Reaja Mato Grosso do Sul chega em Paranhos

Posted by JORNAL EDUCADORA | segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 | Posted in , ,



Prefeito adere e deixa a assinatura (JAIME MEL)
JAIME MEL
Desde o início de janeiro, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul está colhendo assinaturas para a campanha Reaja MS, integrante da nacional Reaja Brasil, e Pelo Fim da Impunidade.

O objetivo da proposta de emenda à Constituição Federal, Código Penal e Lei de Crimes Hediondos é aumentar a pena dos crimes cometidos contra servidores da segurança pública – Polícia Federal Polícia Rodoviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares, Corpo de Bombeiros Militares – bem como guardas municipais, Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e agentes do Sistema Penitenciário no exercício de suas funções ou em razão dela. A agravante também incide quando o crime o praticado contra cônjuge, ascendente, descendente, irmão, tio ou sobrinho na intenção de intimidar o servidor.

Na campanha Pelo Fim da Impunidade a proposta inclui, entre outros pontos o aumento do período máximo de prisão de 30 para 50 anos, da pena mínima do crime de homicídio de seis para 10 anos e elevação do tempo para progressão penal. Segundo o comandante geral da PMMS, coronel Carlos Alberto David dos Santos, as pessoas estão aderindo às campanhas satisfatoriamente. “A população está nos apoiando e ajudando a atingir o número mínimo de assinaturas para apresentação da proposta ao Congresso Nacional. Logo alcançaremos nosso objetivo”, disse Santos.

Por ser petição pública de iniciativa popular, a proposta deve ser aderida por 1% do eleitorado nacional, distribuído em pelo menos cinco Estados, com assinatura de no mínimo 0,3% dos eleitores de cada um. A estimativa é que sejam necessárias 1,4 milhão de assinaturas.

E na tarde desta sexta feira (dia primeiro de fevereiro) , o prefeito de Paranhos - Julio Cesar de Souza (PDT) recebeu em seu gabinete o sargento Belloto comandante do destacamento militar de Paranhos que entregou em mãos a cartilha do projeto. O comandante informou que todo o efetivo do destacamento da PM em Paranhos estará neste sábado na praça central divulgando e colhendo assinaturas para o projeto.

O prefeito assinou o projeto dando apoio e incentivo a segurança do município. "Estaremos lá no sábado prestigiando e convidando a população para assinar esse importante projeto para as pessoas que nos proporciona segurança”, afirmou.

As propostas das campanhas Reaja MS e Pelo Fim da Impunidade podem ser acessadas no site www.pm.ms.gov.br.



Fonte: Sulnews

Lino Oviedo Morre em Queda de Helicóptero no Paraguay

Posted by salatiel | | Posted in , ,


Imagem do dia 13 de janeiro mostra o candidato paraguaio Lino Oviedo durante campanha presidencial em Luque (Foto: Norberto Duarte)
O candidato a presidência do Paraguai pelo partido Unace e general reformado que viveu no Brasil no exílio, Lino Oviedo, morreu após a queda de um helicóptero na noite deste sábado (2), na província de Chaco. O presidente Federico Franco enviou condolências à família de Oviedo.

General reformado e fundador do União Nacional de Cidadãos Éticos (Unace), Oviedo, de 69 anos, embarcou na noite de sábado no helicóptero para voltar a Assunção após participar de um comício na cidade de Concepción, mas a aeronave perdeu contato com a torre de controle poucas horas depois, por volta das 22h - horário local.
Membros do Serviço de Busca e Resgate, compostos por homens da Força Aérea e do Corpo de Bombeiros Voluntários, localizaram um helicóptero acidentado na cidade de Presidente Hayes com os corpos carbonizados de três pessoas. Segundo a agência de notícias oficial do Paraguai, morreram também o piloto da aeronave, Delmás, e o guarda-costas do político, Denis Galeano.
Condenado a dez anos de prisão pela Justiça paraguaia por tentativa de golpe de Estado, em 1996, Lino Oviedo também foi acusado de ter mandado matar o vice-presidente, Luis María Argaña, em 1999, ano em que fugiu do Paraguai.


O Paraguai pediu a extradição de Oviedo, mas em 2001, o Supremo Tribunal Federal brasileiro a negou por considerá-la política. A Constituição brasileira proíbe a extradição por razões políticas. Ele ficou quatro anos exilado no Brasil.Oviedo viveu exilado na Argentina e depois ficou desaparecido. Em junho de 2000, o ex-general foi preso em Foz do Iguaçu a pedido do governo paraguaio.

De acordo com a agência Reuters, em 2009, Oviedo tentou abrir um processo (negado pela Justiça) de indenização contra o Estado paraguaio por tê-lo acusado de promover uma tentativa de golpe. Oviedo reivindicava US$ 20 milhões.
Na época, seu advogado disse que, por causa do processo, Oviedo perdeu a oportunidade de chegar à presidência da república em 1998, quando teve de deixar sua candidatura para o seu companheiro de chapa, Raúl Cubas, que acabaria eleito.
Lino Oviedo era filho de Ernesto Oviedo, ex-combatente da guerra do Paraguai e Bolivia, de 1932 a 1935, e da revolução de 1947.

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