Advogado de falsa "supergrávida" diz que ela devolveu doações e continua com terapia

Posted by JORNAL EDUCADORA | segunda-feira, 12 de março de 2012 | Posted in , ,

supergrávida
Reprodução/Rede Record
Advogado divulgou foto em que Maria Verônica aparece sem a barriga





Supergrávida" é hoje uma pessoa bem melhor, diz advogadoO advogado Enilson de Castro, 
que defende Maria Verônica Aparecida Santos, a falsa grávida de Taubaté 
(cidade a 140 km de São Paulo), afirmou nesta segunda-feira (12) que a mulher 
devolveu todas as doações que ganhou quando dizia que esperava quadrigêmeas. 
Ele disse ainda que aguarda o fim do inquérito policial.



Castro afirmou ainda que Maria Verônica está bem e continua fazendo terapia.
 Além disso, o advogado contou que ela voltou a viver com o marido.


A educadora Maria Verônica apareceu na imprensa em janeiro deste ano dizendo que 
estaria grávida de quatro meninas aos 25 anos. Na ocasião, ela apareceu em diversos
 programas e ganhou uma série de doações.

Após admitir que não estava grávida, Verônica prestou depoimento à polícia e disse
 que inventou a história para fazer as pazes com familiares.


- Depois que essa gravidez reaproximou a família, ela acreditou mais na mentira.
 Foi uma farsa para nós, mas para ela foi uma gestação verdadeira.

Já o marido disse à polícia em seu depoimento que ele não sabia da gravidez, 
segundo seu defensor.
Castro contou ainda que o marido de Verônica comunicou à mulher sobre a vasectomia
 somente depois ter realizado o procedimento e que Verônica não aceitou a decisão 
dele porque queria ter mais filhos. A mulher teria então passado a sofrer atrasos na 
menstruação e, constantemente, desconfiava de que estivesse grávida.

Quero enterro digno para minha filha', diz mãe de Eliza Samudio

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Sônia Fátima Moura comentou estratégia de defesa do goleiro Bruno.

Filho de Eliza está saudável e será são-paulino como a mãe, diz avó.

Hélder RafaelDo G1 MS

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Sônia segurando Bruninho no colo em seu aniversário de 1 ano, em MS. (Foto: Produção/ TV Morena)Sônia segurando Bruninho em seu aniversário de
1 ano, em MS. (Foto: Produção/ TV Morena)

A dona de casa Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza Samudio, disse não ter ficado surpresa com a mudança na estratégia dos advogados do goleiro Bruno Fernandes. A defesa do atleta no julgamento admitirá a morte da ex-namorada do jogador, mas sem a participação de Bruno no crime.

"Isso [a estratégia de defesa] não é novidade para mim. Sempre tive certeza de que eles iriam confessar. A Eliza não está desaparecida porque ela jamais deixaria o filho dela nas mãos de desconhecidos", afirmou Sônia por telefone ao G1 nesta segunda-feira (12).

Até então, a defesa do goleiro sustentava que a jovem estava viva, já que o corpo nunca foi encontrado. A mãe da ex-namorada do atleta afirma que não tem mais expectativas de encontrar a filha viva, e espera que o julgamento seja marcado para este ano. "A única coisa que eu quero e vou exigir do juiz, por meio dos meus advogados, é que eles apontem onde está o corpo da minha filha. Quero dar um enterro digno a ela e mostrar ao meu neto onde descansa a mãe dele", comentou.

O filho de Eliza, de 2 anos e 1 mês de idade, vive atualmente com a família da avó, que tem a guarda provisória. Sônia conta que a criança é bastante ativa e esperta, tem boa saúde e aprende brincadeiras em casa o tio, de 13 anos. "Ele vai ser são-paulino como a mãe", diz. Para preservar o menino da exposição pública, a avó diz que pretende matriculá-lo em uma escola infantil depois de encerrada a fase do julgamento.

Bruno e mais sete são réus no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza. De acordo com a pronúncia da juíza Marixa Fabiane Rodrigues Lopes, Eliza foi morta em junho de 2010, após tentar na Justiça o reconhecimento da paternidade de seu filho pelo goleiro.

Eliza Samudio (Foto: Reprodução/TV Globo)Eliza Samudio (Foto: Reprodução/TV Globo)

Caso Eliza Samudio
O goleiro Bruno Fernandes e mais sete réus vão a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.

Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

O goleiro, o amigo Luiz Henrique Romão – conhecido como Macarrão –, e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Bruno. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.

Aeronave com três militares faz pouso forçado em Campo Grande

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Bimotor do Corpo de Bombeiros parou em área de matagal de aeroporto.

Ninguém ficou ferido; corporação irá divulgar nota sobre o acidente.

Tatiane QueirozDo G1 MS

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Avião com três bombeiros faz pouso forçado em Campo Grande (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)Avião pertence ao Corpo de Bombeiros, mas foi cedido para Polícia Militar (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)

Um avião bimotor fez um pouso forçado na manhã desta segunda-feira (12), na área do Aeroporto Teruel, em Campo Grande. A aeronave saiu do Aeroporto Internacional e era ocupada por três militares da Polícia e do Corpo de Bombeiros, que não sofreram ferimentos.

No bimotor, estavam o piloto, o co-piloto e um técnico. A aeronave parou em uma área de matagal, fora da pista. A Polícia Civil isolou a área, por conta de vazamento de combustível e risco de explosão.

O avião pertence ao Corpo de Bombeiros, mas estava cedido para o Grupamento Aéreo da Polícia Militar. A assessoria de imprensa dos bombeiros informou que irá divulgar uma nota sobre o acidente.

Avião com três bombeiros faz pouso forçado em Campo Grande (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)Avião parou em área de matagal do Aeroporto Teruel (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)

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'Fiz nesses anos o que estava ao meu alcance, sacrificando a saúde', diz trecho de carta enviada por Teixeira. Vice do Sudeste, de 79 anos, substituiRicardo Teixeira não é mais presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL). Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, na sede da entidade no Rio de Janeiro, José Maria Marin - vice-presidente do Sudeste e mandatário em exercício após a licença médica de Teixeira na última semana - anunciou que o cartola renunciou aos cargos.

Por Felippe

Marin, que foi presidente da Federação Paulista de Futebol entre 1982 e 1986, leu uma carta de Teixeira em que o dirigente dizia: "Hoje, deixo definitivamente a presidência da CBF". No texto, o ex-presidente anuncia Marin, de 79 anos, como seu substituto na confederação - já que é o vice mais velho, como manda o estatuto - e no COL. O paulista disse que ficará no comando da CBF até o final do mandato de Teixeira, em 2015, quando deverão ser feitas novas eleições.

José Maria Marin durante coletiva da CBF (Foto: Mowa Press)Marin, de 79 anos, assume lugar de Teixeira como vice mais velho da CBF (Foto: Mowa Press)

No comunicado, Teixeira deixou um "muito obrigado" à torcida brasileira, lembrou os títulos conquistados pela Seleção desde sua chegada em janeiro de 1989 e considerou injustas as acusações que tem sofrido. "Fiz nesses anos o que estava ao meu alcance, sacrificando a saúde e o convívio familiar. Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias", dizia o texto (confira a íntegra no vídeo ao lado). "Presidir paixões não é tarefa fácil. O futebol no nosso país é associado a talento e desorganização. Quando ganhamos, despertou o talento. Quando perdemos, imperou a desorganização", completou.

Na última sexta, o dirigente havia pedido licença médica. Na véspera da Assembleia Geral da CBF, que foi realizada dia 29 de fevereiro, ele passou mal durante uma reunião e teve que deixar a sede da entidade com dificuldades de se locomover. Em setembro do ano passado, Teixeira foi internado por dois dias no Rio de Janeiro devido a diverticulite (processo inflamatório e infeccioso do divertículo - bolsas circulares da parede do cólon que têm ligação com o intestino grosso).

Vice-presidente mais velho da CBF, Marin já foi jogador de futebol do São Paulo e até governador do estado de São Paulo, substituindo Paulo Maluf por alguns meses no início dos anos 80. Mas o dirigente acabou famoso no mundo do futebol em janeiro deste ano por ter colocado no bolso uma das medalhas do título do Corinthians na Copa São Paulo de Juniores. Ao assumir o cargo de Teixeira, Marin afirmou que não haverá mudanças na CBF:

- Assumo a presidência de acordo com o estatuto da entidade e cumprirei o mandato até o final para fazer uma gestão de continuidade ao que vinha sendo feito - disse o novo presidente.

