Vaidoso, bandido tira foto com arma e é preso

Posted by JORNAL EDUCADORA | quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 | Posted in , ,


Do Progresso
Com informações de Sidnei Bronka
Um jovem de 18 anos residente no Jardim Flórida, foi preso pela Rádio Patrulha da Polícia Militar na tarde de segunda-feira, acusado de posse de arma de fogo. Há suspeita de que ele tenha participação em vários assaltos ocorrido em Dourados nos últimos dias.
A Polícia Militar fazia rondas pela Rua José Roberto Teixeira, no Altos do Indaiá, quando percebeu o rapaz trafegando em uma moto Honda CG Titan vermelha. O comportamento do piloto despertou suspeita por parte dos policiais. Durante abordagem, foi constatado que o veículo estava com os documentos atrasados, mas diante do nervosismo apresentado pelo rapaz os policiais decidiram averiguar.
Vaidade
Ao checar o telefone celular, quando se depararam com uma foto recente dele segundo uma arma de fogo; a imagem estava sendo utilizada como proteção de tela do aparelho.
Questionado,o suspeito disse que a arma estava em sua residência. A Rádio Patrulha então se dirigiu ao local onde acabou encontrando um revólver calibre 32, um 38 e uma espingarda. Diante do exposto, o jovem foi detido e levado para a delegacia.
O delegado Humberto Perez Lima o autuou em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. O crime é afiançável, porém, o delegado optou por não arbitrar fiança, já que o rapaz é reincidente e possui diversas passagens por roubo.
Na casa do suspeito foram encontradas três armas ilegais (Foto : Sidnei Bronka)

Ladrão de carro leva tiro e acaba preso .

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O bandido, do Paraná, e um comparsa armaram uma armadilha para um motorista de frete, para roubar a camionete; um deles foi presos perto de Itahum

 
Do Progresso

O bandido foi baleado depois de ter reagido com tiros à ordem de parada dos policiais (Foto : Sidnei Bronka)
Três pessoas foram amarradas e presas dentro de uma construção durante assalto ocorrido no final da tarde da última segunda-feira, no residencial Santa Fé, próximo ao Cerrado Brasil, em Dourados. Um dos criminosos trocou tiros com a Polícia Militar e acabou preso e baleado, horas depois.
A vítima, um homem de 60, residente no Jardim Rasslen, trabalha fazendo fretes, com sua camionete Ford/F-4000, placa de Dourados. Durante a tarde, o trabalhador foi solicitado, pelo telefone, a prestar um serviço.
O trabalho seria buscar alguns materiais de construção em uma obra no residencial Santa Fé. Ele foi para o local acompanhado do filho, de 27 anos, e de um amigo da família, de 20 anos.
Chegando ao local eles foram surpreendidos por dois falsos contratantes, que armados de uma pistola anunciaram o assalto. As três vítimas foram amarradas e colocadas no interior da construção, enquanto um dos bandidos fugia com a camionete e outro em um veículo Ford Fiesta. Instantes depois as vítimas se soltaram e acionaram as autoridades policiais.
A polícia montou várias barreiras na cidade, e por volta das 21h a camionete foi avistada na MS-270 próximo ao Distrito de Itahum.Homens da Polícia Militar deram ordem de parada, mas foram recebidos a tiros pelos assaltantes. Houve troca de tiros e um dos acusados acabou ferido durante a perseguição.
O bandido baleado é foragido da Justiça do Paraná e tem 25 anos. Ele levou um tiro na barriga que transfixou, saindo pelas costas. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital da Vida, onde foi submetido a uma cirurgia. Ele está internado, sob escolta da PM. O outro comparsa conseguiu fugir e não foi encontrado até o momento.
O preso é considerado criminoso de alta periculosidade. Em sua ficha criminal consta um homicídio cometido em Nova Andradina e vários roubos no Paraná. Ele estaria de passagem em Dourados, pois alguns de seus familiares residem na cidade. O caso está sendo investigado.

PF e MPF investigam suposta ‘Máfia dos Cartões’ em Dourados

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Proprietários de mercados e mercearias estariam retendo cartões de aposentadoria e bolsa família pertencentes a indígenas para liberar compras
 
Valéria Araújo
Do Progresso

Polícia Federal abriu inquérito para investigar suporta ‘máfia dos cartões’ praticada contra indígenas nas aldeias de Dourados (Foto : divulgação)
A Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF) abriram inquérito para apurar suposta ‘Máfia dos Cartões’ que pertencem a índios de Dourados e estariam em poder de comerciantes.
Segundo denúncia, proprietários de alguns mercados e mercearias dentro e fora da Reserva de Dourados estariam retendo cartões de aposentadoria e Bolsa Família para liberarem compras. A prática já é tão comum que é rotineira a entrada de vans e microônibus de comerciantes que buscam indígenas para efetuarem suas compras em seus estabelecimentos.
Além de ficar refém desses empresários, já que segundo denúncia, as famílias são obrigadas a comprar apenas nestes locais, há denuncia de que os índios pagam todo o salário por pouca comida. De acordo com lideranças das aldeias Jaguapirú e Bororó, os comerciantes denunciados seriam do ramo alimentício e vestuário. Eles estariam espalhados pela Reserva e bairros de Dourados. De acordo com lideranças dos indígenas, o fato é que a maioria das famílias, com pouca instrução, são facilmente exploradas.
Segundo eles, os índios se tornam presas fáceis para golpistas que se aproveitam da fragilidade das vítimas para os negócios e práticas comerciais. Os cartões bancários de aposentados, pensionistas ou beneficiários de programas do governo federal como o Bolsa Família, seriam utilizados para garantir o pagamento de compras.
Segundo ainda as lideranças, o comerciante vende a prazo para o indígena, mas retém o cartão dele e no dia do pagamento do benefício o próprio comerciante ou um funcionário do estabelecimento vai até o caixa eletrônico e faz o saque da conta do indígena.
Em outras situações há denúncias de que no dia de receber o pagamento os comerciantes levam grupos de indígenas para o interior dos bancos para sacarem o benefício. O dinheiro recebido serve para quitar a dívida junto ao comércio, que abre novo “crédito” para as compras do mês seguinte.
A prática, realizada sem nenhuma fiscalização, abre margem para verdadeiros “roubos”, já que alguns indígenas não sabem quais foram o valores sacados e se estas quantias são, de fato, o que eles tinham consumido nos estabelecimentos.
De acordo ainda com as lideranças, a retenção do cartão, por parte de comerciantes, gera o que eles chamam de “escravidão financeira” do indígena, já que ele sempre vai permanecer endividado naquele estabelecimento e conseqüentemente perde a liberdade de procurar atendimento em outras mercearias e buscar melhores preços.
O Ministério Público Federal diz que tem dois inquéritos em aberto no estado; um em Campo Grande e outro em Dourados. Já a Polícia Federal inicia o processo de ouvir testemunhas e suspeitos. Há informação de que alguns comerciantes já estão sendo indiciados. Em 2001 mais de 1 mil cartões foram retirados de comerciantes e devolvidos a índios. O comerciante flagrado pode responder por crime de estelionato e prisão.

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