Salatiel Agradece Administração Por Atender Sua Solicitação Em Posto de Saúde

Posted by salatiel | terça-feira, 30 de outubro de 2018 | Posted in , , , , ,



O Vereador Salatiel da Rádio Agradeceu a Administração Municipal, que através do Prefeito Chico Pirolli atendeu sua solicitação que pedia a construção de Banco e Cobertura para os Pacientes que frequentam o Posto de Saúde Faixão/Vila da Marias.  

"Gostaria de agradecer o Prefeito Chico Pirolli, que através do Departamento de Obras atendeu meu pedido, vendo a necessidade de uma melhor comodidade aos frequentadores do Posto em virtude de atendimento médico. Muitos idosos, e mulheres com criança de colo, ficam por ali por um bom tempo aguardando a abertura da Unidade de Saúde, e permanecem em pé, principalmente no horário de almoço, quando o sol é mais quente, muitas vezes sentados no chão, ou emprestavam cadeiras dos moradores da vizinhança. Agora terão local para sentar e se abrigar. Teremos Banco e Cobertura para abrigar os frequentadores" disse o vereador ao visitar a obra que já esta em andamento.

“No local há uma cobertura na portaria, mas não existe local para que os mesmos possam sentar e aguardar. Senti a necessidade da construção de um banco com cobertura, para que os mesmos possam aguardar abertura do posto” disse o vereador em sua justificativa para o projeto.

A indicação foi apresentada pelo vereador e aprovada por unanimidade. Segundo o vereador essa solicitação vem de anseio ao desejo dos moradores que utilizam aquela unidade de saúde e necessitam de um local com comodidade para aguardar a abertura do Posto. 





O vereador esteve por diversas vezes no local acompanhando o dia a dia dos frequentadores do posto e observou a necessidade do projeto e que no local há um espaço que seria bem propicio para construção do abrigo.

“Estive por varias vezes ali no local, pude observar a presença de muitas pessoas no local, pois o posto abre as 13hs e muitos já estão por lá desde as 11hs para pegar as senhas de atendimento. Mas acredito que esse projeto ira beneficiar muito os usuários” finalizou.

Reinaldo Azambuja é Reeleito Governador do Estado de MS

Posted by salatiel | segunda-feira, 29 de outubro de 2018 | Posted in , , ,















Reinaldo Azambuja (PSDB), reeleito governador de Mato Grosso do Sul 
comemora a vitória no comitê do partido localizado na Avenida Marechal 
Deodoro, em Campo Grande. “Vou trabalhar dobrado em 2019” garantiu o 
governador reeleito.
Com festa junto do partido, Azambuja disse que a campanha foi complicada
 devido às denúncias e ataques que sofreu. “A nossa campanha foi difícil, mas
 graças a Deus consegui sair inocente de todas as calúnias”, disse.
De acordo com o governador, os próximos passos é regionalizar a saúde e colocar
 em prática novos planos de governo.
APURAÇÃO DOS VOTOS
Reeleito governador de Mato Grosso do Sul com 52,35% (677.310) dos votos 
válidos, Reinaldo Azambuja (PSDB) foi o mais votado em três dos cinco 
maiores municípios do Estado - Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã.
O tucano fez 53,11% dos votos válidos na Capital, equivalentes a 243.742 
eleitores. Derrotado, Juiz Odilon (PDT) ficou com 46,89%, ou 215.193 votos.
Azambuja conquistou 52,01% dos votos válidos em Corumbá, que correspondem
 a 23.744 pessoas. Já o juiz federal aposentado terminou com 47,99% da preferência na cidade pantaneira, com 21.909 eleitores.
Já no município de Ponta Porã, o tucano conseguiu 56,46%, equivalentes a 
23.496 votantes. Na mesma cidade, Juiz Odilon acabou com 43,54% da 
preferência, ou 18.116 votos.
Reeleito governador de Mato Grosso do Sul com 52,35% (677.310) dos votos 
válidos, Reinaldo Azambuja (PSDB) foi o mais votado em 56 dos 79 municípios.
 O tucano teve a preferência de 70,9% das cidades.
Azambuja fez 53,11% (243.742) dos votos válidos no maior colégio eleitoral do 
Estado, Campo Grande.
O tucano levou a melhor também em Corumbá (52,01%, 23.744 votos) e em 
Ponta Porã (56,46%, 23.496 votos). O município em que Azambuja venceu 
com maior vantagem porcentual foi Japorã, com 78,75% (2.901).
Juiz Odilon (PDT), derrotado com 47,65% dos votos válidos (616.422) do 
Estado, venceu o adversário em 23 municípios – 29,1% do total de cidades. 
O juiz federal aposentado foi preferido em Dourados (50,54%, 55.231 votos) 
e Três Lagoas (56,44%, 27.122 votos).
O candidato vencido conseguiu sua maior vantagem perante Azambuja em 
Sonora, onde 67,93% (4.779) do eleitorado votou nele.
ABSTENÇÕES
Dos 1.877.020 eleitores sul-mato-grossenses, 427.646 não compareceram às 
urnas – o equivalente a 22,78% de abstenção. Foram 1.449.374 votos, com 
1.293.732 válidos (89,26%), 116.897 nulos (8,07%) e 38.745 brancos (2,67%).


Jair Bolsonaro é Eleito o 38º Presidente do Brasil

Posted by salatiel | | Posted in , , , ,


Bolsonaro subirá rampa do Palácio do Planalto daqui a 65 dias
vitória de Jair Bolsonaro (PSL) nas urnas vem acompanhada de uma série de desafios complicados para resolver e que continuarão a existir a partir de 1º de janeiro de 2019, quando ele assumir a cadeira de presidente da República.
A equipe do presidente eleito vai se reunir em breve com auxiliares do presidente Michel Temer (MDB) para iniciar a transição do governo.
Na pauta, questões como reforma da Previdência, reforma tributária, intervenção federal no Rio de Janeiro e segurança pública em todo o país, entre outras.

Congresso

O novo Congresso terá 30 partidos, o maior número já registrado. Mas o perfil dos parlamentares que integrarão a Câmara dos Deputados e o Senado Federal a partir de fevereiro do ano que vem é conservador, algo inicialmente vantajoso para Bolsonaro na avaliação do cientista político e professor Rodrigo Prando, da Universidade Presbiteriana Mackenzie
"Esse perfil mais conservador já cria para ele [Bolsonaro] uma base de sustentação. Além disso, algumas bancadas como a ruralista e a dos evangélicos estão com ele, sem contar parlamentares ligados aos militares. Não me parece que ele deva ter neste início grandes dificuldades com esse Congresso", observa.
Prando, por outro lado, pondera que Bolsonaro terá que "vestir a roupa de presidente".
"O grande desafio do Bolsonaro vai ser tirar a roupa de candidato e vestir a roupa de presidente. Ele vai ter que abandonar o discurso e a retórica da eleição para assumir a chamada liturgia do cargo. Ele vai ter responsabilidade redobrada sobre aquilo que ele fala, assim como os filhos dele."
Para o professor, o prestígio inicial do novo presidente deverá ser um capital político valioso para a aprovação de projetos importantes no Congresso, mas só isso não bastará. "Ele vai precisar negociar e fazer concessões. Como é um deputado que sabe como as coisas funcionam, ele está ciente disso", diz. O futuro presidente já havia feito acenos ao deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que quer se candidatar novamente à Presidência da Câmara, o que indica uma flexibilidade do discurso inicial dele. 
Além disso, Bolsonaro terá que dar certa tranquilidade ao mercado financeiro, isso inclui manter o economista Paulo Guedes no ministério da Fazenda.
"Uma eventual saída de Paulo Guedes do governo criaria uma crise de confiança no mercado. O candidato que a vida toda foi intervencionista e estatizante, agora perde o principal aliado liberal. Não seria algo positivo", completa.
O futuro presidente ainda sofrerá pressões de partidos políticos para as nomeações de cargos públicos. 
"A retórica do palanque é uma e na hora de governar é outra, sobretudo porque o Bolsonaro sabe como funciona. Bolsonaro pode bater no peito e dizer 'eu ganhei sozinho', sem partido, sem coligação, sem tempo de TV, sem dinheiro. Tecnicamente, não deveria nada a ninguém, mas ele sabe que para governar, exige a necessidade de cargos e indicações. Há uma diferença substancial entre ganhar e governar. A Dilma ganhou em 2014, mas não governou por causa do estilo dela, de não ceder e não querer dialogar com ninguém", diz Prando.

