FOTOS DA CIDADE DE SETE QUEDAS

Posted by salatiel | sábado, 28 de dezembro de 2013 | Posted in , ,

RARIDADE : CLUBE 30 DE MAIO - DIA ANTES DE SER INCENDIADO
Em Breve Fotos Nova. Já Estão Sento Tiradas e logo Postaremos

RUA RUI BARBOSA


COOPERATIVA LAR


CORREIOS

BIBLIOTECA

PREFEITURA

FÓRUM

AGENCIA FAZENDARIA



IGREJA CRISTÃ

RESIDENCIA
IGREJA CRISTÃ
LAGOA DA SUCURI



LAGOA DA SUCURI


COLEGIO INACIO DE CASTRO

RUA IPORÃ - FRENTE AO ANTIGO CLUBE 30 MAIO


AVENIDA INTERNACIONAL


BAR DO ZEZINHO

AV. INTERNACIONAL - ANTIGO PREDIO DA RADIO INTERNACIONAL



AVENIDA INTERNACIONAL - PRÓXIMO AO 4 DE ABRIL

GINÁSIO CHINELÃO

RUA ÉRICO VERISSIMO

CAFÉ IGUAPORÃ

Torre De Internet Cai Com O Vento Em Sete Quedas Ms.

Posted by salatiel | | Posted in , ,



U
ma torre de aproximadamente  60 metros, caiu por volta da 14 horas, possivelmente com o vento, apesar da não haver fortes rajadas de ventos no horário, nas proximidades da Av. Internacional,  saída para tacuru. A torre da empresa Brasil Net, que é utilizada para fornecimento de internet via radio, se localiza em uma residência na rua  21 de Agosto, esquina com  a Av. Internacional. 

Segundo informações de um dos jornalista do site www.educadora91.com, a torre felizmente não atingiu ninguém, mas acabou atingindo um Caminhão e uma maquina agrícola que se encontravam nas proximidades.

Com informações e fotos de Ana Paula Jui







Área indígena é Atacada e Incendiada Em Amazonas

Posted by salatiel | | Posted in ,

Confusão foi causada pelo desaparecimento de três moradores da cidade - Raolin Magalhães


Cerca de 300 pessoas invadiram nesta sexta-feira, 27, as aldeias da Terra Indígena Tenharim, localizada nos municípios de Manicoré e Humaitá, a 675 quilômetros de Manaus. Revoltadas contra o desaparecimento de três moradores da cidade, no início do mês, e entendendo que os índios os assassinaram, elas se dividiram em carros e caminhonetes, passaram pela aldeia Mafuí, atearam fogo em casas e destruíram um pedágio criado pelos índios no quilômetro 145 da Rodovia Transamazônica (BR-230).
A pedido da Fundação Nacional do Índio, uma força-tarefa formada pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Força Nacional foi enviada à região para tentar conter o conflito – mas até o início da noite nem as autoridades policiais tinham notícias atualizadas sobre a situação.
Antes de destruir o pedágio e incendiar as casas, ainda de madrugada, o grupo cortou a energia elétrica das aldeias. "Eram cerca de 150 homens", contou Marco Túlio da Rocha, funcionário da Eletrobrás Amazônia, chamado para restabelecer o fornecimento na manhã desta sexta. Segundo ele, os manifestantes atiraram contra o dispositivo de distribuição de energia. "Eles estavam muito furiosos, disseram que iam encontrar por conta própria os três desaparecidos", completou outro funcionário da Eletrobras Carlos Alberto Santos.
O tumulto ocorre dois dias depois do quebra-quebra em Humaitá, onde cerca de 2.000 pessoas incendiaram a sede da Funai, a Casa da Saúde do Índio, 13 veículos e um grande barco às margens do Rio Madeira. Cerca de 140 índios estão refugiados no 54° Batalhão de Infantaria da Selva, em Humaitá, para se proteger de retaliações.

(Imagens da internet)

Na sua operação, nesta sexta, os invasores se dividiram. Cerca de 50 homens acamparam a menos de 30 km das aldeias invadidas na sexta-feira. "Acho que temos de ir contra a cobrança dos pedágios. Quando paramos lá, ficamos à mercê dos índios. Um exemplo é nossos três amigos, que desapareceram", disse Samuel Martins, da Associação dos Madeireiros.
Estopim. O problema começou no dia 16, quando três homens -- o técnico da Eletrobrás Amazonas Aldeney Ribeiro Salvador, o professor Stef Pinheiro e o comerciante Luciano Ferreira Freire – desapareceram.
A informação na cidade é que teriam sido sequestrados e mortos pelos índios Tenharim, que assim estariam vingando a morte do cacique Ivan Tenharim. A versão oficial da morte do cacique é que ele sofreu um acidente de moto na BR-230. Para os índios, ele foi assassinado por pessoas descontentes com a presença dos índios nas cidades e com a cobrança de pedágios para passar por suas terras, nos quais são cobrados valores de R$ 15 a R$ 100. Os índios negam a acusação de sequestro.
Nesta sexta, a PF e os prefeitos de Manicoré e Humaitá se reuniram com familiares dos três desaparecidos para anunciar que as buscas pelos três começam neste sábado. Para evitar que moradores de Humaitá cruzassem o Rio Madeira, para engrossar o movimento em Santo Antônio do Matupi, a Polícia Militar fechou o acesso à balsa que fica no Rio Madeira, em Humaitá.

Chico Siqueira - Especial para o Estado

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