Indignados Índios destrõem sede da fazenda Buriti

Posted by salatiel | sexta-feira, 31 de maio de 2013 | Posted in , ,

Foto: Marcos Tomé/Região News
A informação de que o terena Oziel Gabriel, ferido com um tiro disparado por um policial federal, havia morrido logo após chegar ao Hospital Elmiria Barbosa, desencadeou indignação entre os índios que permaneciam na Fazenda Buriti. Eles atearam fogo e destruíram completamente as três casas (a principal e duas reservadas a funcionários) que se transformaram em escombros. Das benfeitorias, só ficou em pé o mangueiro.
Diante da revolta dos índios, que ocupam áreas vizinhas (fazendas 3 R , Querência São José e Santa Helena) e com a destruição da sede, Ricardo Bacha, dono da fazenda, não terá condições de voltar à propriedade tão cedo, também por e causa do risco iminente de um novo confronto.
Os índios, mais do que as forças policiais, responsabilizam Bacha pelo desfecho trágico da desocupação. Além de recorrer à Justiça, o ex-deputado esteve em Brasília, mobilizou boa parte dos deputados estaduais, atraiu produtores para pressionar a Polícia Federal, com o propósito de retirar os índios das terras que considera serem suas e são  reivindicadas pelos terena como terra indígena.
Na Fazenda 3 R, por exemplo, que pertence a um primo de Bacha, Roberto Bacha, os índios estão há três anos numa área da propriedade onde formaram uma aldeia. Firmaram acordo com o proprietário que não expandiriam a ocupação até a decisão final da Justiça. Pela manhã, quando ainda esperava uma desocupação pacífica, chegou a Sidrolândia, na expectativa de que à tarde retomaria a posse da propriedade.
Enquanto isto, um grupo de 17 índios que se confrontaram com a Polícia durante a desocupação foi levado preso para Campo Grande. De acordo com a PF (Polícia Federal), todos cometeram o crime de desobediência. Entre eles há uma mulher e três adolescentes. Os índios foram levados para o auditório da PF para serem ouvidos, um por ver, pelo delegado de plantão.
Os menores de idade foram encaminhados à Polícia Civil de Sidrolândia. Representantes da Funai (Fundação Nacional do Índio) e de ONGs (Organizações Não Governamentais) estão na Superintendência e irão conversar com os indígenas, após depoimento deles.

Índio Morto Em Confronto Com Policia Federal em Fazenda Invadida

Posted by salatiel | | Posted in , ,


Barreira da PF impediu a entrada de jornalistas. (Foto: João Garrigó)Barreira da PF impediu a entrada de jornalistas. (Foto: João Garrigó)




























Morreu um dos índios feridos na desocupação da fazenda Buriti, realizada hoje em Sidrolândia pela PF (Polícia Federal) e Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais). A informação do óbito foi confirmada pelo hospital beneficente Dona Elmira Silvério Barbosa, para onde foram levados 4 terenas.
A vítima é Oziel Gabriel, 35 anos. Ele era da aldeia Córrego de Meio e estava acampado na fazenda desde o dia 15. Segundo amigos, ele era estudante do Ensino Médio e foi até a área para reforçar a luta pela retomada das terras.
A família de Oziel está no hospital, inclusive a mãe, e diz que o índio foi baleado no peito. Quando o corpo foi colocado no carro da funerária, os índios gritaram palavras de ordem, chamando o terena de "guerreiro".
Os terena foram levados ao hospital em carros de terceiro e caminhonete da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena).
O avicultor Rodrigo Cunico, de 29 anos, passava de carro pela estrada e encontrou os feridos, inclusive Oziel. “Tinha um caído, com ferimento na barriga. Ele estava inconsciente”, relata.
Bastante nervoso, um indígena, que não quis se identificar, relatou que cerca de 50 policiais federais e da Cigcoe  chegaram às 6h da manhã. Ele relata que foram pegos de surpresa, pois aguardavam serem intimados da decisão por um oficial de justiça. Os índios resistiram e houve confronto.
A fazenda foi invadida pelos terenas em 15 de maio. No mesmo dia, saiu uma decisão para que os índios deixassem o local. Mas a reintegração não foi cumprida no dia 18 e a decisão acabou suspensa até ontem, quando foi realizada audiência na Justiça Federal. Sem acordo entre as partes, o juiz Ronaldo José da Silva determinou o cumprimento da reintegração de posse.

Os índios reivindicam 17 mil hectares da aldeia Buriti que estão na posse de fazendeiros e que foram identificados em 2011 como terra indígena. A imprensa não teve acesso à fazenda Buriti. Um bloqueio com oito policiais armados impediu a entrada dos jornalistas para acompanhar o despejo dos terenas.

