Vereador Saulinho Acompanha Limpeza no Conjunto Iporã

Posted by salatiel | quarta-feira, 2 de outubro de 2013 | Posted in ,



O Vereador José Saulo da Paixão, “Saulinho”, esteve acompanhando na última semana os funcionários da Prefeitura Municipal, comandados pelo Departamento de Obras, em uma varredura no Conjunto Iporã, onde foram recolhidos todos os tipos de lixo e entulhos acumulados nas vias e logradouros.

Atendendo a um pedido verbal do vereador a administração municipal, destinou um caminhão basculante, trator pá carregadeira, e trator com carreta para retirar todos os entulhos, galhos e lixo encontrado no bairro.

O vereador acompanhou de perto grande parte do trajeto dos veículos, no bairro onde mora, mostrando em diversas vezes os locais mais prioritários para a limpeza. Segundo o vereador, o pedido foi feito, devido ao grande acumulo de lixo e entulhos nas vias, e que era necessária uma ação mais priorizada naquele local, para que pudesse ter uma nova visão para os visitantes. Durante todo o dia, os funcionários municipais, estiveram no bairro, fazendo a varredura.


“Fiquei muito feliz em ser atendido, pois o bairro estava precisando de uma limpeza geral. O Prefeito Casé entendeu da urgência e destinou os veículos para o local. A administração não esta medindo esforços para transformar nossa cidade apesar das inúmeras dificuldades que os municípios vêm passando. Mas tenho certeza que ele esta fazendo o que pode pelo município, nos vereadores devemos esta trabalhando para que tudo melhore, e ajudar a administração na solução dos problemas. Ao invés de ficar criticando, devemos correr atrás de recursos que ajudem o município a caminhar” disse o vereador que até auxiliou os funcionários durante a visita.

Xarope fabricado no Paraguai mata uma criança e intoxica cinco

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xarope

Uma criança morreu e outras cinco foram internadas em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, com sintomas de intoxicação. A suspeita é de que elas tenham usado um xarope fabricado no Paraguai que é proibido no Brasil.
A Vigilância Sanitária emitiu um alerta para os riscos do xarope com o princípio ativo “dextrometorfano”. O remédio, fabricado no Paraguai, tem vários nomes comerciais.
Em Mato Grosso do Sul, pelo menos seis crianças que tomaram a medicação passaram mal e foram internadas em estado grave. Uma delas morreu.
As crianças teriam tomado o xarope uma única vez. “Começaram a apresentar dificuldade respiratória, sonolência, então os pais percebiam que elas ficavam com os lábios roxos. Algumas soltavam espuma pela boca, e evoluíram rapidamente para parada cardiorrespiratória“, conta Mariana Croda, infectologista.
O Ministério da Saúde do Paraguai proibiu a fabricação desses remédios, mas o controle sobre a venda é difícil. Em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, cidade vizinha a Ponta Porã, ambulantes vendem vários tipos de medicamentos nas ruas.
Para diagnosticar com mais rapidez novos casos de intoxicação pelo mesmo medicamento, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul emitiu um alerta sanitário. A partir de agora, os médicos que atendem nos serviços de emergência devem perguntar a todos os pacientes se eles tomaram nas últimas 48 horas medicação para tosse ou gripe comprada no Paraguai.
“Qualquer medicamento vendido no Paraguai, na Bolívia, para entrar no Brasil há uma restrição. É crime”, afirma Ronaldo Abrão, presidente CRF-MS.
Só este ano, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu nas estradas de Mato Grosso do Sul mais de cem mil unidades de medicamentos vindos do Paraguai.
informações do G1

Produtores Dizem que Irão Reagir a Bala ás Invasões se Necessário

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Sede da Fazenda Buriti incendiada por índios Terena “A partir de hoje, se houver invasão [indígena], os produtores que estão lá em Dois Irmãos do Buriti e Sidrolândia prometem reagir e ficar, se necessário for, à bala”, disse ontem (30) o advogado Newley Amarilla, que representa alguns produtores rurais que tiveram as propriedades invadidas e incendiadas por índios no Mato Grosso do Sul. 

Por meio da assessoria, a Funai, que tutela os índios que invadiram e queimaram as propriedades, diz manter o posicionamento de que o melhor caminho para solução do problema é o diálogo e que repudia qualquer tipo de violência. Amarilla informa que há uma decisão do dia 6 de junho de 2013 que dá respaldo para que os produtores resistam nos seus imóveis diante de invasões indígena. 