Ricardo Teixeira durante entrevista em 1989 (Foto: Arquivo / Ag. Estado)Ricardo Teixeira durante entrevista em 1989, ano que foi eleito para a presidência (Foto: Arquivo / Ag. Estado)

Os 23 anos de Teixeira na CBF

Ex-genro de João Havelange, Teixeira assumiu a CBF em 16 de janeiro de 1989. Com ele no comando, a Seleção conquistou duas Copas do Mundo (1994 e 2002), três Copas das Confederações (1997, 2005 e 2009) e cinco Copas Américas (1989, 1997, 1999, 2004 e 2007). O dirigente também criou a Copa do Brasil (1989) e transformou o Campeonato Brasileiro em disputa de pontos corridos, com turno e returno, a partir de 2003. Sua maior vitória foi conquistada em 2007: liderou a candidatura do Brasil para ser sede da Copa do Mundo de 2014 e, logo em seguida, tornou-se presidente do Comitê Organizador Local (COL).

Antes do carnaval, alguns jornais e sites brasileiros passaram a divulgar que Teixeira deixaria o poder em breve. A esposa e a filha mais nova do dirigente viajaram para Miami, assim como o dirigente, o que aumentou a especulação.

O nome de Teixeira foi envolvido em uma denúncia da TV inglesa BBC, que apontou o dirigente como um dos que teriam recebido dinheiro de forma irregular da agência de marketing ISL (extinta em 2001 por falência). Por causa dessas relações, a ISL teria obtido lucrativos contratos de patrocínio e de direitos de televisão com a Fifa. A reportagem da BBC diz que Ricardo Teixeira e os outros envolvidos chegaram a um acordo com a justiça suíça, pondo um fim à questão. Ex-aliado e atualmente desafeto de Teixeira, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, prometeu em outubro do ano passado que tornaria público os arquivos do "caso ISL" até dezembro. Em janeiro, o dirigente suíço disse que não poderia ainda revelar os arquivos por conta de uma medida judicial. No Brasil, os processos decorrentes dessa denúncia foram arquivados pela Justiça.

Confira a linha do tempo da vida de Teixeira:

1947 – Nasce no dia 20 de junho, na cidade de Carlos Chagas, em Minas Gerais.

Anos 50 – Muda-se para o Rio de Janeiro, após ter sua criação iniciada em Belo Horizonte. Estuda no colégio Santo Inácio. Defende a equipe de vôlei do Botafogo.

Anos 60 – Ingressa na faculdade de Direito, que cursa até o quarto ano. Passa a trabalhar no mercado financeiro. Conhece Lúcia Havelange, filha de João Havelange.

Anos 70 – Casa com Lúcia Havelange, filha de João Havelange, ex-presidente da CBD e da Fifa. Tem três filhos com ela.

1989 – Em 16 de janeiro, é eleito presidente da CBF. Na disputa, vence Nabi Abi Chedid, ex-deputado estadual e presidente da Federação Paulista de Futebol. É o sucessor de Octávio Pinto Guimarães na entidade. Recebe um órgão falido, às vésperas da disputa de uma Copa do Mundo. Com Sebastião Lazaroni de técnico, ganha a Copa América. Nasce a Copa do Brasil

1990 – Na tentativa de dar saúde financeira à CBF, investe em contrato de patrocínio com a Pepsi e mantém a Topper, que vestiu a Seleção nas Copa de 1982 e 1986. Vê nascer uma crise: em foto oficial, jogadores tampam a marca da fábrica de refrigerantes. Na Copa do Mundo, Seleção é eliminada pela Argentina nas oitavas de final.

1991 – Aposta em Paulo Roberto Falcão como treinador da Seleção. Resultados não são bons, e Teixeira logo muda a escolha para Carlos Alberto Parreira. Brasil fica na segunda colocação na Copa América.

1992 – Toma posse em segundo mandato na CBF.

1994 – Aposta de Teixeira em Parreira dá certo, e Brasil é campeão do mundo nos Estados Unidos. Com cinco anos no comando da CBF, dirigente faz futebol brasileiro quebrar jejum de 24 anos. No retorno da delegação, se envolve em uma polêmica. É acusado de forçar a liberação da mercadoria trazida do exterior sem pagamento de impostos. O dirigente foi absolvido da acusação 17 anos depois - em 2011.

Ricardo Teixeira presidente da CBF com as taças da Copa do Mundo em 2003 (Foto: Arquivo / Ag. Estado)Teixeira exibe a Jules Rimet e as duas taças
conquistas na gestão (Foto: Arquivo / Ag. Estado)

1995 – Já com Zagallo de técnico, vê o Brasil ser vice-campeão da Copa América.