Economia

Retomar crescimento e empregos será missão da equipe econômica

Retomar crescimento e empregos será missão da equipe econômica

Nelson Antoine/Estadão Conteúdo - 28.9.2018
O país ainda registra 12,7 milhões de desempregados e 11,2 milhões que trabalham sem carteira assinada. Ainda existe o fantasma de uma piora da economia e reformas como a da Previdência e tributária são esperadas do novo governo. À frente disso, estará Paulo Guedes, o "passaporte liberal" de Bolsonaro garantiu a ele o apoio do mercado financeiro e dos empresários durante a campanha.
O apoio, no entanto, não é incondicional e futuro presidente terá a missão de reaquecer a economia e gerar empregos. O presidente do Cofecon (Conselho Federal de Economia), Wellington Leonardo da Silva, diz que o novo governo terá a missão de fazer com que o empresariado volte a investir na produção.
"A primeira coisa que precisa fazer é planejar ter um projeto de país. O Brasil não tem um projeto de nação. Não existe aqui uma elite, que mereça ser assim chamada, do ponto de vista do desenvolvimento econômico. No Brasil, nós não temos isso, temos uma galera que vende qualquer coisa e o negócio é botar dinheiro no banco para render 6,5% ao ano. Se porta apenas como rentista. O empresário brasileiro hoje prefere investir recursos para financiar a dívida pública e não investe na produção, que é o que traz retorno ao país", avalia.
Silva fala da necessidade de se discutir a reforma tributária "ainda no primeiro ano de governo". "Precisamos acabar com o mito de que a tributação no Brasil é excessiva. Ela é injusta com quem ganha menos. Mas a reforma não é uma tarefa simples, até porque bancos, empresários, Estados, municípios... cada um vai querer algum tipo de benefício."
A reforma da Previdência nos moldes desenhados pelo presidente Michel Temer (MDB) já foi rejeitada por aliados de Bolsonaro e deve ser revista pela equipe de Bolsonaro. O tema, que enfrenta grande resistência na sociedade, é tido pelo mercado financeiro como uma prioridade.
Pesquisa BTG/FSB mostrou na semana passada que 84% dos eleitores são contrários ao aumento da idade mínima de aposentadoria para 65 anos.
Bolsonaro e Guedes precisam permanecer juntos para evitar crise de confiança

Bolsonaro e Guedes precisam permanecer juntos para evitar crise de confiança

Sergio Moraes/Reuters - 6.8.2018

Segurança pública

Intervenção no RJ deve ser revista por Bolsonaro

Intervenção no RJ deve ser revista por Bolsonaro

Jose Lucena/Estadão Conteúdo - 15.9.2018
O combate à violência foi uma das bandeiras de campanha mais levantadas por Bolsonaro. Para o pesquisador Cláudio Edward dos Reis, vice-coordenador do Núcleo de Estudos sobre Violência e Relações de Gênero da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Assis, o tema da segurança pública terá que ser enfrentado logo nos primeiros meses de mandato.
"Eu imagino que o primeiro [desafio], tendo em vista o acirramento desses últimos dias antes das eleições, será pacificar o país. Haverá necessidade de uma atuação diplomática para pensar em políticas que possam atender às necessidades da população", observa.
Ele também avalia que Bolsonaro e o novo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), terão que entrar em um acordo sobre o que será feito em relação à intervenção federal no Estado.
"Eu imagino que o governo deverá interromper a intervenção no Rio, porque existem algumas medidas que o Congresso precisa votar e enquanto houver a intervenção o Congresso não pode realizar essas votações. Juntamente com o novo governador do Rio de Janeiro, há de se pensar um novo plano para combater a violência."
O cientista político Rodrigo Prando aposta que Bolsonaro deverá investir inicialmente nas pautas de segurança no Congresso, como a redução da maioridade penal e a revisão do Estatuto do Desarmamento. "Esses são projetos que eu acredito que ele aprovaria com mais facilidade e passa a imagem de um governo forte para aprovar posteriormente outras pautas."

Jair Bolsonaro foi eleito neste domingo (28) presidente do Brasil. Com 99,99% das urnas apuradas, o candidato do PSl conquistou 55,13% dos votos, contra 44,87% de Fernando Haddad (PT).
Bolsonaro será o chefe do Poder Executivo pelos próximo quatros anos e receberá a faixa presidencial no dia 1º de janeiro de 2019.
Veja algumas das propostas do presidente eleito com base no programa apresentado ao TSE e entrevistas concedidas durante a campanha:
Segurança e direitos humanos
Bolsonaro defende a liberdade de escolhas “desde que não interfiram em aspectos essenciais da vida do próximo”. Segundo ele, essa liberdade deve alcançar escolhas afetivas, políticas, econômicas ou espirituais e acrescenta que uma nação mais fraterna e com menos excluídos é mais forte. Em seu programa de governo, diz que a política de direitos humanos será redirecionada com prioridade para a defesa das vítimas da violência, como a reforma do Estatuto do Desarmamento e o direito de as pessoas terem armas para usar em “legítima defesa”. Ele também defende a redução da maioridade penal para 16 anos, é contrário à progressão de penas e as saídas temporárias de presos em datas especiais, os chamados saidões.
Economia
Uma das principais propostas é a privatização ou extinção de estatais. Segundo Bolsonaro, a ideia é reduzir o pagamento de juros, que custaram R$ 400,8 bilhões em 2017, com a venda de ativos públicos. Em relação à reforma da Previdência, defende a implantação, no país, de um modelo privado de capitalização do setor. Como proposta para o sistema tributário do país, o programa  fala em unificar impostos e simplificar o sistema de arrecadação de tributos. Uma das promessas é reduzir de forma gradativa os impostos, por meio da eliminação e unificação de tributos, "paralelamente ao espaço criado por controle de gastos e programas de desburocratização e privatização". O assessor econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, que deve assumir como ministro da Economia, disse, em conversa com investidores, que a intenção é criar uma alíquota única de 20% no Imposto de Renda, que passaria a incidir sobre quem ganha acima de cinco salários mínimos.  
Bolsonaro pretende criar um novo tipo de carteira de trabalho, batizada de "carteira verde e amarela", que seria voltada ao jovem quando ingressasse no mercado de trabalho. Por essa carteira, o contrato individual de trabalho teria prevalência sobre a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), mas sem violar dispositivos trabalhistas previstos na Constituição.
Pretende instituir uma renda mínima para todas as famílias brasileiras, em valor acima do benefício pago pelo programa Bolsa Família.
Saúde
Bolsonaro diz que as ações planejadas terão como foco “eficiência, gestão e respeito com a vida das pessoas” e que é possível fazer mais com os recursos atualmente disponíveis. Outra proposta é adotar o chamado Prontuário Eletrônico Nacional Interligado em postos, ambulatórios e hospitais para reduzir os custos ao facilitar o atendimento futuro por outros médicos em diferentes unidades de saúde, além de permitir cobrar maior desempenho dos gestores locais. Defende também o credenciamento universal de médicos e instituição de carreira de Estado para médico.
Em relação ao Mais Médicos, o plano de governo prevê que “nossos irmãos cubanos serão libertados” e que suas famílias poderiam imigrar para o Brasil desde que os profissionais sejam aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida). Os médicos cubanos passariam a receber integralmente o valor pago pelo governo brasileiro e que, atualmente, é redirecionado, via convênio com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), para o governo de Cuba.
Meio ambiente e Agricultura

No programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral, Bolsonaro não fez menção direta ao tema meio ambiente, mas apontava caminhos para agricultura. O novo presidente pretende criar uma "nova estrutura federal agropecuária", que vai englobar diversas pastas. Durante a campanha, defendeu a junção dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, mas nos últimos dias admitiu que poderá manter o Ministério do Meio Ambiente. O candidato do PSL também disse que pode flexibilizar a legislação que regula a exploração econômica de áreas verdes preservadas, inclusive na Amazônia, e não concederá novos territórios para indígenas e quilombolas. Na área de agricultura, a proposta é atender as demandas de “segurança no campo; solução para a questão agrária; logística de transporte e armazenamento; uma só porta para atender as demandas do agro e do setor rural; políticas especificas para consolidar e abrir novos mercados externos e diversificação”.
Educação
O plano de governo diz que educação básica, do ensino infantil ao médio, será prioridade. Defende a educação a distância para o ensino fundamental como alternativa "para as áreas rurais onde as grandes distâncias dificultam ou impedem aulas presenciais”. Para o ensino superior, Bolsonaro diz que as universidades precisam gerar avanços técnicos para o Brasil, por meio de parcerias e pesquisas com a iniciativa privada. Em entrevistas, defendeu a diminuição das cotas raciais em universidades e concursos públicos. Bolsonaro quer que conteúdo e método de ensino “precisam ser mudados. Mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce”. Ele pretende resgatar a disciplina de Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira nas escolas.
Ciência e tecnologia
Para Bolsonaro, o modelo de pesquisa e inovação no Brasil está “esgotado”. Em vez de os recursos do setor serem organizados por Brasília, defende o fomento de “hubs” tecnológicos nos quais universidades se aliam à iniciativa privada “para transformar ideias em produtos”. Os programas de mestrado e doutorado deverão ser feitos “sempre perto das empresas”. Propõe investimento na exploração de energia renovável solar e eólica no Nordeste e pesquisa e desenvolvimento em grafeno e nióbio.
Política externa
Defende que o Ministério das Relações Exteriores precisa estar a serviço de valores que sempre foram associados ao povo brasileiro. A outra frente, diz o programa, será fomentar o comércio exterior com países que possam agregar valor econômico e tecnológico ao Brasil, como os Estados Unidos. No âmbito regional, o plano de Bolsonaro prevê aprofundamento da integração “com todos os irmãos latino-americanos que estejam livres de ditadura” e países "sem viés ideológico". Sobre o Mercosul, afirmou que não se pode “jogar para o alto” o acordo. “O que não pode é continuarmos usando acordos como esse em função de interesses ideológicos como o PT fez”, criticou.

Mulher Esconde Corpo da Mãe Morta Em Casa Por 22 Dias

Posted by salatiel | quinta-feira, 25 de outubro de 2018 | Posted in , ,



A mulher de 45 anos, presa em flagrante por ocultar o corpo da mãe na casa dela durante 22 dias, em Três Lagoas, na região leste do estado, bateu palmas na casa do vizinho para perguntar sobre mau cheiro, de acordo com a polícia. Nesta quarta-feira (24), ela deve passar por audiência de custódia e a prisão temporária, de 10 dias, pode ser convertida em preventiva.
"No dia em que a suspeita colocou o corpo da mãe no quintal, ela foi na casa do vizinho e perguntou a ele se estava sentindo algum mal cheiro, vindo do quintal dela. Como a pessoa negou, ela disse que poderia acontecer porque ela teria achado uma ratazana morta no local", afirmou ao G1 o delegado Ailton Freitas, responsável pelas investigações.
Horas antes de conversar com o vizinho, a mulher soube que uma equipe policial tinha ido até o bairro procurá-la. "Ela então pegou diversas caixas de papelão, colocou o corpo lá e estes objetos em cima. Nossa equipe chegou a fazer campana dias antes, mas, não a encontrou. Como ela percebeu que iríamos voltar e poderíamos encontrar vestígios, decidiu tirar o corpo de dentro da casa", ressaltou o delegado.
De acordo com Freitas, a investigação também descobriu que, no dia 3 de outubro, data da morte da idosa, a filha entrou em contato com a neta da vítima, que mora no interior de São Paulo. "Esta jovem veio até Três Lagoas e prestou depoimento. Ela comentou que a mãe ligou falando que a avó estava internada em Barretos, lá tomou um medicamento e morreu, sendo que não houve velório e o corpo foi enterrado lá mesmo", comentou Freitas.

Contradições

Já na cidade de Três Lagoas, para amigas da idosa, a filha teria dito que a neta é que veio para Três Lagoas fazer o reconhecimento do corpo, sendo que também não houve velório. "Nós temos este depoimento da neta da vítima e também conversas telefônicas com estas amigas, apontando estas contradições", ressaltou o delegado.
Sobre a motivação do crime, o delegado aponta algumas hipóteses. "O corpo está bem decomposto e precisamos aguardar o laudo pericial, que demora alguns dias e ainda não está pronto. E também fica díficil apontar algo, porém nós acreditamos que ocorreu alguma agressão física ou então excesso em algum medicamento, por isso ela teria deixado o corpo na casa. Além da ocultação, ela pode ainda responder por homicídio e maus-tratos", avaliou Ailton.

