800 CABEÇAS DE GADO MORRE NO PARAGUAY NESSA MADRUGADA.

Posted by JORNAL EDUCADORA | terça-feira, 27 de agosto de 2013 | Posted in , ,


San Ignacio. Longo de cerca de 800 cabeças de gado foram mortos esta manhã por hiportermia em San Ignacio, Misiones, onde as temperaturas chegaram 0 ° C.
Centenas de animais não resistem ao frio da noite passada.
Centenas de animais não resistem ao frio da noite passada. / Rafael Marcial Montiel, ABC Color
Os animais passaram a noite no campo e não resistir a baixas temperaturas. O chefe regional do Serviço Nacional de Saúde Animal (SENACSA), Theophilus Maidana disse que, segundo as primeiras avaliações têm dados de mortalidade de 800 cabeças de gado, mas poderia ser mais.
Os lugares onde não havia muita mortalidade de gado são as empresas de Santa Rita, empresa de liquidação Martin Rolon e Guasú Island. Instalações pecuárias também localizados a Rota IV foram danificados pela morte de gado.
Os mais afetados são áreas baixas e desprotegidas onde os produtores não antecipou capoeiras, pequenas ilhas, ou em algum lugar onde possam se abrigar em local fresco, Maidana disse.
A desnutrição é outro fator que causa hipotermia rápida, falta de vitaminas e minerais adicionados.
Ele anunciou que na quarta-feira vai continuar os controles no distrito de Santa Maria, onde ainda precisa verificar os efeitos da geada.                                                    FONT;ABC COLOR

Índios bloqueiam rodovia em protesto por demarcações em Paranhos

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Guaranis quem agilização dos processos e indenização dos produtores


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Munidos com faixas e cartazes, além da aceleração dos processos de demarcações, os indígenas também cobram estruturação da SESAI e benefícios para as aldeias. (Fotos: Toninho Dantas/Skala Produções)
Vilson Nascimento
Um grupo de indígenas bloqueou por cerca de 5 horas, na manhã dessa terça-feira, 27 de agosto, a Rodovia MS-295, trecho que liga Paranhos ao resto do Estado em Mato Grosso do Sul.
O bloqueio, praticado por indígenas residentes na Aldeia Arroyo Corá, em Paranhos, aconteceu nas proximidades do posto de fiscalização da Iagro, a cerca de 30 quilômetros da cidade.
Segundo Toninho Dantas, da Skala Produções, empresa parceira do grupo A Gazeta de comunicações, pintados para guerra e munidos com tacapes, faixas e cartazes, os guarani-kaiowá cobravam dos governos, Federal Estadual e da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) maior agilidade no processo de demarcação das terras indígenas e a indenização dos produtores rurais que hoje ocupam as áreas.
Durante a manifestação os indígenas também aproveitaram para cobrar as SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena) e dos demais órgãos competentes, melhorias no atendimento as comunidades guarani-kaiowá em Paranhos e na região Cone Sul do Estado.
Morosidade para solucionar o problema
Em relação às demarcações, várias reuniões têm sido realizadas pelos governos, Federal e Estadual, com a participação da classe produtora e lideranças indígenas do Estado para debater a questão, mas nenhuma solução prática foi adotada até agora, fator que tem provocado descontentamento nas comunidades indígenas que reivindicam a retomada de áreas consideradas por eles como “terras tradicionais guaranis”.
A lentidão do Governo concretizar ações práticas em relação à questão, principalmente em relação aos povos guarani que habitam a região Cone Sul do Estado, tem deixado as lideranças indígenas da região bastante apreensivas.
Existem rumores que, por conta da falta de ação do governo, em forma de protesto, células guarani-kaiowá estariam planejando ocupar a Fazenda Pinheirinho, situada na divisa entre Amambai e Tacuru e outra área de terra que inclusive pegaria parte do Assentamento Santa Renata, no município de Tacuru.
Conflitos entre indígenas e produtores pela posse da terra já provocaram várias mortes e vem travando o desenvolvimento sócio-econômico de toda a região, no Cone Sul de Mato Grosso do Sul.
Ameaças de novos bloqueios
Segundo Toninho Dantas, que esteve no local e manteve contado com as lideranças do movimento, a manifestação dessa terça-feira, que durou até por volta das 13h, foi pacífica, mas os indígenas prometeram que voltarão a promover bloqueios na rodovia estadual, caso seus pedidos não sejam atendidos pelo Governo Federal e pelos órgãos competentes.  

Fonte: A Gazeta News

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