1997 – Separa-se de Lúcia Havelange, o que desgasta sua relação com João Havelange. Tem relacionamento com a socialite Narcisa Tamborideguy. Assina contrato de patrocínio com a Nike, que tinha como diretor o atual presidente do Barcelona, Sandro Rosell. Afasta Ivens Mendes, então presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, acusado de corrupção.

1998 – Volta a ver o Brasil em uma final de Copa do Mundo, mas desta vez com derrota. Após convulsão de Ronaldo, Seleção leva 3 a 0 da França. Vanderlei Luxemburgo é escolhido como novo treinador. Teixeira tem trégua na relação com Zico, convidado para chefiar a delegação no Mundial. Ao cavalgar, sofre acidente, passa por operação e recebe uma placa de ferro na perna.

1999 – Aumenta o número de participantes da Copa do Brasil. Recebe homenagem da CBF, mas sem a presença de Havelange, ainda distante dele. Vê Brasil ser campeão da Copa América.

2000 – Treinado por Vanderlei Luxemburgo, Brasil cai para Camarões nas Olimpíadas. Treinador se envolve em polêmicas fora de campo e é demitido por Teixeira. Aposta em Emerson Leão como sucessor.

2001 – É um dos alvos da CPI do Futebol, no Senado, e da CPI da Nike, na Câmara dos Deputados. Aposta em Luiz Felipe Scolari como treinador da Seleção. CPI do Senado pede indiciamento de Teixeira por evasão de divisas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e apropriação indébita. Justiça abre processos, e dirigente é absolvido das acusações.

2002 – Brasil é campeão invicto da Copa do Mundo.

2003 – Campeonato Brasileiro passa a ser disputado em pontos corridos. Carlos Alberto Parreira é confirmado como novo técnico da Seleção. Brasil cai na primeira fase da Copa das Confederações. Teixeira se casa com Ana Carolina Wigand, 30 anos mais jovem que ele.

2004 – Seleção Brasileira vai jogar no Haiti. Ação aproxima Ricardo Teixeira de Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da República. Equipe nacional é campeã da Copa América, com vitória sobre a Argentina nos pênaltis.

2005 – Campeonato Brasileiro vive escândalo na arbitragem, com 11 jogos anulados após a descoberta de esquema de apostas envolvendo o árbitro Edílson Pereira de Carvalho. CBF deixa situação a cargo do STJD. Corinthians é campeão, e Inter ameaça levar o caso à Fifa, mas, nos bastidores, é convencido a desistir. Seleção é campeã da Copa das Confederações, goleando a Argentina na final.

2006 – Brasil vai mal na Copa do Mundo da Alemanha. Com atletas acima do peso e festa da torcida na preparação em Wegis, na Suíça, sonho do hexa termina nas quartas de final, com nova derrota para a França. Carlos Alberto Parreira deixa o comando da equipe, e Teixeira aposta em Dunga para mudar a imagem da Seleção.

2007 – Brasil é confirmado como país-sede da Copa do Mundo de 2014, numa campanha liderada por Ricardo Teixeira.

2010 – Brasil cai para a Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Incomodado com a postura de Dunga, mais fechado do que os treinadores anteriores, Teixeira decide mudar novamente o comando da Seleção. Tenta Muricy Ramalho, que fica no Fluminense, e então aposta em Mano Menezes. CBF reconhece títulos da Taça Brasil e do Robertão como conquistas de mesmo peso do Campeonato Brasileiro.

2011 – Emissora britânica BBC acusa Ricardo Teixeira de receber dinheiro de maneira irregular da ISL, empresa de marketing já falida. Dirigente rebate acusações. Ronaldo Nazário é convidado para integrar o Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (COL), no qual Joana Havelange, filha do presidente da CBF, é diretora-executiva. Teixeira é internado, como consequência de uma diverticulite – inflamação no intestino grosso.

2012 - Secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke viaja ao Brasil para visitar algumas obras de 2014. Aldo Rebelo, ministro do Esporte, e Ronaldo acompanham o francês, mas Teixeira não aparece. Esposa e filha se mudam para Miami e parte da imprensa passa a noticiar sua saída da CBF. Após licença médica anunciada no 9 de março, dirigente deixa as presidências da CBF e do COL três dias depois.

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