Homem morre após confronto com policiais do DOF em Paranhos

Posted by salatiel | terça-feira, 23 de julho de 2019 | Posted in , , ,

Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam, na 
manhã desta segunda-feira (22) um revólver calibre .38 com três munições 
intactas, duas deflagradas e uma percutida, porém, não deflagrada.
A apreensão ocorreu durante o policiamento para fiscalização na região de 
Paranhos (MS). Os policiais visualizaram um homem às margens da rodovia. 
Ao perceber a aproximação da viatura policial, o homem correu para a mata e,
 no momento em que os policiais desembarcaram e iniciavam a busca, foram 
surpreendidos por um disparo de arma de fogo.
Logo em seguida o homem foi localizado e, novamente, efetuou um segundo
 disparo contra os policiais, que revidaram a injusta agressão e conseguiram 
desarmá-lo. Imediatamente a equipe policial o encaminhou ao Hospital Municipal
 da cidade de Paranhos (MS), onde recebeu atendimento médico, mas não 
resistiu ao ferimento.
Não foi possível a identificação do homem, que não portava qualquer documento
 pessoal. No local do confronto, os policiais localizaram vestígios de alimentação 
e sinais de que seria um posto de observação sobre o policiamento na rodovia, a
 serviço de traficantes de drogas.
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia de Polícia Civil de Paranhos, 
para os procedimentos de investigação da Polícia Judiciária.
Fonte: Assecom/DOF/Sejusp

CRISE : Vários Médicos do Hospital Da Vida Pedem Demissão

Posted by salatiel | | Posted in , ,






A situação do Hospital da Vida parece ir de mal a pior. O diretor clínico da unidade, Raul Espinosa, marcou para amanhã uma assembleia geral com a equipe médica da unidade para discutir as problemáticas diárias do principal hospital público da região. 
O local é ‘porta de entrada’ do SUS (Sistema Único de Saúde) e atende
 pacientes não só de Dourados, mas de toda a Grande Dourados, Vale
 do Ivinhema, Conesul e região de fronteira, incluindo até pacientes do 
Paraguai, que entram via municípios fronteiriços.
Segundo documento ao qual o Dourados News teve acesso, Espinosa
 trata do assunto com preocupação. O ofício informa o reagendamento
 do encontro após o primeiro, marcado para o dia 19, ter sido cancelado
 por ausência de vários profissionais. 
“Como os problemas do Hospital da Vida vêm se avolumando com risco
 de morte para pacientes, temos informado de forma insistente e 
persistente aos responsáveis pela administração. É necessária uma 
posição do Corpo Clínico. Até o momento já são oito colegas do Pronto
 Socorro que colocaram a sua carta de demissão com prazo até o dia 
31 de julho, de tal forma que existe a probabilidade de ficarmos somente
 com seis médicos nesta área”, afirma o documento. 
O diretor clínico garante que o encontro de amanhã (25), programado 
para acontecer no salão da Igreja Presbiteriana do Brasil, às 18h30, 
será realizado independente da presença ou não dos médicos 
novamente convocados. 
“Cada coordenador das Especialidades poderá apresentar suas 
reivindicações e dificuldades enfrentadas no Hospital da Vida, por 
período de cinco minutos”, completa Espinosa. 
APENAS URGÊNCIA E TRAUMA 
Nesta semana a secretaria municipal de Saúde informou que a partir do
 mês de agosto, o Hospital da Vida passará a atender apenas casos de
 urgência e trauma. A mudança é motivada pela reorganização do fluxo 
no HV, que passa por obras de reforma e ampliação.
Os demais atendimentos serão acumulado na UPA (Unidade de Pronto
 Atendimento) e unidades básicas de saúde.
Atualmente, três unidades de saúde da rede municipal têm horário 
diferenciado, com atendimento estendido até às 22 horas, que são as
 UBS da Seleta, do Parque das Nações 2 e da Vila Cachoeirinha. A 
UPA atende 24 horas.
OUTRO LADO
O Dourados News buscou contato com o diretor clínico do HV para 
esclarecimentos desses tais “problemas que vêm se acumulando”. 
No entanto a reportagem foi informada de que ele só irá se posicionar
 após a assembleia agendada para amanhã. 
Buscamos também contato com a secretária municipal de Saúde, 
Berenice Machado. A dirigente da pasta disse desconhecer as 
acusações do diretor clínico e completou dizendo que os salários 
estão sendo pagos em dia. 
“Eu não sei quais são os problemas, porque para o pagamento dos
 médicos plantonistas, dentro de 30 dias eu fiz três competências. 
Hoje e amanhã estarei pagamento as especialidades. O resto eu 
não sei o que que é. A gente tá mudando o fluxo, organizando, eu 
não sei o que é que ele quer”, disse Berenice.
Administrado pela Funsaud (Fundação de Saúde de Dourados) e 
sob intervenção da Sems há 30 dias, o Hospital da Vida tem custo
 mensal de R$ 6 milhões. No entanto, o repasse feito pelo Governo
 Federal à autarquia, que também gerencia a UPA, gira em torno de 
R$ 4 milhões. 
Como medida de economia, o atendimento do HV a partir do mês 
que vem será destinado apenas para urgência e trauma. Demais 
emergências e atendimentos em especialidades serão destinados à
 unidade de pronto atendimento, postos de saúde e hospitais de 
referência, como Evangélico e Universitário. 
Sobre a demissão em massa de oito dos 14 médicos que atendem o 
pronto socorro do hospital, Berenice garante que a situação já tem 
solução encaminhada. A secretária disse à reportagem que novos 
médicos foram contratados e iniciam o expediente já neste final de 
semana. 
“Em 30 dias eu não consigo arrumar tudo. Eu preciso que eles tenham
 paciência e me ajudem a organizar. Porque aí teve a intervenção e os 
diretores se viraram contra a gente, entendeu? Assim não dá. Estou 
conversando, estou arrumando, têm novos médicos vindo para 
Dourados. E eu vou te falar um coisa, vai ficar no Hospital da Vida 
médicos comprometidos, que queiram trabalhar. Vamos pagar em 
dia, mas nós queremos resultados. O atendimento tem que ser feito
 por médicos comprometidos. A escala de plantão já está definida e
 não vai ter mais furos”, finalizou.

