Mulher perde R$ 5 mil reais com golpistas, em Sete Quedas

Posted by salatiel | sábado, 27 de junho de 2015 | Posted in , ,


Uma mulher de 53 anos, perdeu R$ 5 mil reais ao ser iludida por golpistas nessa sexta-feira, dia 26 de junho, em Sete Quedas, fronteira com o Paraguai.
Segundo a Polícia Civil local, que investiga o caso, os marginais teriam ligado para a vítima fazendo-se passaram por seu sobrinho.
Na ligação o suposto sobrinho teria relatado que estava se deslocando para Sete Quedas para visitar a vítima, porém um caminhão teria batido em seu carro e fugido e por conta do acidente, ele estaria precisando de R$ 2,2 mil reais.
Preocupada com a situação, de imediato a tia depositou o valor na conta fornecida pelo golpista.
Momentos mais tarde a mulher recebeu outra ligação do suposto sobrinho onde pedia mais R$ 2,8 mais mil reais, segundo ele, para pagar a oficina para os reparos e a liberação do veículo sinistrado.
Mais uma vez a mulher realizou o depósito e só tempos depois descobriu que havia caído em um golpe.
Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas, que investiga o caso, ambos os depósitos efetuados pela vítima foram realizados em contas do Banco Bradesco.
O primeiro, no valor de R$ 2,2 mil reais na Conta 573317-0, agência 00140, de Goiânia, estado de Goiás, em nome de Ana Cláudia Rocha Ribeiro.
O segundo depósito efetuado pela vítima em favor dos golpistas, no valor R$ 2,8 mil reais, foi feito na conta 5052-0, agência 1840-6, em nome de Marco Aurélio Moreira dos Santos.
Segundo a polícia, a última ligação recebida pela vítima partiu do número (62) 8245-5335. Esse DDD é da região metropolitana da cidade de Goiânia, o que pode indicar que os golpistas são oriundos da capital goiaba.
Facções goianas têm invadido a fronteira
Facções criminosas oriundas do Estado de Goiás, sobretudo da capital goiana, tem invadido o Estado e causado transtornos e preocupação aos agentes de segurança pública que atuam na região de fronteira entre Brasil e Paraguai no Cone Sul de Mato Grosso do Sul.
Em primeiro momento as facções criminosas goianas apenas traziam carros furtados e roubados em seu estado e enviava de volta os mesmos veículos carregados com drogas, mas diante do grande número de apreensões, que tem provocado grandes perdas aos narcotraficantes, os marginais passaram a reagir, furando barreiras e trocando tiros com policiais.
Só nessa sexta-feira, dia 26 de junho, uma ação que envolveu o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), a Polícia Militar de Amambai e a Polícia Civil de Coronel Sapucaia, desbaratou um esquema de tráfico, aprendeu seis veículos, mais de cinco toneladas de maconha e prendeu em flagrante sete pessoas, todas moradoras em Goiânia, por tráfico de drogas.
Fonte: A Gazeta News 

Produtores rurais e índios entram em confronto em fazenda invadida

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Um grupo de produtores rurais entrou em confronto ontem à tarde com índios guarani-kaiowá que desde a madrugada de segunda-feira (22) ocupam a fazenda Madama, localizada no município de Coronel Sapucaia, a 400 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai.

O confronto ocorreu após uma reunião realizada no Sindicato Rural de Amambai, com a participação de representantes da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e dos fazendeiros da região.
O clima é de tensão naquela região depois que os índios invadiram três fazendas nesta semana. Além da Madama, ocupada na segunda, os guarani-kaiowá invadiram ontem as fazendas Três Poderes e Água Branca, no município de Aral Moreira.
Conflito – Após a reunião, um grupo de produtores rurais, usando caminhonetes, dirigiu-se para a sede da fazenda e alguns chegaram a entrar na propriedade após cortarem a cerca de arame. Índios usando arcos e flechas estavam no local e correram para o mato quando os fazendeiros chegaram.
Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) que monitoram a região tentaram convencer os produtores rurais a não entrarem na área para evitar confronto, mas o grupo ignorou o aviso. Os fazendeiros alegaram que entrariam “pacificamente” apenas para retomar a propriedade invadida.
Após o episódio, o diretor do DOF, tenente-coronel Ary Carlos Barbosa, que tinha acompanhado a reunião no Sindicato Rural de Amambai, seguiu para Campo Grande, para informar a situação ao governo do Estado.
Cimi acusa produtores – O Cimi (Conselho Indigenista Missionário), órgão ligado à igreja católica e apontado pelos fazendeiros como incentivador das invasões em Mato Grosso do Sul, acusou os produtores rurais de promoverem um atentado a tiros ao acampamento indígena.
“Ainda não é possível afirmar se houve mortos e feridos, mas em contato telefônico com os indígenas foi possível ouvir tiros ao fundo”, afirma nota divulgada no site do conselho.
PF não foi – Ainda de acordo com o Cimi, o ataque ocorreu porque a Polícia Federal não teria cumprido o acordo intermediado segunda-feira pelo MPF (Ministério Público Federal), e não acompanhou os fazendeiros no momento em que foram à fazenda ocupada para retirada de pertences.
“Com isso, o proprietário da fazenda sentiu-se livre e impune para incitar os demais que o acompanhavam a juntos expulsarem os indígenas do local”, acusa o Cimi.