Entenda o caso

A Polícia Civil a prisão preventiva da mulher achar o corpo já em avançado estado de putrefação, em Três Lagoas, a 313 km de Campo Grande. Uma denúncia de maus-tratos, do Ministério Público Estadual (MPE-MS) é que levou uma equipe ao local. Após negar no início, a mulher acabou confessando o crime.
"Nós chegamos no local e ela comentou que cuidava da mãe, uma senhora de 76 anos. No entanto, ela tinha sumido e a filha não sabia do paradeiro. No início mentiu, porém, nós continuamos o interrogatório e ela então confessou o crime, mostrando o local onde colocou o corpo da vítima. Em seguida, nós acionamos a perícia e o Corpo de Bombeiros", disse na ocasião o delegado.
As equipes então seguiram até a rua Projetada, por volta das 19h (de MS), do dia 22 de outubro. No outro dia, a suspeita foi indiciada e encaminhada para o presídio da cidade.
G1 ms

Mulher Esfaqueia e Mata Ex-namorado Durante Tentativa de Reatar Namoro

Posted by salatiel | sábado, 20 de outubro de 2018 | Posted in , , ,




Um homem de 21 anos morreu depois de levar uma facada da ex-namorada durante
 uma discussão de relacionamento. Segundo a polícia, o caso aconteceu neste 
domingo (20), em Rio Brilhante, a 165 km de Campo Grande.
De acordo com a ocorrência, ela disse que estava em casa com o filho de 5
 anos, quando o ex chegou para tentar reatar o namoro. Depois de 
discutirem o rapaz tentou agredi-la, momento em que ela pegou uma faca
 e jogou na direção do homem, atingindo-o na perna.
Segundo a polícia, a vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Rio
 Brilhante, ele teve duas paradas cardíacas e foi transferido para o Hospital
 da Vida em Dourados, onde faleceu. A mulher foi presa e o filho dela encaminhado ao conselho tutelar de Rio Brilhante.

G1

SURPREENDENTE : Mulher Vai Dormir Sozinha Na Casa e De Manhã Tem Foto Sua No Celular

Posted by salatiel | | Posted in , , , ,


surpreendente A britânica Debra Demetriou teve uma surpresa horripilante ao conferir as fotos da câmera de seu celular. Tudo porque encontrou um retrato dela mesma, meio acordada e meio dormindo, na cama na noite anterior. 

"Não havia mais ninguém na casa naquele momento — fiquei completamente apavorada", contou Debra ao jornal britânico Chronicle Live. A britânica também garante que todas as entradas da casa estavam trancadas e não havia nenhum sinal de arrombamento. 

Além disso, Debra explica que o celular foi colocado por ela embaixo do travesseiro antes de ter caído no sono: "Ainda estava lá na manhã seguinte", acrescentou. 

"E meus olhos estão semiabertos — se alguém estivesse no quarto, tenho certeza de que teria notado", pontuou. A investigadora paranormal Sammy Rawlinson examinou a imagem e afirmou que espíritos fazem coisas do tipo para chamarem atenção. Embora não seja recente, Debra perdeu os pais e admitiu que não é a primeira vez que coisas estranhas acontecem. 

De acordo com o jornal britânico, uma outra especialista no assunto constatou a presença de parentes falecidos em fotos do último aniversário do filho de Debra. Amigos da britânica disseram para ela levar o caso à polícia, mas Debra preferiu tornar a história pública na intenção de conseguir alguma resposta: "Isso me deixou muito preocupada e assustada", revelou. 

Atos pró-Bolsonaro Levam Apoiadores Pra Rua em Diversas Cidades do País

Posted by salatiel | | Posted in , , ,

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Fotos: Agência Brasil
Apoiadores do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) saíram às ruas hoje (21) em apoio ao candidato. Vestidos com camisetas amarelas e uniformes da seleção brasileira, os manifestantes contam com apoio de carros de som, carregam bandeiras do Brasil e fazem o sinal de arma com a mãos - símbolo muito usado pelo candidato durante a campanha. Ontem (20), em várias cidades do país, manifestantes se reuniram contra o fascismo e a favor da democracia, pelos direitos humanos e em defesa da liberdade de expressão. Organizado por movimentos de mulheres, o ato era contrário ao candidato do PSL.

Brasília 

Uma carreata marcada por um buzinaço ocupou as seis faixas da pista que liga o Museu da República ao Congresso Nacional onde muitos apoiadores do militar reformado estavam concentrados.
Ao longo do percurso um carro de som comandado por deputados recém-eleitos e lideranças de movimentos que, pelas redes sociais, ajudaram na convocação de eleitores de Bolsonaro, fizeram discursos contra a corrupção, ideologia de gênero e a favor da “família tradicional”. Os manifestantes também cantaram o Hino Nacional, rezaram o Pai Nosso, entoaram palavras de ordem e simularam o gesto de arma em punho, símbolo muito utilizado pelo presidenciável.
O auge do ato em Brasília foi por volta das 11h, mas nem a Polícia Militar nem os organizadores ouvidos pela Agência Brasil estimaram público. “Nosso objetivo hoje é mostrar que o brasileiro está cansado de 13 anos de governo do PT a gente quer realmente uma mudança. A gente cansou desse discurso de divisão no país e a gente acredita que o único nome capaz de unir o Brasil seja Jair Bolsosnaro”, disse Fábio Constantino, coordenador do movimento Nas Ruas e um dos organizadores da carreata de hoje.

Rio de Janeiro

Apoiadores do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), fazem ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Apoiadores do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), fazem ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. - Tânia Rêgo/Agência Brasil
Na capital fluminense, a manifestação ocorreu na Praia de Copacabana, na zona sul. Carros de som, dois deles com faixas do Movimento Brasil Livre (MBL) e um do movimento Vem Pra Rua, chamam a atenção de quem passa pelo local. No microfone, organizadores atacam o PT e acusam a candidatura de Fernando Haddad de planejar que o Brasil "se transforme na Venezuela", em referência a problemas econômicos e sociais enfrentados pelo país vizinho.
Uma faixa estendida na manifestação trazia a frase "Não aceitaremos fraude" e recebia a assinatura de participantes da manifestação. Segundo a organização do ato, a faixa será levada para o Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.
Os organizadores repetiram durante o ato o slogan da campanha de Bolsonaro, "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos" e afirmaram que defendem a família, a segurança pública e a educação "sem doutrinação". O Hino Nacional foi repetido diversas vezes durante a manifestação.
Deputado estadual mais votado do estado do Rio, Rodrigo Amorim (PSL) defendeu o combate à corrupção e à esquerda e afirmou que a votação recebida traz uma grande responsabilidade. "A bancada está mais unida do que nunca".

São Paulo

Ato pró-Bolsonaro em São Paulo, os eleitores e simpatizantes do candidato à Presidência pelo PSL, reuniram-se na Avenida Paulista, região central da cidade.
Ato pró-Bolsonaro em São Paulo, os eleitores e simpatizantes do candidato à Presidência pelo PSL, reuniram-se na Avenida Paulista, região central da cidade. - Fernando Bizerra Jr./EFE/ Direitos reservados
Em São Paulo, os eleitores e simpatizantes do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, reuniram-se na Avenida Paulista, região central da cidade. Vestidos de verde e amarelo, segurando cartazes com palavras de ordem, como "Bolsonaro Mito", "PT Nunca Mais" e "Meu partido é o Brasil", além de bandeiras e bonecos infláveis, os manifestantes ocuparam a via, que fica fechada para os carros aos domingos e feriados.
Seis carros de som dos movimentos participantes estavam estacionados ao longo da avenida. Em cada um, eram feitos discursos contra partidos políticos classificados como progressistas e de esquerda, com a principal bandeira sendo #PT NÃO.
De acordo com a líder do movimento Vem pra Rua, Adelaide Oliveira, o ato ocorre em resposta a partidos e políticos que se envolveram em atos de corrupção. "Não queremos mais a corrupção e sim representantes que trabalhem para o Brasil e não para si mesmos. A corrupção sempre tem que ser combatida. Quando surgimos foi de uma indignação com a corrupção", disse.
Adelaide destacou ainda que dizer que o povo brasileiro é corrupto é uma grande mentira. "O povo não é corrupto. Teve o sofrimento da corrupção e um flagelo infeliz que permeou todos os partidos políticos e camadas da sociedade. O brasileiro médio que trabalha para sustentar a casa tem orgulho de ter o nome limpo. É esse brasileiro que temos que respeitar e deve estar representado em Brasília", afirmou.
A organização e a Polícia Militar não informaram o número de participantes.