Governo Deve Baixar o Preço do Gás de De Cozinha

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O governo federal lançou nesta terça-
feira, dia 23 de julho, o Programa do 
Novo Mercado de Gás, que reunirá 
medidas para reduzir o preço do gás 
natural. A expectativa da equipe econômica é que o programa contribua
 para a retomada do crescimento econômico do país.
O programa vem sendo formatado há meses por técnicos liderados pelo
 ministro da Economia, Paulo Guedes, e de Minas e Energia, Bento 
Albuquerque. O lançamento foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro em 
evento no Palácio do Planalto.
Na solenidade de lançamento do programa, o presidente da República 
também assinou decreto que institui o Comitê de Monitoramento da 
Abertura do Mercado de Gás Natural. O comitê, segundo o governo, 
vai coordenar ações e atividades para quebrar o monopólio do petróleo
 e do gás natural.
O governo pretende garantir acesso de empresas privadas à infraestrutura
 de escoamento e transporte de gás natural. Com isso, espera tornar mais
 competitivo o preço do gás natural. A meta é que o valor passe dos atuais
 US$ 14 por milhão de BTU (unidade térmica britânica, na sigla em inglês) 
para US$ 6 ou US$ 7.
"Esse patamar de preço que pode ser ainda menor em um mercado aberto
 e competitivo, impulsionando o aumento do consumo em grande escala do
 gás natural e a retomada do processo de industrialização", diz nota técnica
 do comitê responsável pela promoção da concorrência no mercado de gás 
natural.
Entenda: a abertura do mercado de gás natural
Segundo o governo, o programa pretende aprimorar o aproveitamento do 
gás do pré-sal da Bacia Sergipe/Alagoas e de outras descobertas, aumentar
 a competição na geração termelétrica a gás e ampliar os investimentos em
 infraestrutura de escoamento, processamento, transporte e distribuição de 
gás natural.
Acordo entre Cade e Petrobras
A abertura do mercado será impulsionada por um Termo de Compromisso 
de Cessação (TCC) assinado no dia 8 de julho entre o Conselho 
Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Petrobras. O Cade é uma
 autarquia do governo federal responsável pela livre concorrência no 
mercado.
Pelo termo, a estatal se compromete a vender sua participação em 
empresas de transporte e distribuição de gás. Em troca, o Cade 
concordou em arquivar ações sobre práticas anticoncorrenciais da 
empresa neste setor.
Pelo acordo, a Petrobras se comprometeu a deixar a participação 
acionária que tem nas seguintes empresas:
Nova Transportadora do Sudeste (NTS, com participação da Petrobras
 de 10%)
Transportadora Associada de Gás (TAG, com participação da Petrobras 
de 10%)
Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG, com participação
 da Petrobras de 51%)
A estatal do petróleo também deverá vender a participação acionária 
indireta em companhias distribuidoras. Isso pode ocorrer tanto vendendo
 ações da Gaspetro (uma subsidiária da Petrobras) quanto buscando 
venda de participação da Gaspetro em companhias distribuidoras.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a Petrobras é, atualmente, 
responsável por 77% da produção nacional e por 100% da importação 
de gás natural. A estatal ainda é sócia de 20 das 27 distribuidoras de 
gás natural que atuam no país e tem participação acionária em todos 
os dutos de transporte em operação, além de 100% da oferta na malha
 integrada.
A petroleira também opera praticamente toda a infraestrutura essencial 
e consome 40% da oferta total de gás natural.
