PM apreende 2.950 quilos de maconha.

Posted by JORNAL EDUCADORA | quinta-feira, 13 de junho de 2013 | Posted in , ,


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Uma guarnição da Polícia Militar do Assentamento Itamarati apreendeu nesta manhã (13/6) dois veículos com quase três toneladas de maconha. O fato ocorreu às 7h na rodovia MS 164, que liga o município de Ponta Porã ao Assentamento Itamarati. Segundo ocorrência registrada pela equipe, a viatura realizava o patrulhamento ostensivo no grupo FAF, e quando retornava para a Vila do Assentamento se deparou com o veículo Chevrolet S10, cor prata, com placas de Campo Grande-MS, que o motorista ao avistar a viatura saiu correndo em direção a uma plantação de eucalipto, abandonado o veículo.
Os policiais realizaram a vistoria na caminhonete, sendo encontrada grande quantidade de maconha, que após pesada, totalizou aproximadamente 1.730 quilos, distribuídos em forma de tabletes. A equipe então realizou buscas, na intenção de localizar o condutor, momento em que localizaram outro veículo abandonado às margens da rodovia, sendo este um Renault Megane, cor cinza com placas de Jatai/SC, o qual também foi abandonado pelo seu condutor, devido o mesmo também estar com droga, que após pesada, totalizou aproximadamente 1.220 quilos de maconha.
A equipe de serviço continuou com as buscas, logrando êxito em localizar o condutor da caminhonete, sendo identificado como um homem de 21 anos de idade, brasileiro, morador do município de Campo Grande –MS, o qual foi preso em flagrante e encaminhado, juntamente com o veículo e a droga, para a Delegacia de Polícia Federal. Já o Renault Megane foi encaminhado, juntamente com a droga contida nele, para a Polícia Civil de Ponta Porã.
Juntos, os dois veículos continham 2.950 quilos de maconha. Esta foi a maior apreensão de maconha, realizada este ano pela Polícia Militar do Assentamento Itamarati, que é subordinado ao 4º BPM.