Redes sociais

Por meio do Twitter, o candidato do PSL disse que sua saúde não permite a participação em atos públicos. Ele lembrou que sofreu um atentado no início do setembro e disse que acompanha as manifestações pelo país. "Estou acompanhando os atos e meu coração está com todos vocês! Muito obrigado e que Deus os abençoe", escreveu Bolsonaro.
Fonte: Agência Brasil 

Reinaldo Vê Governo Aprovado Pela População e Destaca Novos Projetos

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Reinaldo Azambuja avalia que votação no primeiro turno foi expressiva diante da concorrência contra 5 adversários críticos à sua gestão. (Fotos: Paulo Francis)Reinaldo Azambuja avalia que votação no primeiro turno foi expressiva diante da concorrência contra 5 adversários críticos à sua gestão. (Fotos: Paulo Francis)
Reinaldo Azambuja Silva, 55, inicia a reta final da campanha na qual mira a reeleição ao governo de Mato Grosso do Sul vendo positivamente a prorrogação da disputa para um segundo turno –depois de uma disputa contra cinco candidatos que se pautaram, segundo ele, por críticas à sua gestão. Para ele, os 44% dos votos atingidos são o reconhecimento de que fez uma boa gestão. E que, agora, atrairá lideranças até mesmo de partidos já perfilados com o adversário Odilon de Oliveira (PDT), caso do MDB.
O candidato à reeleição afirma que a meta, neste momento, é atrair eleitores. “Voto não tem uma marca”, sentencia, citando a vinda de novos apoiadores e a meta de levar sua mensagem aos 320 mil eleitores que, no primeiro turno, não optaram por ele ou Odilon. Reinaldo ainda cita resultados do primeiro turno, apontando vitória em 66 dos 79 municípios e a expectativa com a chegada de prefeitos dos demais para reforçar seu projeto.
Outro ponto por ele citado é o apoio, explicitado ainda no primeiro turno, ao presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL –partido que integrou a aliança proporcional em sua chapa–, que viu também o candidato pedetista no Estado acenar com aprovação. Reinaldo, porém, lembra ter feito atos desde a primeira etapa da campanha apontando apoio a Bolsonaro, assim como a Geraldo Alckmin, e salientou a convivência que teve com o presidenciável na Câmara Federal, que rendeu inclusive mensagem de vídeo agradecendo o suporte do tucano e o parabenizando.
No campo das proposições, Reinaldo também sinaliza mudanças na gestão –admitindo uma reforma administrativa a fim de conter gastos, também na esteira do que propõe Bolsonaro para o país– e projetos de inovação e tecnologia, que possam reduzir gastos da máquina e otimizar serviços prestados. Entre eles, redes de fibra ótica em todos os municípios por meio de parceria público-privada. A ampliação do projeto de escolas de tempo integral e o cumprimento de acordo com trabalhadores da Educação, tanto em relação aos salários dos professores quanto aos administrativos, também foram citados em entrevista ao Campo Grande News.
Ao mesmo tempo, o candidato a governador também destaca resultados colhidos em sua gestão, enfatizando investimentos na saúde –garantindo a continuidade da Caravana da Saúde, caso seja vencedor da disputa, até que não haja mais pacientes na “fila da vergonha” das cirurgias eletivas, e a conclusão de hospitais– e na economia, conseguindo atravessar um período turbulento da economia nacional, com uma crise mais profunda que a de 1929, sem atrasos de salários e mantendo obras, investimentos e políticas públicas.
Por fim, Reinaldo também responde a acusações de adversários, apontando não temer denúncias e investigações feitas até aqui –destacando pedido de arquivamento de apuração do MPF (Ministério Público Federal) e prevendo destino igual às denúncias envolvendo o Grupo JBS.
Antes de detalhar seu projeto para os próximos quatro anos, quero falar sobre a questão política no segundo turno. Sua candidatura não conseguiu aliados extras importantes, como o MDB do ex-governador André Puccinelli. Por que a dificuldade em atrair adversários derrotados, também como o PT e o Psol?
O que buscamos é atrair eleitores. Voto não tem uma marca. Partido não manda no voto e as alianças políticas também não definem para que lado o eleitor vai tomar um posicionamento. Se você analisar o MDB, tem muitas lideranças aderindo à nossa campanha. A maioria dos prefeitos que não estavam conosco no primeiro turno estão vindo agora pelo relacionamento, pelo trabalho, af roam com que governamos com os 79 municípios. Lideranças que a sigla anunciou no apoio ao Odilon, o que é até estranho porque ele mesmo criticava o MDB, dizia até palavras de baixo calão contra o MDB e agora se alia. Mas, independentemente disso, o que estamos buscando? Tem 320 mil eleitores que não optaram nem pelo Reinaldo e nem pelo Odilon. São esses eleitores com quem estamos conversando, mostrando nosso programa de governo, que é possível ter parte desses eleitores simpáticos à causa que nos leva à reeleição. Mostrando que foi um governo responsável. Estamos muito tranquilos nessa questão. O eleitor não tem um carimbo, o partido não é detentor da maioria dos votos. Olhe em nível nacional o PSL, um pequeno partido que esteve coligado conosco e veja a quantidade de votos do presidenciável Jair Bolsonaro. Isso mostra que as pessoas estão descoladas dos partidos. O que a gente precisa realmente do partido é a base parlamentar, formar maioria na Assembleia, na Câmara dos Deputados, para poder aprovar bons projetos e fazer as mudanças estruturantes que o Brasil precisa e aí a composição de governo. Mas tenho certeza que o eleitor está muito descolado dessa questão partidária.
O candidato liderou as pesquisas eleitorias e chegou ao dia 7 confiante na vitória no primeiro turno. Na campanha, seu opositor tem atacado muito sua reeleição. Considera que essa ação foi fundamental para frustrar os planos de eleição no primeiro turno?
Sempre soubemos que teríamos uma eleição disputada. São seis candidatos. Se você olhar o crescimento que houve no final do primeiro turno, principalmente do MDB do Junior Mochi, que saiu de 5%, 6%, o percentual que tinha, teve quase 12% dos votos; e o Humberto Amaducci (PT), que saiu de 4%, 5% e teve quase 11% dos votos. Teve crescimento dessas duas candidaturas. A nossa e do nosso adversário permaneceu praticamente nos níveis indicados nas pesquisas eleitorais, o que nos dá tranquilidade de reconher. A vitória no primeiro turno, mesmo passando por tudo, denuncismo, nos debates eram cinco candidatos contra um, todo mundo batendo no governo, criticando, o governo, e mesmo assim ter 45% dos votos significa que o governo teve conceito e apoio da população em todos os níveis. Ganhamos em 66 municípios, tivemos uma vitória de quase 170 votos em relação ao segundo colocado. Isso é aprovação de um trabalho, um governo com responsabilidade que não deixou Mato Grosso do Sul sucumbir à crise, que foi enorme. Conseguimos superar a crise com muito trabalho. Fizemos um governo de enxugamento, que diminuiu secretarias, cargos de confiança. Criamos um teto de gastos, hoje os Poderes são regidos por um teto de gastos em Mato Grosso do Sul. E enfrentamos uma pauta que só três Estados brasileiros enfrentaram: a pauta da Previdência. Ninguém teve a coragem de tomar isso, e nós tivemos, não pensando nesse governo. Foi olhando para daqui a 20 anos, para não ter problema previdenciário com aposentados e pensionistas no Estado. Então acho que a resposta das urnas por tudo o que passamos, os ataques, essa criminalização da atividade política, e chegar ao primeiro turno com seis candidaturas e ter 45% dos votos com tudo o que passou é uma vitória. E agora é convencer o eleitor que não votou em nós que temos a melhor proposta para o segundo turno, para no dia 28 nos sagrarmos vencedores deste pleito.
