Published On:quinta-feira, 13 de junho de 2013
Posted by salatiel assis

Índio É Morto A Tiros Em Fazenda De Sete Quedas

VISTA AÉREA DA ALDEIA ONDE O INDIO MORAVA
A Polícia Civil investiga a morte de um índio guarani-kaiowá na aldeia Paraguassu, no município de Paranhos, cidade 469 quilômetros de Campo Grande. Celso Figueiredo, de 34 anos, foi assassinado com um tiro por volta das 5h30 da madrugada de quarta-feira (12).
Segundo a PC, o guarani-kaiowá, morador na Aldeia Paraguassu, em Paranhos, foi assinado a tiros por um indivíduo desconhecido após receber pagamentos por diária de trabalho em uma fazenda situada próximo a aldeia, onde inclusive o pai da vítima, um indígena de idade bastante avançada, trabalhou por vários anos e matem bom relacionamento com os patrões.
O pai da vítima estava junto no momento que o filho foi morto e não teria sido alvo do executor, segundo a polícia.
Na manhã dessa quinta-feira (13) o delegado, Dr. Rinaldo Moreira, que é titular na Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas, mas responde pelo expediente na Delegacia de Paranhos, que há mais de ano está sem delegado titular, vai ouvir o pai e familiares da vítima para buscar mais informações e tentar desvendar o crime, que pode ter sido comedido por vingança, segundo a polícia.
Segundo a Polícia Civil de Paranhos, que esteve na Aldeia Paraguassu, que fica situada às margens da Rodovia MS-295, a cerca de 25 quilômetros da cidade, na manhã dessa quinta-feira, apesar de amigos e familiares da vítima estarem chocados com a morte, o velório transcorre normalmente e não existe clima de tensão.
Produtores temem pretexto para invasões
Apesar da morte do indígena não estar ligada as questões de demarcações de terras, feito que tem tirado o sossego da classe produtora e de toda a população indígena e não indígena do Cone Sul do Estado, em Mato Grosso do Sul, produtores rurais temem que grupos que manipulam índios para fins de invadir terras no Estado, entre eles, segundo a Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) o CIMI (Conselho Indigenista Missionário) órgão ligado a Igreja Católica, possa fomentar invasões da propriedades na região usando o crime como pretexto, como já ocorreu em outras ocasiões.
No site do CIMI, apesar da polícia que investiga o caso dizer o contrário, o órgão afirma que a morte do guarani-kaiowá Celso Rodrigues, foi cometida por “pistoleiros”, dando clara conotação, apesar dos levantamentos preliminares realizados pela polícia até o momento apontar para outra direção, que o crime foi cometido por conta de confrontos fundiários.
O indígena Celso Rodrigues, de 34 anos, residente na Aldeia Paraguassu, em Paranhos, assassinado a tiro ontem (12) será enterrado na fazenda onde o crime ocorreu, uma propriedade rural situada nas proximidades da reserva indígena, mas segundo as informações, já no município de Sete Quedas.
Fonte: A Gazeta News 

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