No Brasil, mais de 80% do gás natural é consumido pela indústria e por 
usinas térmicas. Em março, os consumidores residenciais responderam 
por apenas 1% da demanda. Já os automóveis representaram 9% da 
demanda total.
Na cerimônia de lançamento do programa de incentivo ao gás natural, 
o presidente do Cade, Alexandre Barreto de Souza, afirmou que as ações
 adotadas pelo governo representam um "marco" na história econômica 
brasileira.
De acordo com Souza, o mercado de gás passa pela Petrobras, que 
monopoliza dois elos da cadeia de produção e tem empresas que atuam
 nos demais. Ao discursar, o presidente do Cade destacou que, após o 
conselho abriu investigação para apurar a conduta da Petrobras no 
mercado de gás, a petroleira firmou um acordo com o órgão de controle
 com o objetivo de vender ativos no segmento.
"Tenho a convicção de que [o acordo] irá estimular a concorrência no 
mercado [de gás natural] e vai impedir a ocorrência futura de novas 
condutas anticompetitiva”, observou Alexandre Barreto de Souza no 
discurso.
Discurso de Bolsonaro
Durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro fez um breve discurso
 no qual ressaltou a "liberdade" dos ministros na montagem da equipe 
técnica das pastas. Destacou ainda que as áreas do governo estão 
ligadas e, para darem certo, precisam umas das outras.
"O Paulo Guedes [ministro da Economia] jamais poderia falar que o Brasil 
vai crescer 3%, 4% ou 5% nos próximos anos se não tiver energia. E 
energia, o [ministro] Bento não poderá falar que a teria se não tivesse o 
ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, perfeitamente sintonizado 
com os destinos da nação, bem como não poderemos também seguir 
nessa linha se não tivermos alinhados conosco o Ministério Público, a
 ANP, o Tribunal de Contas da União, o Cade, entre tantos outros órgãos",
 afirmou.
Ao chegar para a cerimônia, Bolsonaro desceu a rampa do Palácio do 
Planalto abraçado com o vice-presidente Hamilton Mourão (veja na imagem
 acima). Fora do microfone, disse a alguns presentes: "Estou namorando 
o Mourão."
Quebra do monopólio
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou em discurso 
que, apesar da quebra do monopólio do petróleo e gás há duas décadas 
e meia, o mercado continuou concentrado.
“Se viu a configuração de um mercado concentrado na oferta e na 
comercialização resultado num elevado preço do gás ofertado”, disse o 
ministro.
Segundo Albuquerque, o gás natural no Brasil representa, em alguns 
casos, até 50% do custo de produção na indústria. O ministro informou 
que o Brasil tem um dos preços mais altos pelo gás natural entre os países
 do G20 – nos EUA, o gás entregue pelas distribuidoras custa US$ 3,3 por 1milhão/BTUs, enquanto no Brasil o valor fica acima de US$ 10.
Botijão 'parcialmente cheio'
Na cerimônia, o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás 
Natural e Biocombustível (ANP), Décio Oddone, afirmou que o órgão 
avalia mudanças no mercado de gás de cozinha, entre eles a permissão
 para venda de botijão "parcialmente cheio"; a permissão de venda 
fracionada de gás de cozinha; e a venda de botijão sem marca.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou que o projeto para 
modificar o mercado de gás estava em discussão desde o início da 
gestão de Bolsonaro.
“Nós estamos desenvolvendo esse programa há bastante tempo. Dizem
 que nós não temos programas. Esse programa está sendo elaborado há 
seis meses”, afirmou o ministro.

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