Produtores de Iguatemi contestam relatório da Funai

Posted by JORNAL EDUCADORA | sábado, 12 de janeiro de 2013 | Posted in , , ,



Reunião na Famasul (DIVULGAÇÃO)
DIEGO SILVA
Os produtores rurais do município de Iguatemi citados no relatório elaborado pela Fundação Nacional do Índio (Funai), publicado essa semana no Diário Oficial da União, vão contestar o estudo, uma vez que todas as propriedades rurais pretendidas pelos indígenas são legais, com titulação reconhecida pela União.

A contestação foi confirmada pelos representantes dos produtores rurais e pelo presidente do Sindicato Rural de Iguatemi, Hilário Parise, em reunião com a diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Sistema Famasul), nesta quinta-feira (dia 10).

"O sindicato vai reunir os proprietários envolvidos e orientá-los para que possam demonstrar a legitimidade das propriedades rurais de Iguatemi, que foram adquiridas de boa fé", afirmou Hilário Parise, referindo-se à ação em resposta ao laudo publicado, indicando 46 propriedades rurais como terra indígena, onde a Funai pretende a criação da terra Iguatemipegua I para ocupação por 1.793 índios da etnia guarani Kaiowá.

A partir da publicação, os proprietários citados tem 90 dias para apontar as irregularidades no relatório elaborado pela Funai. "Nesse momento é importante que os produtores tomem conhecimento integral do relatório e façam prevalecer os seus direitos de propriedade. Eles deverão discutir judicialmente o estudo da Funai e se defendere no processo administrativo, levando em consideração o marco temporal", afirma Gustavo Passarelli, advogado de alguns produtores envolvidos, referindo-se ao marco temporal estabelecido no caso Raposa Serra do Sol que fixa a data da Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988, como limite para o reconhecimento da ocupação de um determinado espaço geográfico, por qualquer etnia.

"Os registros das propriedades envolvidas foram adquiridos de boa fé e pagos por produtores que arcam com seus impostos e movimentam esse Estado. Grande parte das matrículas e escrituras das propriedades rurais de Iguatemi foram registradas antes mesmo da constituição de 1988 entrar em vigor. Os títulos tem origem e cumprem a legislação da época", ratifica a antropóloga e produtora rural, Roseli Maria Ruiz, que também atua como advogada de outros produtores envolvidos.

Para o assessor jurídico do Sistema Famasul, Carlo Daniel Coldibelli, o estudo da Funai não corresponde à realidade fundiária do Estado. "A Funai sustenta uma condução ideológica dos processos administrativos em total desacordo com a realidade do Estado e age à revelia do que o Supremo Tribunal Federal (STF) coloca como diretriz a ser seguida. Reconhecemos nessa situação um problema social muito sério em que os índios são carentes de assistência, mas retirar os produtores de suas propriedades, que foram adquiridas legalmente, para realocar os indígenas, não resolve o problema social e cria-se um novo", finaliza.



Fonte: Sulnews

Juiz Federal Mora em Fórum Por Estar Jurado de Morte Pelo Crime Organizado

Posted by salatiel | | Posted in , , ,




Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã , cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.'



Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País.

Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares , 3 mansões - uma, em Ponta Porã , avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada..'



Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.



Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.' 

fonte : setequedasnews.com

Amambai tem bezerros trigêmeos

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Equipe de reportagem da TV Morena esteve em Amambai nesta semana para entrevistar o gerente da fazenda Ailton Lopes Saldone, administrador da Fazenda Peixoto pertencente ao grupo Pauleto. O motivo foi o nascimento de bezerros trigêmeos de uma vaca da raça Nelore.

A fazenda Peixoto que está localizada na região de Amambai e que tem como atividade principal a pecuária nunca tinha presenciado um fato tão inusitado, o nascimento dos trigêmeos. A saúde dos três que é ótima, assim como o afeto da vaca pelos animais é surpreendente, já que normalmente quando pare mais de um bezerro, deixa um de lado para cuidar do outro.
De acordo com o médico veterinário Cleir Vieira Martins, o nascimento de trigêmeos se deu a través da a (IATF), Inseminação Artificial em Tempo Fixo, feito na vaca da raça Nelore, com o semem de um touro americano chamado Eg Frontier, da raça Aberdeen Anguns, da Alta Genetics do Brasil, empresa representada na região por Cleir, que inseminou o animal.

Júlio se empenha pela volta do pólo da UEMS em Paranhos

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O novo Secretário de Educação de Paranhos, Prof. Antonio Carlos Souza esteve reunido nesta quinta-feira, na sede da Assessoria em EaD da UEMS com as coordenadoras UAB da UEMS e da UFGD para manifestar o desejo de reativar o pólo UAB daquele município.
O polo de Paranhos está desativado desde julho de 2012, quando a administração municipal anterior se manifestou por escrito no sentido de não haver mais interesse do município em manter o pólo. 
Com a eleição do novo prefeito, uma das metas da administração passou a ser a reativação do referido pólo, por se tratar de um grande benefício para toda a população de Paranhos, além de atender aos municípios vizinhos, oportunizando a oferta de cursos de graduação e de formação continuada por universidades públicas. 
O ofício com a solicitação do município será entregue pessoalmente pelo prefeito e pelo secretário de educação à Presidente do Fórum Estadual de Apoio à Formação Docente de Mato Grosso do Sul, em reunião a ser realizada no dia 18 de janeiro de 2013, em Campo Grande. 
Se o Fórum aprovar a reativação do pólo, a presidência solicitará à UAB/CAPES a reativação e a avaliação in loco das instalações e as Universidades Públicas de MS, vinculadas ao sistema UAB, assim que o pólo obtiver o conceito de “aprovado”, terão autorização para o oferecimento de seus cursos a distância. 
Segundo a Coordenadora UAB/UEMS, Maria Peixoto, essa será uma conquista importante para o município, pois trata-se de uma região localizada distante dos maiores centros educacionais do Estado que conta com uma grande demanda para cursos de graduação e de formação continuada e, atualmente, sem nenhuma oferta de cursos superiores de instituições públicas. Além disso, é uma oportunidade a mais a UEMS exercer a sua missão de interiorização. 
Fonte: Assessoria 

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