Policia civil Investiga Morte Por Descarga Elétrica em Paranhos

Posted by JORNAL EDUCADORA | quarta-feira, 8 de maio de 2013 | Posted in , , , ,

O trabalhador Gavino Cosco Ajala, 23 anos, morreu eletrocutado na manhã desta quarta-feira, em uma fazenda de Paranhos, na fronteira com o Paraguai.

De acordo com a Polícia Civil, ele encostou o poste que tentava fixar no solo no fio de transmissão de energia elétrica e recebeu a descarga elétrica.

Gavino foi levado ao hospital do município, mas, já chegou lá morto. Funcionários do hospital avisaram a Polícia do caso, que foi registrado como morte a esclarecer.

A Policia Civil, chefiado pelo Delegado Dr. Rinaldo, esta investigando o fato, para pode determinar o que houve no local.


Fonte: Campo Grande New

Ministra da Casa Civil não recebe produtores rurais de MS

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A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Helena Hoffmann, recebeu na terça-feira (7), às 18 horas, em Brasília, produtores rurais e representantes de entidades do Paraná, para discussão acerca da questão indígena e demarcação de terras. No entanto, ela não recebeu representantes do Estado do Mato Grosso do Sul, que também estavam presentes na ocasião.

Com objetivo de conseguirem esclarecimentos sobre a identificação e delimitação das terras indígenas no Brasil, produtores rurais de MS, PR e outros estados, estarão presentes em Brasília no dia 8 de maio, para uma mobilização em frente à Câmara dos Deputados. A manifestação ocorre durante a audiência pública, na qual a ministra-chefe da Casa Civil, atenderá convocação da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e desenvolvimento rural. Já estão confirmados cerca de 450 produtores do Estado de MS e representantes do Estado da Bahia.
Confisco Não! - Formado por antropólogos, advogados e produtores rurais, o movimento nasceu para dar força aos produtores de Mato Grosso do Sul e do Brasil em sua luta pelos direitos que lhes são garantidos pela Constituição Federal de 1988, no que concerne à desapropriação indevida e ao não pagamento de indenização de áreas. Através de ações legítimas sempre fundamentadas na legalidade, buscamos soluções pacíficas para resolver a questão dos conflitos indígenas e da demarcação de terras, que acontecem principalmente na região do cone sul do Estado. De maneira alguma, o movimento incita qualquer ato que possa lesar física ou psicologicamente qualquer uma das partes envolvidas, índios ou não índios.

Natália Gonçalves, com assessoria

Lauro Davi cobra explicações sobre denúncias na área da saúde em MS

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Lauro Davi cobra explicações sobre denúncias na área da saúde em MS
O deputado estadual Lauro Davi (PSB) fez uso da tribuna, durante a Sessão Ordinária desta terça-feira (07), para falar sobre as novas denúncias apresentadas que envolvem a questão da saúde em Mato Grosso do Sul e que foram exibidas em rede nacional de televisão no último domingo.
Para o parlamentar, a questão da saúde em MS envolve um pouco mais do que falar apenas do Hospital do Câncer, do Hospital Universitário ou da Santa Casa de Campo Grande. Segundo ele, é preciso fazer uma ampla análise da situação nos hospitais públicos do Estado, “a matéria, em princípio, não surpreende mais choca”, afirmou o deputado.
“Após a exibição dessa reportagem, aquela conhecida tese de que só se resolve o problema da saúde com dinheiro cai por terra, pois o que vimos ali é que o necessário é ter uma política de gestão para a saúde pública em nosso Estado e no Brasil”, disse Lauro Davi.
De acordo com Lauro            Davi, as investigações não podem ficar restritas apenas em alguns hospitais, “vamos analisar a situação dos hospitais públicos de Dourados, de Três Lagoas, de Naviraí, de Nova Andradina, enfim de todo o Estado para saber como está a situação de cada um no serviço prestado ao cidadão”, concluiu.
Na próxima quinta-feira (09), o deputado Lauro Davi juntamente com o deputado Amarildo Cruz (PT), apoiados oficialmente por outros 14 deputados estaduais, realizam a Audiência Pública “A Terceirização dos Serviços de Saúde no Estado de Mato Grosso do Sul”, com o intuito de debater e apontar soluções que possam contribuir de forma efetiva para a melhora da saúde pública de MS.
O evento está marcado para começar às 14h, e será realizado no Plenário Júlio Maia, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

*Foto: Wagner Guimarães AL/MS
Leandro Ferreira
Jornalista DRT 668/MS
Assessoria de Imprensa – deputado estadual Lauro Davi (PSB)

Prefeitos e Deputados do Mato Grosso do Sul se unem pela reforma da Funai

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Prefeitos e parlamentares se reuniram na manha desta segunda-feira (6) no plenário da Associação dos Municípios de Mato Grosso do (SulAssomasul), em Campo Grande, para exigir a reforma do processos administrativos de demarcações de Terras Indígenas. Os políticos pretendem elaborar um documento na tentativa de sensibilizar o governo federal a suspender as portarias da Funai que pretendem demarcar milhares de hectares de terras produtivas do estado como Terras Indígenas. 