Índios e fazendeiros entram em conflito em fazenda em Mato Grosso do Sul

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Confronto na fazenda Madana

 


Índios e produtores rurais enfrentaram-se ontem (24) em uma fazenda de Coronel Sapucaia, em Mato Grosso do Sul, a cerca de 180 quilômetros de Dourados, no sudoeste do estado. O confronto ocorreu na fazenda ocupada por índios guarani e kaiowá na última segunda-feira (22).
Dirigindo caminhonetes e picapes, um grupo de não índios tentou desocupar a Fazenda Madama sem uma decisão judicial ou apoio policial. Enquanto os motoristas ameaçavam lançar os veículos contra os índios, estes resistiam lançando pedras, paus e flechas. Não há, até o momento, registro de feridos, mas os índios afirmam que, na confusão, uma mulher e duas crianças fugiram e ainda não voltaram para o acampamento.
O conflito foi acompanhado a distância por agentes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e da Polícia Civil, que não conseguiram evitar a entrada dos produtores rurais na fazenda. Segundo o assessor de comunicação do DOF, sargento Júlio Cesar Teles Arguelho, os quatro policiais do departamento estavam no local desde o início da manhã apenas para ajudar na retirada do gado e de bens do proprietário da fazenda ocupada. Por volta do meio-dia, a guarnição foi surpreendida pela chegada de uma carreata com dezenas de veículos.
“Os policiais orientaram o grupo a não entrar na área para fazer a retomada, até porque o efetivo era insuficiente para garantir a segurança de todos”, disse o sargento à Agência Brasil. Como a atribuição de agir em conflitos indígenas é da Polícia Federal (PF), o efetivo era insuficiente para qualquer ação repressiva, os agentes do DOF retiraram-se do local.
Segundo líderes indígenas, a ocupação da Fazenda Madama foi a forma encontrada para retomar e pressionar o Poder Público a reconhecer a área como parte de um território ancestral indígena. As tentativas de se fixar na área intensificaram-se nos últimos seis ou sete anos. Três índios morreram entre 2007 e 2009 em conflitos relacionados à disputa fundiária.
Procurada, a Funai informou que está acompanhando o caso e que órgãos como o Ministério Público Federal e a Polícia Federal estão à frente das negociações. 
Os guaranis e kaiowás alegam que uma área no interior da Fazenda Madama é território sagrado indígena, o chamado Kurusu Ambá, assim como outras áreas reivindicadas pelas etnias. 
Em outubro de 2012, ao comentar a tensão entre fazendeiros e índios, a Funai divulgou nota dizendo-se impedida de prosseguir com o processo de reconhecimento de Kurusu Ambá e de outras áreas reivindicadas pelos guarani e kaiowá em Mato Grosso do Sul, em virtude de elas serem alvo de medidas judiciais impetradas por fazendeiros. Na ocasião, a Funai disse confiar que as decisões do Poder Judiciário “reconhecessem e reafirmassem o direito dos povos indígenas as suas terras de ocupação tradicional”.
A reação dos fazendeiros à ocupação da fazenda ocorreu após uma reunião no Sindicato Rural de Amambai. Cerca de 150 proprietários rurais discutiram a ocupação, em todo o estado, de terras que consideram produtivas. Segundo a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, 89 propriedades estão ocupadas por índios – algumas há mais de uma década. Além da Fazenda Madama, duas áreas foram tomadas em Aral Moreira.
Durante o encontro, o presidente da federação, Nilton Pickler, recomendou que os produtores se unam para pressionar o governo federal a “definir a situação das áreas invadidas no estado”. “Nós nos colocamos à disposição de todos os que passam por este momento tão difícil, mas entendemos que é necessário buscar os caminhos jurídicos”, declarou Pickler.

Carro Roubado em Sete Quedas é Recuperado em Ponta Porã

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P.M prende assaltante, recupera veículo roubado e estoura boca de fumo em Ponta Porã‏


Ontem (25) por volta das 19:20hs, uma viatura da polícia realizava o patrulhamento na rua Coronel Santana, no bairro J.D primor da cidade, quando avistou o veículo  Fiat/Siena de cor prata sem placas, transitando em atitudes suspeitas pela região, ao tentar realizar a abordagem o veículo tentou empreender fuga para o território paraguaio, porém através de uma rápida ação policial, conseguiram interceptar e render o veículo e seus condutores, onde foram identificados como Josiel da Silva Lima de (26) anos, Cristina de (48) anos e Graciela de (27) anos, que em revista e checagem aos mesmos, foi confirmado que que a placa do veículo é NRL-2772 do município de Sete Quedas-MS, e estava com ocorrência de roubo/furto do dia (23) de junho de 2015, sendo  que é o mesmo veículo do taxista que saiu da cidade de Sete Quedas e foi rendido e  assaltado no distrito de Itamarati, onde levaram seu veículo e lhe largaram na região, onde as características e descrição do assaltante, batem perfeitamente com o autor Josiel,  após entrevistas como os mesmos, os policiais descobriram que na residência de Cristina , funcionava um ponto de vendas de drogas.
Os P.Ms rapidamente deslocaram com os autores para o referida propriedade, onde no interior da mesma, encontraram as duas placas de identificação do veiculo ( NRL-2772), certa quantias de maconha e crack, 04 aparelhos de celular e 42 pares de sapatos novos, provavelmente de origem de roubo/furto, Graciela Gonzalez Samaniego admitiu que a casa funciona como ” ponto de venda e consumo de drogas”, porem não tem nada a ver com isso, pois trabalha durante o dia, e não tem nada a ver oque ocorre em sua residência em sua ausência, que o autor Josiel resistiu a prisão e os policiais tiveram que usar uso de força proporcional para lhe conter.
Diante dos fatos, os envolvidos foram presos e encaminhados à delegacia de polícia civil para providências cabíveis, onde compareceu a vítima.

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