Fonte: Conesulnews 

Polícia prende suspeito de matar índio em fazenda de Sete Quedas

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O delegado responsável pelas investigações do caso, Dr. Rinaldo Moreira. Hipótese do crime ter sido cometido em conflitos por terras está totalmente descartada. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Uma equipe da Polícia Civil de Paranhos, coordenada pelo delegado, Dr. Rinaldo Moreira, prendeu no final da tarde dessa quinta-feira, 13 de junho, um homem de 35 anos, suspeito de matar, na manhã dessa quarta-feira, o indígena Celso Figueredo, de 34 anos, em uma fazenda, no município de Sete Quedas.
O suspeito, Ivonei Gabriel Vieira, é funcionário da Fazenda Califórnia, onde o guarani-kaiowá foi assassinado.
Em entrevista via telefone ao A Gazetanews, Dr. Rinaldo, que comandou pessoalmente as diligências, relatou que na casa de Ivonei a equipe de investigação encontrou uma espingarda calibre 28, mesmo calibre dos cartuchos encontrados no local onde Celso foi morto, oito munições intactas, inclusive uma delas na arma, vestes, inclusive uma camiseta branca com resquícios de sangue e um capacete de motociclista na cor preta.
Segundo o delegado, tanto a camiseta como o capacete, batem com as características apresentando pelo pai da vítima, um indígena de 61 anos, que estava com Celso Figueredo na hora que o rapaz foi morto.
De acordo com o delegado, que é titular na Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas, mas responde pelo expediente na Delegacia de Paranhos, que há mais de ano está sem delegado titular, todo o material apreendido será encaminhado para a perícia.
Segundo Dr. Rinaldo, Ivonei nega o assassinato do indígena e diz que o sangue existente na camiseta de sua propriedade encontrada na casa pode ser de carneiro, já que animais dessa espécie são abatidos com freqüência, segundo o suspeito, naquela propriedade rural.
Segundo o delegado, apesar de negar a autoria do assassinato o indígena, Ivonei foi autuado em flagrante e permanecerá preso pelo crime de posse de arma de uso permitido.
Dr. Rinaldo informou que a fiança não foi arbitrada tendo em vista que Ivonei é o principal suspeito do assassinato de Celso Figueredo.
O crime
O indígena Celso Figueredo, residente na Aldeia Paraguassu, em Paranhos, foi assassinado a tiros por volta das 5h da manhã dessa quarta-feira (12) quando se dirigia, em companhia de seu pai, para a sede da própria Fazenda Califórnia, que fica localizada já no município de Sete Quedas, para, segundo a polícia, receber cerca de R$ 600 reais, valor este fruto de prestação de serviço como diarista na propriedade rural.
Segundo o pai da vítima, ele e o filho se deslocavam a pé, quando um indivíduo usando trajes com as mesmas características dos apreendido na casa do funcionário da fazenda e capacete de motoqueiro na cor preta, teria se aproximado da vítima e efetuado um disparo de espingarda.
Quando Celso Figueredo caiu, o indivíduo teria sacado de outra arma que estaria carregando na cintura e efetuado outros disparos, e como zombaria, ainda teria se sentando sobre o cadáver do guarani-kaiowá.
Polícia descarta conflito por terras
Para a Polícia Civil de Paranhos, que continua trabalhando no caso, está descartada a hipótese que o assassinato tenha ocorrido por questões de conflitos por terra, já que tanto o pai como o filho da vítima trabalhavam na propriedade rural há tempos.
Para a polícia, todos os indicativos apontam que o crime possa ter sido cometido por motivo de vingança.
Clima Tenso
A morte do guarani-kaiowá acabou deixando o clima bastante tenso dentro da Aldeia Paraguassu, que está situada a cerca de 35 quilômetros da sede do município, em Paranhos.
Durante o dia dessa quinta-feira os indígenas, pintados para guerra e armados com tacapes, montaram piquetes na entrada da reserva indígena e só deixavam passar as pessoas que eram de seu interesse.
Segundo informações levantadas pelo A Gazetanews, a situação só ficou tensa no interior da aldeia após a chegada de pessoas estranhas à reserva indígena. Essas pessoas teriam instigado os guarani-kaiowá.
Indígenas moradores na Aldeia Amambai, em Amambai, entre eles, familiares da vítima, também teriam se deslocado para a Aldeia Paraguassu para acompanhar o velório.
Segundo as informações, durante todo o dia dessa quinta-feira o corpo de Celso Figueredo foi velado na Aldeia Paraguaçu, que fica às margens do Rio Iguatemi, mas a idéia da comunidade indígena é enterrar o guarani-kaiowá no local onde foi morto, ou seja, no interior da Fazenda Califórnia, que fica do lado posto do rio, já no município de Sete Quedas.
Existem rumores que a propriedade também possa ser invadida pelos indígenas nas próximas horas.
Fonte: A Gazeta News 

Caminhões colidem frontalmente na MS-156 entre Amambai e Tacuru

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Com a violência do impacto os dois caminhões ficaram destruídos. Ninguém se feriu gravemente. (Fotos: Toninho Dantas/Skala Produções)
Vilson Nascimento
Dois caminhões, um Wolkswagen baú, cor branca, placas de Quatiguá-PR e outro Mercedes Benz, cor azul, placas de Ponta Porã-MS, carregado de adubo, colidiram frontalmente na tarde dessa quinta-feira (13) em Amambai.
O acidente aconteceu na altura do quilômetro 26 da Rodovia MS-156, trecho que liga Amambai a Tacuru, nas proximidades do Rio Jogui.
Com a violência do impacto os dois veículos de carga tiveram as cabinas completamente destruídas.
Segundo o radialista Toninho Dantas, da empresa multimídia Skala Produções, com sede em Paranhos, que esteve no local, apesar dos danos materiais causados, ninguém se feriu gravemente.
Apenas o condutor do caminhão baú teria sofrido escoriações sem maiores gravidades.
Uma equipe da PRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual) da base operacional de Amambai esteve no local realizando os levantamentos de praxe.
Fonte: A Gazeta News

