicação de portarias pela Funai tem provocado insegurança jurídica nos produtores rurais e fomentado frequentes invasões de propriedades privadas em áreas de grande produtividade agropecuária de Mato Grosso do Sul.

Dilma demonstrou conhecer a movimentação em torno de novas demarcações e se mostrou sensível aos impactos gerados nos municípios ao Sul do Estado. “A presidenta foi muito receptiva e reagiu com a sensibilidade de quem já acompanha o dilema da insegurança trazida pela pretensão de novas demarcações e pelas invasões de propriedade. A presidenta se mostrou comprometida em buscar soluções para a questão”, avaliou.

A Funai formou grupos de estudos – primeiro passo do processo demarcatório – para análise de três novas áreas, as Terras Indígenas Iguatemi-Pegua I, II e III. A Terra Indígena Iguatemi-Pegua I, com portaria já publicada, abrange área de 41,5 mil hectares, o que equivale a 14% do município de Iguatemi. As Terras Indígenas Iguatemi-Pegua II e III, caso publicadas, abrangerão 5% de Amambai, 25,2% de Paranhos, 28,9% de Tacuru, além de 53,1% de Coronel Sapucaia, em um total de 159,8 mil hectares.

Riedel destacou para a presidenta que Mato Grosso do Sul tem como característica um histórico de regularidade fundiária e de ratificação dos registros imobiliários pelo Incra, ou seja, não há casos de posse ou de situações de retirada forçado e violenta de comunidades indígenas de terras tradicionalmente ocupadas.

Feira – Durante seu discurso na abertura do Show Rural, a presidenta enalteceu a atividade rural reforçando que a liderança brasileira na produção de alimentos em âmbito mundial é uma vantagem estratégica para o País. Dilma também elogiou a “maturidade das lideranças do setor” e destacou o papel da Embrapa no desempenho da agricultura. “Se tem alto que nós brasileiros podemos nos orgulhar é da capacidade da Embrapa em gerar tecnologias”, valorizou. 
Autor: Assessoria de Imprensa

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