O encontro na Assomasul antecede a reunião desta quarta-feira (8) da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que ouvirá explicações da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) sobre o processo de demarcação de terras consideradas indígenas no País. 

Ao abrir o encontro, o presidente da Assomasul, Douglas Figueiredo (PSDB), registrou sua preocupação em torno desse tema e colocou-se a disposição dos colegas e da classe política com objetivo de encontrar uma saída para o impasse,sobretudo, que traga soluções tanto para os produtores rurais quanto para os índios. 

A prefeita de Eldorado e presidente do Conisul (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento da Região Cone Sul de Mato Grosso do Sul), Marta Araújo, fez um apelo para que a classe política pressione o Congresso Nacional a fim de resolver a questão. 

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff enfrentou manifesto de cerca de 3 mil produtores rurais durante o ato de entrega de ônibus escolares aos municípios. Eles são contra ao processo demarcatório no Estado. 

“Há uma insegurança jurídica muito grande”, sintetizou o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB), ao aconselhar o Conisul e a Assomasul a elaborarem um documento como forma de subsidiar a bancada federal na discussão em torno desse tema. 

A ideia, segundo Azambuja, é expor os problemas dos municípios atingidos na tentativa de sensibilizar o governo federal a suspender as portarias da Funai que determinam a demarcação de áreas produtivas do Estado. 

Durante discurso, Azambuja disse que a quantidade de registro de imóveis decresceu consideravelmente na região sul do Estado por conta do processo demarcatório. 

“Agora o que não se pode é partidarizar essa questão, essa posição não é do governo, é uma questão ideológica”, colocou o deputado tucano ao se referir ao gesto da presidente Dilma, que garantiu, em sua vinda ao Estado, discutir uma fórmula de resolver o impasse. 

Ele acha que as portarias da Funai criaram uma instabilidade econômica em mais de 30 municípios do Estado. “Esse tema está criando um barril de pólvora no Campo”, lamentou. 

Azambuja classificou de “jogo combinado” o processo de demarcação de terras em Mato Grosso do Sul, como deseja a Funai. 

“Existe uma coisa combinada para acelerar essas portarias de demarcação”, opinou o tucano, ao sugerir a elaboração de um documento pedindo a suspensão da decisão do órgão para ser entregue ao Palácio do Planalto, ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN) e ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa. 

“Eu não vou entrar no mérito da questão antropológica porque acho até que é um documento extremamente viciado e isso criou um impasse muito grande nos municípios”, acrescentou. 

O deputado Fábio Trad (PMDB) considerou o debate fundamental e defendeu o direito de propriedade. 

“Meu receio é que esse problema de demarcação se transforme num fenômeno discursivo equivalente a questão da seca, porque todo mundo tem solução, mas não resolve”, disse, ao demonstrar preocupação com a instabilidade econômica que se criou nos municípios do sul do Estado. 

Fábio Trad considerou grave o envolvimento de órgãos internacionais, como ONGs (Organizações Não-Governamentais) visando influenciar no processo demarcatório em detrimento da classe produtora do Estado. 

“Outra etapa que é extremamente instigante é a ameaça a soberania”, colocou o deputado, em alusão a interferência de ONGs internacionais na questão agrária do Estado. 

Em discurso, a deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) disse temer a falência dos municípios por conta do conflito no campo envolvendo produtores rurais e índios, em decorrência do processo de demarcação de terras que está sendo conduzido pela Funai. 

“Se a demarcação realmente acontecer, é a falência de nosso Conesul e do nosso Estado”, frisou a deputada, ao discursar durante a reunião com 35 prefeitos das cidades atingidas pelo processo demarcatório. 

Para a deputada, o que não se pode é o governo federal, por meio da Funai, prejudicar a classe produtora, promovendo a desapropriação de quem possui área de terras tituladas. 
Foto: Chico Pinheiro

Também fizeram uso da palavra o prefeito de Iguatemi, José Roberto, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o deputado estadual Lídio Lopes. Os deputados estaduais Eduardo Rocha (PMDB), Márcio Monteiro e Professor Rinaldo, ambos do PSDB, também participaram das discussões.

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