Índio É Morto A Tiros Em Fazenda De Sete Quedas

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VISTA AÉREA DA ALDEIA ONDE O INDIO MORAVA
A Polícia Civil investiga a morte de um índio guarani-kaiowá na aldeia Paraguassu, no município de Paranhos, cidade 469 quilômetros de Campo Grande. Celso Figueiredo, de 34 anos, foi assassinado com um tiro por volta das 5h30 da madrugada de quarta-feira (12).
Segundo a PC, o guarani-kaiowá, morador na Aldeia Paraguassu, em Paranhos, foi assinado a tiros por um indivíduo desconhecido após receber pagamentos por diária de trabalho em uma fazenda situada próximo a aldeia, onde inclusive o pai da vítima, um indígena de idade bastante avançada, trabalhou por vários anos e matem bom relacionamento com os patrões.
O pai da vítima estava junto no momento que o filho foi morto e não teria sido alvo do executor, segundo a polícia.
Na manhã dessa quinta-feira (13) o delegado, Dr. Rinaldo Moreira, que é titular na Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas, mas responde pelo expediente na Delegacia de Paranhos, que há mais de ano está sem delegado titular, vai ouvir o pai e familiares da vítima para buscar mais informações e tentar desvendar o crime, que pode ter sido comedido por vingança, segundo a polícia.
Segundo a Polícia Civil de Paranhos, que esteve na Aldeia Paraguassu, que fica situada às margens da Rodovia MS-295, a cerca de 25 quilômetros da cidade, na manhã dessa quinta-feira, apesar de amigos e familiares da vítima estarem chocados com a morte, o velório transcorre normalmente e não existe clima de tensão.
Produtores temem pretexto para invasões
Apesar da morte do indígena não estar ligada as questões de demarcações de terras, feito que tem tirado o sossego da classe produtora e de toda a população indígena e não indígena do Cone Sul do Estado, em Mato Grosso do Sul, produtores rurais temem que grupos que manipulam índios para fins de invadir terras no Estado, entre eles, segundo a Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) o CIMI (Conselho Indigenista Missionário) órgão ligado a Igreja Católica, possa fomentar invasões da propriedades na região usando o crime como pretexto, como já ocorreu em outras ocasiões.
No site do CIMI, apesar da polícia que investiga o caso dizer o contrário, o órgão afirma que a morte do guarani-kaiowá Celso Rodrigues, foi cometida por “pistoleiros”, dando clara conotação, apesar dos levantamentos preliminares realizados pela polícia até o momento apontar para outra direção, que o crime foi cometido por conta de confrontos fundiários.
O indígena Celso Rodrigues, de 34 anos, residente na Aldeia Paraguassu, em Paranhos, assassinado a tiro ontem (12) será enterrado na fazenda onde o crime ocorreu, uma propriedade rural situada nas proximidades da reserva indígena, mas segundo as informações, já no município de Sete Quedas.
Fonte: A Gazeta News 

Seis indígenas são presos acusados de matar ex-policial e produtor rural em Douradina

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da redação com Osvaldo Duarte
Seis indígenas tiveram mandados de prisão preventiva decretada pela juíza Dileta Terezinha Thomaz suspeitos de participarem da morte do produtor rural e ex-policial militar Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, ocorrido em abril deste ano, em uma fazenda na cidade de Douradina.
Foram presos, Sergio da Silva, Efigenia Ilton João, João Isnardi, Samuel Gonçalves e Elaine Ilton, está com mandado em aberto, sendo considerado foragido o indígena Vanilton Gonçalves, que segundo a polícia, estaria em Sidrolândia.
Os cinco se juntam a João da Silva, que está preso desde o dia 13 de abril, acusado de participar do homicídio, que chocou toda a sociedade, pelo grau de crueldade.
INVESTIGAÇÃO
Após o crime, o delegado titular da Polícia Civil de Douradina, Marcelo Batistela Damasceno, responsável pelas investigações da morte do policial, disse que os atritos entre a vítima e indígenas acontecem desde 2010.
De acordo com os boletins de ocorrências registrados na delegacia daquele município, um furto na propriedade de Arnaldo ocasionou as primeiras desavenças três anos atrás.
Já em 2012, conforme outros documentos, houveram mais registros de furtos, além de uma ameaça e lesão corporal por parte dos indígenas, resultando no assassinato do produtor no dia 12 de abril deste ano.  FONT . DOURADOS NEWS

COPAGAZ - 3479 2000

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