Bacha Culpa Cimi por Morte de Indigena

O ex-deputado Ricardo Bacha segue neste momento para a fazenda Buriti, em Sidrolândia para retomar a propriedade depois da retirada à força de índios terena que desde o dia 15 estão na propriedade.
No caminho, foi informado sobre a morte de um dos índios durante o conflito. “Isso é mentira, eles mentem muito”, comentou. Mas em seguida, ao saber da confirmação da morte de Oziel Gabriel, Bacha resumiu: “É lamentável”.
Na opinião de Bacha, a ação da Polícia era inevitável. “Não deveria ser dessa forma, mas a lei precisa ser cumprida”, avalia.
O produtor rural atacou o CIMI (Conselho Indigenista Missionário), jogando para a entidade a responsabilidade pelo confronto. “Avisei todo mundo, várias vezes, que haveria morte. A culpa é do Cimi e desse povo que fica incitando índio a entrar nas fazendas.”
Sobre o fato do Cigcoe ter feito a desocupação e não a Polícia Federal, que originalmente seria a responsável pelo cumprimento da reintegração de posse, o ex-deputado avalia que todo o apoio é bem vindo quando o que está em risco é a lei. “Se não for assim, outros grupos organizados vão começar a fazer o que querem no Brasil”, diz.
Segundo ele, os terena já entraram duas vezes na Fazenda Buriti, a primeira em 2003 quando a “retirada foi pacífica”, lembra, feita pela Polícia Federal.
Hoje, por volta das 9h40, quando toda a imprensa já estava na área para acompanhar a retirada dos índios, não havia qualquer representante do CIMI no local. O Campo Grande News falou com um dos coordenadores locais por telefone e a informação foi de apenas naquele momento alguém seria enviado até lá.
Os jornalistas foram impedidos de acompanhar a desocupação. Foram barrados na estrada que dá acesso à fazenda. Para os índios, a ação foi violenta e desmedida. "A gente não tinah nada nas mãos, nem um arco. Eles chegaram atirando de manhã bem cedido. Não deu nem tempo de reagir", conta Alzira Souza, prima do índio Oziel, morto pela polícia durante confronto.
O terena é estudante do Ensino Médio, tinha 35 anos e deixa dois filhos de 15 e 18 anos.

Há informações de outros 5 feridos, entre eles um senhor de 70 anos e um homem de 46, ambos da aldeia Lagoinha que também estava na fazenda.

Assaltante diz que pagou $ 20 mil ao MP paraguaio para ser solto

Posted by JORNAL EDUCADORA | | Posted in , , ,


Clique na Imagem para ampliá-la
O acusado, Wesley dos Santos Ferreira, de 26 anos. Preso no Paraná ele disse que praticou pelo menos oito assaltos na região Cone Sul de MS e pagou $ 20 mil dólares ao Ministério Público do Paraguai para se livrar da cadeia e da extradição para o Brasil. (Foto: Divulgação/A Gazetanews)
Vilson Nascimento
Um assaltante preso essa semana no estado do Paraná sob acusação de envolvimento e vários assaltos a mão armada em municípios da região Cone Sul do Estado, em Mato Grosso do Sul, disse que pagou $ 20 mil (vinte mil dólares) ao Ministério Público paraguaio, naquele país chamado de “Fiscalia” para não ser entregue a polícia brasileira e posteriormente sair da cadeira.
O brasileiro Wesley dos Santos Ferreira, 26 anos, em companhia de outro brasileiro, Delcimar Mendes, 22 anos, foram presos em janeiro deste ano em Salto Del Guairá, no Paraguai, após roubarem uma caminhonete em Eldorado, em Mato Grosso do Sul.
Na ocasião a Polícia Nacional do Paraguai se prontificou a entregar a dupla a Polícia Civil brasileira, mas o Ministério Público do Paraguai, apesar dos brasileiros estarem em situação irregular naquele país, negou a extradição alegando que a dupla tinha familiares no Paraguai e colou os assaltantes em liberdade.
A Prisão
Wesley Ferreira, que meses atrás foi reconhecido por testemunhas ao tentar praticar um assalto na cidade de Sete Quedas, após ter tido sua foto publicada pelo A Gazetanews, acabou preso essa semana na cidade de Rolândia, no Paraná.
Segundo o delegado que comandou as investigações até a localização e a prisão do acusado, Dr. Claudineis Galinari, que atua como delegado titular em Eldorado, em depoimento, após a prisão, Wesley contou detalhes de como se livrou da cadeia no Paraguai e da extradição para o Brasil.
Veja vídeo de Wesley no dia da prisão no Paraguai:
Segundo o acusado, que na época da detenção no Paraguai chegou a ser ouvido pelo delegado Dr. Galinari, ele teria pagado o suborno ao Ministério Público do Paraguai, em Salto Del Guairá com dinheiro oriundo da venda de carros roubados na região Cone Sul de MS e de tráfico de drogas que ele e seu comparsa vinham guardando.
De acordo com Dr. Galinari, ao ser preso no Paraná, Wesley teria confessado a prática de pelo menos sete assaltos a mão armada na região nos últimos meses.
Cinco desses assaltos foram praticados na cidade de Eldorado, um em Itaquiraí e outro na cidade de Mundo Novo.
Segundo teria relatado Wesley Ferreira ao delegado na hora da prisão, ele utilizava uma pistola marca Inbel, calibre ponto 45 milímetros para render as vítimas e praticar o roubo.
Fonte: A Gazeta News 

OUÇA A RÁDIO AO VIVO

DESTAQUE

Atendendo Salatiel, Prefeitura Faz Manutenção de Ruas da Área Industrial

A prefeitura Municipal de Sete Quedas realizou o patrolamento das ruas que dão acesso aos lotes da Área Industrial do município. ...

V Í D E O S

V Í D E O S
EM ENTREVISTA AO PORTAL GIBA NOTICIAS SALATIEL APRESENTA PROPOSTAS PARA SETE QUEDAS

Noticias de Sete Quedas e Região

Tecnologia do Blogger.

    ARQUIVO