Reinaldo vê governo aprovado pela população e destaca novos projetos
Pagamos um valor altíssimo de tributos, a carga tributária no Brasil é brutal e Brasília fica com quase tudo. De cada R$ 100 de tributos que todos nós pagamos, R$ 68 fica em Brasília e R$ 32 voltam para os Estados e municípios. É muito pouco
Em vídeo o candidato recebeu um desejo de “boa sorte” do presidenciável Jair Bolsonaro. O sr. buscou o apoio de olho em uma parceria federal que não teve com a Dilma Rousseff ou o Michel Temer ou por defender pautas iguais às do candidato do PSL?
Primeiro, vamos voltar ao dia da convenção. Falamos na convenção que tínhamos dois candidatos na nossa coligação: Geraldo Alckmin, do PSDB, e Jair Bolsonaro, do PSL. O PSL fez parte da coligação do PSDB desde o primeiro momento, então, novidade nenhuma que no segundo turno haja apoio total à candidatura do Bolsonaro. Segundo, a relação de amizade. O que ele fala no vídeo é verdade: foram quatro anos em que nos sentávamos juntos, conversávamos, trocamos ideias. Acredito muito nas propostas que ele está fazendo, de diminuir o tamanho da máquina pública federal. Isso é importante para o país. Brasília está muito cara para nós. Pagamos um valor altíssimo de tributos, a carga tributária no Brasil é brutal e Brasília fica com quase tudo. De cada R$ 100 de tributos que todos nós pagamos, R$ 68 fica em Brasília e R$ 32 voltam para os Estados e municípios. É muito pouco. O que o Jair Bolsonaro está propondo é diminuir ministérios, acabar com empresas estatais deficitárias e com cabides de emprego. Imagine, temos uma empresa estatal do trem-bala. Não existe trem-bala no Brasil, era um estudo maluco de fazer um trem bala Rio de Janeiro-Campinas-São Paulo. Não tem trem-bala, mas tem R$ 1 bilhão de orçamento e um cabide de empregos enorme e uma empresa estatal que não precisava estar funcionando. Quer trazer o trem-bala? Monta uma estrutura no Ministério do Desenvolvimento, de Infraestrutura, e faz o trem-bala. Isso precisa mudar. Se não fizemos uma reforma tributária... uma reforma política decente. O Brasil com 32 partidos, não temos 32 ideologias. Acho que isso tudo é pauta para o próximo Presidente da República, e comundo com muitas ideias dele. Para a fronteira: nos debates, vi dois candidatos criticarem o Departamento de Operações de Fronteira. O Jair Bolsonaro me ligou no início do ano, pedindo autorização para visitar o DOF. Imediatamente nós franqueamos autorização e colocamos à disposição dele o que é o DOF, a inteligência, como funciona e porquê dá certo. É quem mais apreende drogas no Brasil em Mato Grosso do Sul. E agora, recentemente, não sei se acompanharam, ele gravou um vídeo dizendo que quer implementar nas fronteiras do Brasil algo muito parecido com o trabalho do DOF. Ele elogiou o DOF. É o reconhecimento de uma polícia que faz um bom trabalho e quer levar isso como modelo. O que precisamos é só a parceria, que eu tentei com a Dilma, com o Temer. Fui duas vezes lá para reuniões e nada aconteceu nas fronteiras. Se tivermos uma parceria do governo do Estado, da inteligência federal com a estadual, fazemos a blindagem das fronteiras, colocamos mais policiais, mais efetivo. É o que queremos do governo federal: integração. Quando integrar Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Exército e Força Nacional de Segurança com nossas forças de fronteira, vamos melhorar muito o desempenho da segurança na região e diminuir ainda mais a criminalidade. Isso é uma parceria. Essa é a relação e por isso ele gravou o vídeo, primeiro agradecendo, depois desejando sorte. Mostra que temos uma sintonia desde o primeiro turno e a gente vai agradecer no segundo turno para a vitória e consolidar essa parceria em favor do Mato Grosso do Sul, da população.
Na educação, o sr. afirma que assumiu o compromisso de até 2021 os professores com carga de 20 horas semanais receber o salário por 40 horas?
Não é 2021, é 2019. Votamos uma lei na Assembleia Legislativa. O governo anterior propôs salário de 40 horas para quem dava 20 horas/aula para finalizar agora em 2018. Quando entrou o governo eu disse ao pessoal da Fetems, da Educação, que era impossível cumprir até 2018, porque o governo anterior aprovou a lei em 2013 e pôs a vigência a partir de 2015. 2015, 2016, 2017 e 2018, era muito difícil cumprir. Repactuamos, fizemos uma lei e agora, até 2019, o professor de Mato Grosso do Sul, que já recebe o maior salário do país, terá salário de 40 horas para dar 20 horas. Isso é bom, porque remunera o magistério. E vamos cumprir o acordo com os administrativos. Temos dois compromissos ali: primeiro, a incorporação do abono e, depois, o plano de cargos e carreiras de todos os administrativos. Temos o compromisso do concurso público, publicamos agora 1.000 vagas para professor e 500 para administrativos, para fortalecer com servidor efetivo os quadros da educação. Diferente do que alguns candidatos que não têm conhecimento dizem, “ah, proponho escola de tempo integral”, nós já fizemos. Temos 54 escolas de tempo integral. E montar uma escola assim não é um toque de mágica. Primeiro, tem de conversar com a comunidade escolar, porque muda a rotina da escola. Será que o professor quer? O administrativo, quer? Será que os pais dos alunos querem? Não fazemos nada obrigado. Isso se faz dialogando. Nossa proposta é ampliar as escolas de tempo integral para cidades onde a comunidade escolar está de acordo. Criamos um programa que se chama Família na Escola, que tem dado muito certo ao trazer famílias para dentro da escola para discutirmos políticas educacionais, relacionamento, filhos, pais, com os profissionais da educação. São avanços importantes no Mato Grosso do Sul.
Há um plano para ampliação destas escolas?