Além disso, o desembargador responsável pela decisão em caráter liminar, João Maria Lós, coloca que “diante da sobrecarga dos tribunais, outras formas de pacificação social diferentes da jurisdição estatal têm que ser pensadas, sendo nesse panorama que se inserem a arbitragem, a mediação, a autotutela, etc.”. O advogado garante que os produtores que ainda não tiveram suas terras ocupadas estão se preparando caso haja alguma tentativa por parte dos índios de entrar nessas áreas. 

A ação que Advocacia Geral da União de não cumprir os mandados de reintegração de posse expedidos pela justiça tem passado a mensagem de que as invasões são autorizadas pelo Governo. “Os índios, me parece, estão sendo ensinados a invadir, porque nada lhes acontece. A Justiça precisa cumprir as suas próprias decisões”, declarou Amarilla. 

O presidente da Famasul, Eduardo Riedel, disse que a entidade está cobrando solução para o conflito ou desfecho da proposta feita pelo Executivo, de comprar as terras dos produtores. Segundo ele, um documento foi protocolado e enviado ao Ministério da Justiça dando prazo até 30 de novembro para que haja algo de concreto na tentativa de resolver o impasse. Riedel, manifestou preocupação com a ausência dos poderes constituídos na resolução de um problema que abre precedentes para o descumprimento da legislação brasileira. "Esse vácuo de poder, vindo do Executivo, do Judiciário e do Legislativo, coloca em risco a democracia e a Justiça brasileira", lamenta o dirigente. Segundo ele, desde que foi firmado o acordo entre produtores e indígenas diante da possibilidade de construção de um acordo, outras 11 propriedades foram invadidas no Estado que já tem 67 imóveis tomados por índios. De acordo com o documento protocolado pela Famasul, após essa data, os produtores vão buscar a Justiça para fazer valer seus direitos. 

“A instituição procura buscar a Justiça para negociar e pede celeridade. Esse é o seu papel, independente do que ocorra nas diferentes propriedades e etnias que nesses confrontos existam”, ressaltou. O produtor rural Ricardo Bacha, dono da fazenda Buriti, invadida e queimada por índios Terena no dia 15 de maio de 2013, disse que desta vez quem está dando prazo são os produtores. 

“Ou resolve isso até 30 de novembro ou vamos tomar as atitudes que nós entendemos convenientes. Vamos fazer com que as reintegrações de posse comecem a acontecer novamente”, declarou. Bacha diz temer a eclosão de um conflito de grandes proporções. “Tem gente que ainda não foi invadido e, se houver invasão, vai haver resistência”, afirma.

FONTE: QUESTÃO INDIGENA

Final da Copa Sete Quedas de Futsal Terá ADR LAVOURA E PAGUE MENOS UFC

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As equipes da ADR Lavoura, que tem no comendo o técnico Andreis Mendonça e do Pague Menos UFC vão decidir nesta sexta-feira, 4 de outubro, no Ginásio Chinelão, em Sete Quedas, a Copa Cidade de Sete Quedas de Futsal Interfirmas 2013.
Na noite dessa terça-feira (1) a ADR Lavoura, que até agora mantém cem por cento de aproveitamento, vencendo todas as oito partidas que disputou no certame, conquistou a vaga para a final ao bater, em uma das semifinais, a equipe da Lotérica Ki-Sorte/Santa Luzia pelo placar de 4x1.
Já o Pague Menos/UFC, que venceu seis e perdeu duas vezes durante o campeonato, garantiu a vaga para a final, o vencer na outra semifinal, também na noite dessa terça-feira, a equipe do Mercado Odiney/Água Boa pelo placar de 4x2.
A Copa Cidade de Sete Quedas de Futsal Interfirmas 2013, que é promovida pela Prefeitura de Sete Quedas através do Departamento Municipal de Esportes, oferece R$ 6 mil reais em prêmios a serem divididos entre os primeiros colocados.
De acordo com a coordenação do campeonato, o campeão vai embolsar R$ 3 mil reais, o vice-campeão R$ 2 mil e o terceiro colocado R$ 1 mil reais.
Segundo a coordenação, o artilheiro e o goleiro menos vazado do certame vão receber troféus e também uma quantia em dinheiro ainda não divulgada.
O prefeito de Sete Quedas, José Gomes Goulart, o “Casé” e o diretor de esportes do município, Paulo Sachi, estiveram presentes no Ginásio Chinelão na noite dessa terça-feira acompanhando as partidas das semifinais.
Veja os confrontos das finais do Interfirmas de Futsal em Sete Quedas
Sexta-feiea- dia 4 de outubro
19h- Mercado Odiney/Água Boa x Lotérica Ki-Sorte/Santa Luzia (disputa do 3º lugar)
20h- ADR Lavoura  x  Pague Menos/UFC (grande final)









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