Corinthians cederá terreno, bilheteria e marca a fundo imobiliário por 30 anos

Posted by JORNAL EDUCADORA | quarta-feira, 14 de novembro de 2012 | Posted in , , ,

Símbolo do clube a ser explorado por terceiros vale R$ 1 bilhão, segundo consultoria
Gilberto Nascimento, para o R7
Fielzão 450x338Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Obras da Arena Itaquera estão adiantadas na zona leste de São Paulo
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O Corinthians vai ceder a um fundo imobiliário, por 30 anos, o terreno de Itaquera, a bilheteria de seus jogos, as receitas com placas, cadeiras e lojas, além do nome e símbolo do clube para uso no Fielzão. O estádio, de acordo com previsões otimistas, poderá arrecadar até R$ 100 milhões ao ano. A marca Corinthians vale hoje R$ 1 bilhão, de acordo com a consultoria BDO RCS Auditores.

O fundo imobiliário, gerido pela instituição financeira BRL Trust, também terá o direito de construir no terreno, de obter as isenções fiscais para estádios da Copa 2014 e de requerer à Prefeitura de São Paulo os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs), no valor de R$ 421 milhões.

O clube ainda assumiu o compromisso de jogar no mínimo 90% de seus jogos com mando de campo em Itaquera “sem participação direta nas receitas de bilheteria ou demais receitas da Arena Corinthians”, a não ser na condição de cotista do fundo.


Essas explicações estão em documento enviado ao conselheiro do Corinthians Edgard Ortiz por um escritório de advocacia - Machado, Meyer -, contratado pelo fundo. Criado em agosto do ano passado, o fundo imobiliário é formado pelo Corinthians, como cotista júnior; a Arena Itaquera S/A, como cotista sênior; e a Odebrecht Participações e Investimentos S/A, como cotista mezanino (posição intermediária).

Com capital de apenas R$ 1 mil, a Arena Itaquera tem como acionistas a empresa Jequitibá Patrimonial S/A e duas pessoas físicas, Maurício da Costa Ribeiro e Rodrigo Boccanera. Os dois aparecem como diretores e são, na verdade, gestores da BRL Trust.

Sobre o fato de ceder o terreno do estádio, bilheterias e sua marca, a diretoria do Corinthians, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que o fundo “é do clube, e não da BRL”. Questionada se a cessão de todos os esses direitos não prejudicaria o Corinthians, a diretoria respondeu:

"Não há como construir um estádio de R$ 820 milhões sem assumir algum compromisso financeiro. Apesar disso, além de todas as demais receitas do clube serem integralmente preservadas, tudo o que for gerado pelo fundo e que supere o valor necessário ao cumprimento dos compromissos do financiamento com o BNDES voltará ao próprio clube. Assim, quando a nova arena estiver em plena operação, esse valor excedente deverá superar, em muito, as atuais receitas de bilheteria."

A Arena Itaquera foi criada para conseguir a liberação do financiamento de R$ 400 milhões do BNDES, porque a instituição financeira do governo não empresta dinheiro a clubes de futebol. Tanto a Arena Itaquera como a BRL Trust e a Jequitibá possuem o mesmo endereço: rua Iguatemi, 151, 19º. Andar, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo, o que causa estranheza a alguns conselheiros. Para a diretoria, o fato de o Corinthians ser cotista júnior, “não quer dizer nada”.

"O Corinthians é, seguramente, o cotista detentor de maiores direitos políticos no fundo e será o único responsável pela operação da Arena", garantiu a nota da assessoria.

Decisões tomadas para o andamento das obras, no entanto - como os recentes empréstimos de R$ 150 milhões ao Banco do Brasil e de R$ 100 milhões ao Santander -, não teriam sido submetidas ao Conselho de Orientação (CORI) e ao Conselho Deliberativo do Corinthians, como seria obrigatório pelo estatuto social, reclamam conselheiros. Também não teriam sido analisadas pelo clube outras questões como prorrogações de prazos contratuais e aquisições de cotas.

O projeto atual de construção do estádio também é completamente diferente do que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo, em 16 de setembro de 2010, protestam os mesmos conselheiros. O então presidente corintiano, Andrés Sanches, havia prometido um estádio para 48 mil pessoas, ao custo máximo de R$ 335 milhões. O orçamento da construtora Odebrecht, ao final, foi de R$ 820 milhões. Para isso, o Corinthians contará com dinheiro público: os R$ 400 milhões do BNDES e os R$ 421 milhões de isenção da Prefeitura, por meio dos CIDs, que poderão ser comercializados.

Andrés também disse que a Sociedade de Participação Específica a ser criada para construir o estádio (a Arena Itaquera S/A) seria “99% o Corinthians e 1% o presidente do clube”. Caso viesse a contar com duas pessoas físicas, incluiria, segundo ele, “o presidente da diretoria e o presidente do Conselho Deliberativo”. Hoje, no entanto, a Arena Itaquera tem como acionistas a empresa Jequitibá e os dois gestores da BRL.

A engenharia financeira arquitetada pela Odebrecht, Corinthians e BRL permitiu, para a alegria dos torcedores corintianos, a construção do estádio para a abertura da Copa 2014. Mas conselheiros do clube criticam agora o fato de toda a receita ficar atrelada ao fundo durante 30 anos.

Outro problema é apontado por conselheiros: o Corinthians tem apenas a concessão de direito real de uso do terreno de Itaquera, também cedido ao fundo por 30 anos.

O Conselho Deliberativo do clube deve analisar em sua próxima reunião, no dia 26, os questionamentos feitos pelo conselheiro Edgar Ortiz em razão de a diretoria corintiana não ter consultado os Conselhos de Orientação e Deliberativo sobre novos acordos firmados com a Arena Itaquera e o fundo.

A diretoria contesta as críticas de conselheiros:

"Todas as decisões estratégicas relativas à Arena Corinthians passam por análise e aprovação prévias do Conselho Deliberativo e do Cori, como previsto pelo estatuto do clube. Nesse sentido, o próprio ex-presidente do Cori, Dr. Senger, assinou o contrato de construção da arena. Cabe à diretoria implementar e executar tais decisões e é isso que vem fazendo desde 2010, com absoluta competência" -, afirma a nota. 

Mundonovense é morto com quatro tiros

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Revólver
Em Mundo Novo, ontem, por volta de 22h, foi assassinado o estudante Gidrian da Silva Ferreira, 21 anos, na rua Maringá, número 22, no conjunto habitacional Copagril. Ele foi morto com após o disparo de quatro tiros (dois atingiram o abdomen, um foi alojado no peito e um atingiu a mão esquerda).

Gidrian foi morto por um homem que chegou até ele sobre uma motocicleta, pilotada por uma outra pessoa. Naquele momento ele estava caminhando ao lado de uma igreja, quando foi surpreendido. Ele foi alvejado por cinco tiros, mas um acabou se projetando no espaço, como uma bala perdida, e não o atingiu.

Populares que escutaram os tiros e foram correndo até o local do crime, ligaram para a Polícia Civil e para o Corpo de Bombeiros, onde foi dado o socorro. Gidrian foi levado ao hospital, mas acabou morrendo, antes de dar entrada no estabelecimento de atendimento médico.

Enquanto estava sendo transportado para o hospital, ainda com vida, Gidrian disse o nome de um dos dois acusados que estão sendo procurados pela equipe do Serviço de Investigações Gerais (Sig) da Delegacia de Polícia Civil de Mundo Novo. 



Fonte: Edilson Oliveira

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