Contra rodas indesejadas, comerciantes irritados proíbem o tereré

Posted by JORNAL EDUCADORA | sábado, 16 de fevereiro de 2013 | Posted in , ,


Pode ser cultural, tradicional, indispensável, fundamental em uma roda de amigos, mas o tereré não é unanimidade, até mesmo na terra da erva com água gelada. Pelo contrário, vem ganhando inimigos, gerando stress entre donos de bares em Campo Grande. A chateação é tanta com a galera do tereré que a bebida mais tradicional do Estado passou a ser proibida em alguns lugares da cidade.

Na conveniência conhecida como "Postinho", no Parque dos Poderes, e no Kiwi bar, na avenida Afonso Pena, roda de tereré não é bem vinda. Até placa foi colocada para deixar clara a censura. Em ambos a justificativa é a mesma: prejudica a venda de outros produtos e gera aglomeração, sem gerar lucro.

"Não quero bagunça", enfática, a proprietária do Postinho, a paulista Vânia Maia, proibe o consumo da bebida no posto. Segundo ela, além de impossibilitar o próprio comércio, a proposta do estabelecimento é outra. “Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré traz consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Algumas situações nada agradáveis por conta do tereré renderam transtorno e discussão, garante a empresária, que decidiu de vez acabar com o consumo do mate que é vício para muita gente. Mesmo assim, garante que não tem nada contra a bebida.

Com o calor que o campo-grandense enfrenta, o tereré é uma trégua. Por conta disso, rodinhas da bebida são parte da paisagem da cidade.

Mas a turma do contra defende que tudo tem lugar certo, inclusive, espaço mais adequado para tomar a bebida. “Aqui é um comércio, o tereré é de graça, como fica?”, diz Vânia, que quer vender, não só servir de espaço para aglomerações.

A proibição foi parar nas mídias sociais, sempre com ares de espanto. "Já proibiram som em um monte de lugar, fecharam bares, casas de show, agora querem proibir até o tereré? Só em Campo grande mesmo", reclama a universitária Rose Souza.

Da amiga, ela ouviu o relato. "Quando vi a placa no Kiwi, fiquei pasma. Gente, que mal faz o tereré?"

A empresária Helena Maria, de 42 anos, é frequentadora do Postinho e lembra que a proibição do tereré no local já gerou bastante assunto entre os amigos. “A proibição de um ato tão saudável quanto o tereré abre precedentes para a bebida alcóolica e, isso está errado, além do que aqui é cheio de gente praticando esporte, seria bom poder relaxar após a corrida e tomar um tereré, por exemplo”.

Já a amiga, Sonia Prado, de 45 anos, acredita que a confraternização à base da bebida deve ser limitada, “O tereré prejudica o comércio. O consumo dele não paga imposto e inviabilizam locais como esses, próximo a natureza. Não faz sentido levar tereré em um bar.”

Em busca de um lugar sem perturbação, os amigos Gustavo Gutieres, 33 anos, e Carolina Abreu, se reúnem pelo menos uma vez na semana na Orla Morena para tomar a bebida e jogar conversa fora.

“Concordo com a proibição, pois se deixarem liberar vão sentar no estabelecimento e não vão consumir tudo", diz Gustavo. Mesmo assim, lamenta a limitação em alguns cenários da cidade. "No postinho, o local é ótimo pra isso, é uma pena não poder”.



(Foto: João Garrigó)

Morre "Nenê Barolo" Um dos Pioneiros de Sete Quedas

Posted by salatiel | | Posted in , , , , , ,


A cidade de Sete Quedas amanheceu mais triste nesta manhã, de sábado, 16 de fevereiro, com a noticia da morte de um dos pioneiros do município. Faleceu na cidade de Umuarama, no estado do Paraná, Antonio Barolo Fernandes, conhecido popularmente com “NENÊ BAROLO”. Segundo informações preliminares, Nenê Barolo, estava internado em Umuarama, tratando de problemas médicos.  Nos últimos anos, Barolo, esteve passando por diversos problemas de saúde, mas lutava como um leão, para vencer esses problemas. Mas em decorrência desses problemas foi encaminhado para tratamento. Mas não resistiu e acabou falecendo na madrugadas desta sexta-feira.
Barolo, foi um dos pioneiros de Sete Quedas, quando chegou na década de 70 na região. Estabelecendo-se na Vila Santa Luzia com seus familiares, na época com seu pai Sr. Assêncio Navarro e sua mão D. Ana ( ambos já falecidos ), ali sempre trabalharam com os chamados Armazém de Cereais. Na década de 80, se estabeleceram em Sete Quedas. Com eles muitas outras famílias os acompanharam e fizeram suas vidas.
Muito brincalhão e animado, Barolo, construiu uma rede de amigos, que passaram a admira-lo.  Foi vereador por 2 mandatos na cidade, quando se enveredou na carreira política. Atualmente, Barolo juntamente com familiares trabalhava com venda de veículos, onde montou uma Garagem Revendedora de Veículos, na cidade.
O velório acontece na Câmara Municipal, neste sábado e o sepultamento acontecerá ainda hoje por volta das 16 horas.

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