Está no plano de governo, é uma prioridade para todas as cidades. Hoje temos várias. A ampliação é o que digo com a comunidade escolar querendo a implantação, porque mudar a rotina das escolas, que pasa de dois períodos para período único, integral. O aluno fica por tempo maior dentro da escola, e não é só ensinamento, pedagógico. Tem esporte, cultura, lazer, entretenimento, atividade curricular diferenciada. Por que dá certo? As melhores notas do Ideb de Mato Grosso do Sul são de escolas de tempo integral. Além de dar conforto, tranquilidade a pais e familiares de nossos jovens e adolescentes, cria estrutura educacional com aprendizado com mais qualidade. Vamos levar para todas as regiões e cidades que queiram. Porque a comunidade escolar tem de querer também. O governo não vai obrigar nenhuma escola a ser de tempo integral, mas já implantamos 54 dialogando com a comunidade escolar, pais e mães. Teve alguns lugares nos quais havia resistência de seguemtnos e, hoje, esses mesmos segmentos aplaudem o modelo de escola de tempo integral. Tudo aquilo que você muda a rotina tem pessoas contrárias. Por isso o diálogo com a comunidade escolar e nosso objetivo é ampliar ao máximo o número de escolas integrais na rede estadual.
Reinaldo vê governo aprovado pela população e destaca novos projetos
Acho que ainda tem espaço para diminuição do tamanho do Estado. Dá para fazer a fusão e melhorar o perfil administrativo de alguns segmentos. Temos estudo. Isso é bom porque, quando gasta menos com o governo, gasta-se mais com as pessoas, com programas
O sr. planeja aplicar uma reforma administrativa ou manter o primeiro escalão, com dez secretarias, considerando que os gastos com pessoal foram de R$ 9,2 bilhões em 2017?
Acho que ainda tem espaço para diminuição do tamanho do Estado. Dá para fazer a fusão e melhorar o perfil administrativo de alguns segmentos. Temos estudo. Isso é bom porque, quando gasta menos com o governo, gasta-se mais com as pessoas, com programas. Falamos agora da educação, da segurança pública, há avanços na regionalização da saúde, a Caravana da Saúde, reestruturação hospitalar, abertura de 947 leitos. Se houver um próximo governo, vamos finalizar todas as estregas. É muito importante para todos esse desenvolvimento, principalmente de redução de custos. Estamos fazendo um trabalho chamado Profisco 2, dinheiro do Banco Mundial, para melhorar o perfil das compras governamentais, para comprar melhor, fazer um perfil melhor de compra, gerenciar melhor a folha de pagamento. Tem espaço para encolher. O que temos de usar? Os funcionários efetivos, tecnologia e inovação. Hoje há muita tecnologia e inovação que substitui, muitas vezes, a mão de obra, melhrando e qualificando o perfil. A Junta Comercial de Mato Grosso do Sul é um exemplo, modernizou enormemente a abertura e fechamento de empresas. Os Bombeiros têm o licenciamento online conforme o tamanho do empreendimento. Antes, tinha de ir ao Bombeiro, montar o projeto, entregar, protocolar. Agora faz tudo por vias digitais. Vamos ampliar isso. Por isso, estamos criando um programa que vai ser um sucesso, está na nossa plataforma de propostas, que é o MS Digital. Vamos levar fibra ótica para os 79 municípios, dando qualidade na internet, com pontos de internet gratuita nos municípios menores, praças, em todos os órgãos públicos estaduais e municipais, e ainda franquear à iniciativa privada. Porque a qualidade das redes é um problema no Brasil todo. Temos um dos serviços de internet mais caros do mundo e um dos piores em qualidade.
Problemático em cidades turísticas.
É um exemplo, você vai à cidade turística e não consegue acessar a internet. Vamos colocar fibra ótica nos 79 municípios por meio de PPP (parceria público-privada). Vai ser inovador, um dos bons projetos que temos em Mato Grosso do Sul que é proposta para o segundo mandato e que não tenho dúvidas que será um sucesso.
Sua coligação elegeu 16 deputados estaduais, contra dois de seu adversário. Isso é uma vantagem no segundo turno ou é importante para garantir a governabilidade no ano que vem?
Governabilidade é fundamental, ter base de apoio, maioria de apoio legislativa, para implementar projetos. Acabei de falar que pretendo encolher a estrutura do Estado. Depende só do governo? Não. Quem aprova isso é a Assembleia Legislativa. Fazer essas mudanças estruturantes, encaminhar PPP como essa, depende da Assembleia, que é quem aprova leis, dá autorização e fiscaliza. Fazer 16 deputados é importante. Mas nunca tivemos problemas nesses três anos e dez meses. Convivemos, aprovamos matérias impopulares até, mexemos em vespeiros como a reforma da Previdência. E a Assembleia Legislativa nunca se negou a aprovar o que é importante para Mato Grosso do Sul. Agora, eleger maioria é importante. Em nível federal também. Jair Bolsonaro eleito presidente precisará de ampla maioria legislativa para mudar a Constituição. Na Câmara Federal, para isso, precisa de 308 votos. É batante. Tem de ter maioria e preciasrá fazer mudanças constitucionais para encaixar o plano de governo que está defendendo para o povo brasileiro. É muito importante elegermos ampla maioria e levaremos essa ampla maioria a apoiar o futuro presidente, e eu espero que seja o Bolsonaro, para fazer as reformas estruturantes que o Brasil precisa. O Brasil está caro para nossa gente e precisa dessas reformas. E precisamos de rapidez, começar o governo em janeiro e implementar essas reformas de Estado, por um Estado mínimo. Não queremos um Estado gigante, que corrói riquezas produzidas por todos nós. Brasília está consumindo riquezas de todos nós brasileiros, diminuindo isso, vamos melhorar o perfil. Melhorando o perfil, vai sobrar mais para fazer o que é necessário. O governo federal tem de ajudar os Estados e municípios. Sozinho não dá, não vem recurso. Quem fica com mais, o governo federal, tem de mandar mais. Hoje a equação está inversa. O Estado investe mais recurso próprio que os recursos das transferências e políticas públicas aqui.
Reinaldo vê governo aprovado pela população e destaca novos projetos
Vou dar um número que é estarrecedor: investimos R$ 5,5 bilhões em três anos e dez meses em obras estruturantes. O que veio do governo federal nesses R$ 5,5 bilhões? R$ 150 milhões. Muito pouco
Voltando ao Estado, há um esboço do que quer encolher na máquina pública?
Há um estudo delimitando, que estamos realizando, fazendo fusão. Acho que dá para fazer melhorias nas próprias estruturas existentes. Fusão de uma secretaria com outra, diminuir a quantidade de cargos em comissão, melhorar o perfil da prestação de serviço. Tínhamos a Secretaria de Habitação, a Secretaria de Obras e Infraestrutura. Hoje tem uma só que cuida da habitração, das obras, das pontes, estradas, do desenvolvimento na área de infrestrutura, do saneamento. A Sanesul veio para dentro e avançou, dobramos a coleta e tratamento de esgoto em três anos e dez meses, universalizamos a distribuição de água com uma boa gestão. A MS Gás ficou dentro da estrutura da infraestrutura e prospectou crescimentos. Era uma estatal que nunca deu lucro e no nosso governo rendeu mais de R$ 50 milhões para Mato Grosso do Sul, ainda tem dinheiro em caixa e ampliando ramais de gasoduto para atender cidades com a oferta de gás natural, uma energia limpa. Teve uma boa gestão, uma boa equipe. É isso que queremos nas empresas estatais do país, que não sejam deficitárias, possam gerar dividendos para o povo brasileiro.
