Banda Calypso Já tem Nova Vocalista

Posted by salatiel | segunda-feira, 2 de novembro de 2015 | Posted in , ,

Durante a coletiva de imprensa em Belém do Pará, ocorrida no último sábado (31), a cantora potiguar Thábata (Mendes, mas irá usar apenas o primeiro nome) foi oficialmente apresentada como vocalista da Banda Calypso. Apesar da nova formação, o guitarrista Chimbinha garantiu aos fâs que a banda continuará com o mesmo nome nesta nova etapa do projeto, após a saída de sua ex-mulher, Joelma. No entanto, algumas mudanças podem acontecer. "Calypso é um ritmo, um movimento. Eu quero reinventar a banda, vai ter um estilo mais jovem", declarou.
Mas quem realmente brilhou na coletiva foi Thábata, que deixou claro que no que depender dela, a banda Calypso será, de fato, uma nova banda. Ela, que já atacou no mundo sertanejo e foi musa do axé no nordeste, viu a sorte bater à porta após a separação dramática e televisionada dos líderes da banda.
"Se o cavalo manco estiver pronto para mim, estou pronta para ele. Eu só tenho a dizer que vou executar meu trabalho com muito carinho. São 16 anos de história. As pessoas vão perceber que sou uma pessoa de coração bom. Eu já tomei tantos 'nãos' que já estava na hora de um 'sim'" disse Thábata durante a coletiva.
Claro que a cantora não teve como evitar citar o nome de sua antecessora. Mas o fez com respeito, sugerindo que não vai ocupar o espaço de Joelma, mas conquistar o próprio nos palcos. "Eu sou uma artista bem diferente, nem melhor ou pior que ela (Joelma). Eu só tenho a preocupação de mostrar o meu trabalho. Eu vejo como uma oportunidade profissional irrecusável. Essas outras questões ficam para eles resolverem", disse.
Thábata também destacou que o convite para cantar na Calypso foi irrecusável e que a novela entre Chimbinha e Joelma não lhe diz respeito. "Não me diz respeito. Não queria que tivesse acontecido tudo isso. Foi inevitável e é vida que segue", concluiu.
Fonte: Midiamaxnews 

Hoje é Dia de Finados; conheça a história da data

Posted by salatiel | | Posted in , ,















No dia 02 de novembro, na maior parte dos países ocidentais, ocorre um dos mais importantes rituais religiosos da tradição cristã católica, isto é, o Dia de Finados. Essa data tem por objetivo principal relembrar a memória dos mortos, dos entes queridos que já se foram, bem como (para os católicos) rezar pela alma deles, haja vista que, de acordo com a doutrina da Igreja Católica, a alma da maioria dos mortos está no Purgatório passando por um processo de purificação.
Por essa razão, a alma necessita de orações dos vivos para que intercedam a Deus pelo sofrimento que as aflige. Nesse contexto, o Dia de Finados era conhecido na Idade Média como “Dia de todas as Almas”, dia esse que sucedia o “Dia de todos os Santos” (comemorado no dia 1º de novembro).
Desde a época do cristianismo primitivo, que se desenvolveu sob as ruínas do Império Romano, que os cristãos rezavam por seus mortos, em especial pelos mártires, onde estes eram frequentemente enterrados: nas catacumbas subterrâneas da cidade de Roma. O costume de rezar pelos mortos foi sendo introduzido paulatinamente na liturgia (conjunto de rituais que são executados ao longo do ano) da Igreja Católica. O principal responsável pela instituição de uma data específica dedicada à alma dos mortos foi o monge beneditino Odilo (ou Odilon) de Cluny.
Odilo (962-1049) tornou-se abade de Cluny, em Borgonha, na França, uma das principais abadias construídas no mundo medieval e responsável por importantes reformas no clero no período da Baixa Idade Média. Em 02 de novembro de 998, Odilo instituiu aos membros de sua abadia e a todos aqueles que seguiam a Ordem Beneditina a obrigatoriedade de se rezar pelos mortos. A partir do século XII, essa data popularizou-se em todo o mundo cristão medieval como o Dia de Finados, e não apenas no meio clerical.
Apesar do processo de secularização e laicização que o mundo ocidental tem passado desde a entrada da Modernidade, o dia 02 de novembro ainda é identificado como sendo um dia específico para se meditar e rezar pelos mortos. Milhões de pessoas cumprem o ritual de ir até os cemitérios levar flores para depositar nas lápides em memória dos que se foram; outras levam também velas e cumprem os rituais mais tradicionais, como orações, cânticos etc.
Fonte: Escola Brasil 

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