O sr. destacou que superou o momento de crise no primeiro mandato. Nos próximos anos, com um cenário econômico mais favorável, pode haver redução de impostos que antes tiveram reajustes por conta da crise?
Aqui, no primeiro ano, em 2015, fizemos um ajuste de alíquotas, aumentamos a do cigarro e das bebidas, que são produtos supérfluos, e fizemos atualização diminuindo o desconto do IPVA, que a redução era de 50%. A alíquota no Estado era de 5% na lei que instituiu o IPVA. O governo anterior cobrava 2,5%. Reduzimos a base de cálculo e o desconto e aumentou para 3,5%. Mas Mato Grosso do Sul, ainda hoje tem a menor alíquota do Brasil, difernete da maioria dos outros Estados. Foi necessário por isso que você falou, a crise. Administramos o Estado no pior momento, começamos em juaneiro de 2015 com 17% de aumento na folha de pagamento. Lembra do “pacote de bondades” que o governo anterior deixou? Aprovou todos os planos de cargos e carreiras em 2013. A lei da educação foi aprovada em 2013. Por que não implementou em 2014, quando era governador? Não, deixou para implementar em dezembro de 2014. Quem pagou a conta? Janeiro de 2015. Ficou extremamente difícil. Prepararam ali uma armadilha para tentar inviabilizar o governo, mas não tivemos nenhuma dúvida em tomar medidas impopulares. Quando olho para a maioria dos Estados brasileiros, o que vemos: 20 Estados que não dão conta de pagar a folha de pagamento, literalmente quebrados, políticas públicas nem pensar. E aqui a folha está em dia, os salários OK, pagando fornecedores e fazendo investimentos nas áreas. Somos considerados o Estado que mais investiu em saneamento, habitação e infraestrutura. Fuii prefeito oito anos em Maracaju e nunca vi um governo presente nas cidades como vejo hoje. Obras que são de cunho do prefeito, recapeamento de vias públicas, fazendo ponte de concreto em estrada municipal, revitalizando e recuperando estradas municipais, drenagem de águas pluviais. Olhe Campo Grande: (avenida) Ernesto Geisel, Nova Lima, Via Parque do Mato Grosso, Assaf Trad com recapeamento, daqui a alguns dias a (avenida) Bandeirantes. Recapeamento de várias vias, melhorias em parceria com a prefeitura. O Reviva Centro, com contrapartida de apoio do governo. Na habitação, Campo Grande ficou parada em projetos de habitação municipais. Fizemos parceria com Emha e 1.800 casas estão sendo construídas. Resgatamos a capacidade de investir do Estado mesmo na crise. Vou dar um número que é estarrecedor: investimos R$ 5,5 bilhões em três anos e dez meses em obras estruturantes. O que veio do governo federal nesses R$ 5,5 bilhões? R$ 150 milhões. Muito pouco. Por isso que estava falando da importância do governo federal ser mais econômico. Meu adversário que só critica e não vê nada de bom em Mato Grosso do Sul, nunca fi fazer uma proposta positiva, nada está bom, tudo está ruim e o Estado não está bem. Segundo: geração de empregos do país, onde mais cresceu a renda e recebeu mais investimentos privados. São 1.200 obras. Ele quer falar muito de corrupção, são 1.200 obras realizadas no governo, nenhuma com suspeita de superfaturamento ou corrupção, zero, aprovado, bem conceituado. Isso mostra um governo que atuou, que foi presente, soube construir políticas públicas mesmo enfrentando o pior do Brasil, que foi a crise. A crise chegou para quem nos assiste, a dona de casa, o trabalhador, a juventude, para todo mundo. Para o empresário, amigos meus fecharam negócios próprios, reduziu de tamanho. Até porque foi a pior crise da história do Brasil. A crise de 1929 foi menor que a que passamos em 2015 e 2016. Acho que o grande legado foi não ter deixado o Estado quebrar. Tomamos atitudes impopulares, mas posso dizer que Mato Grosso do Sul é um dos bons Estados para se viver no Brasil.
Reinaldo vê governo aprovado pela população e destaca novos projetos
Vou continuar com a Caravana da Saúde. Tiramos 67 mil pessoas da fila da vergonha, porque quando começou o governo, em janeiro de 2015, havia 70 mil pessoas na fila esperando cirurgia.
Abrimos espaço agora para o sr. se despedir.
Acho que vamos falar um pouco de saúde. Regionalização, o Hospital de Coxim funcionando com tomografia e hemodiálise; de Ponta Porã com ITU, tomógrafo, ressonância e cirurgia eletiva; Nova Andradina com dez leitos de UTI; o Hospital de Câncer concluímos com o mais moderno acelerador linear entregue, fazendo radioterapia depois de estar parado há 14 anos; o Hospital do Trauma ficou 21 anos aquela obra que iniciou e não acabava, terminamos, entregamos equipamento e está funcionando. Agora há o anexo do Hospital Regional, o Centro de Reabilitação; na Santa Casa de Corumbá foram R$ 11,2 milhões; o Hospital Marechal Rondon, em Jardim, com R$ 4,6 milhões na conta da Santa Casa para reestruturação; em Aquidauana, 17 máquinas de hemodiálise e dez leitos de UTI. Dobramos os leitos de UTI em três anos e dez meses com a regionalização. O adversário disse que vai acabar com a Caravana da Saúde. Quero dizer aos internautas que nos assistem que, se for governador, vou continuar com a Caravana da Saúde. Tiramos 67 mil pessoas da fila da vergonha, porque quando começou o governo, em janeiro de 2015, havia 70 mil pessoas na fila esperando cirurgia. E não fiz para nós, foi para pessoas sofridas do Estado. Enquanto tiver uma pessoa na fila, o programa Caravana da Saúde vai continuar no nosso governo. Agora, não deu para fazer tudo. Se concluir o Hospital de Três Lagoas, que não é pedra fundamental, é obra quase pronta; o Hospital de Dourados concluído; o São Luiz que locamos em Dourados, vamos ter 947 novos leitos hospitalares com og overno assumindo essa posição. Fico feliz pelo trabalho, porque política não tem milagre, não tem salvador da pátria. Tem um candidato que se coloca como salvador da pátria, sem projeto, sem conhecer o Estado, que só sabe criticar a falar mal. Temos de fazer a política do bem, com responsabilidade, com transparência, com decência, fazendo o Estado crescer, enfrentando intolerância, críticas e nunca deixando de responder. Fui acusado de algumas coisas, estão falando que dia 17 vai ter julgamento. Não é mais dia 17, mudou para o dia 29, e sabe qual o parecer do MPF (Ministério Público Federal) naquele caso do curtume, que saiu em uma matéria do Fantástico? Pelo arquivfamento do processo, escrito pelo procurador da República, por total falta de provas que possam incriminar o governador Reinaldo Azambuja. É o que vai para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) julgar. Isso não falam porque não convém a eles. E assim vai ser com o outro da JBS, vai ser arquivado, porque não devemos nada e fizemos esse pessoal pagar tributos para Mato Grosso do Sul porque eram mal acostumados.
Confira abaixo a íntegra da entrevista:

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